Poema Azul
Que o anoitecer feito veludo azul, acaricie seu coração, e o pontilhado de estrelas, seja a luz a iluminar você no infinito.
Meu CORAÇÃO azul, em um quebra-cabeça colorido, encontra perfeição no amor incondicional. Cada momento: um tesouro!
É na dificuldade que percebemos quem realmente nos ama, sou azul, a vida me impôs algumas diferenças e tenho também a responsabilidade da culpa de ter deixado algumas portas abertas, hoje minha maior companhia é a dor, estou me isolando por tempo ilimitado, porque a minha vida se tornou em fardo e quem é capaz de compreender e ficar?
Por que vocês pensam que só existe o poder azul e vermelho? Na verdade azul e vermelho são as mesmas cores!
Em realejo o sol nunca deixa de ser azul, há sempre uma canção que faz ninar as crianças enquanto vagam com seus unicórnios. Como é possível sabe-lo? Os gatos cantam e os pássaros desfilam sobre a relva que cresce linda. De repente num interlúdio de pássaros vi uma clareira de formigas dançando de mãos dadas, era sobre a chuva daquelas esquinas esquecidas e entre pássaros e formigas que cantavam, as anêmonas esverdeadas dançavam canções de sereias do mar que já molhadas estavam.
Céu azul, céu nublado. Assim parece ser o nosso interior. Há dias de céu azul, mas há dias que as nuvens negras tomam conta dos pensamentos e não conseguimos enxergar nada além da escuridão.
No outono tudo se mistura, o por do sol azul, amarelo, vermelho, carmesim, moldura do mundo, janela do céu.
Me sinto tao pequeno diante da imensidao desse infinito ceu azul,mas se até a mais pequena estrela da galaxia nao deixa brilhar diante das outras...💭💭
Seja igual as estrelas,nao premita que outro te faça se sentir pequeno,transborde a luz dentro de voce,mas nao pra agradar outros,brilhe pra si mesmo🌟✨
"Aqui a gente respeita quem gosta de verde, amarelo, vermelho, azul, o importante é gostar de Pernambuco'
Sob o céu azul, ou da boca, sentir o gosto do mel puro e quente a me invadir, fechar os olhos e perceber que enquanto ele escorre em meus lábios o sob se tornou sobre pois sou capaz de sentir as nuvens a tocarem os meus pés, numa sensação de liberdade e do mais puro prazer.
A humanidade precisa evoluir para continuar merecendo morar neste planeta azul em fase de regeneração.
Amanheceu, olhei para o relógio e já era hora de levantar. O céu azul lá fora, mas por dentro o dia estava nublado. Uma saudade doída. Hoje, vinte e oito de julho, seria aniversário do papai, que voou nessa pandemia. Respirei fundo e segui para o trabalho. Ao chegar, organizo as coisas, finjo está tudo bem, seguro firme as lágrimas. De repente, entra na sala Dona “Carolina de Jesus”, meu primeiro atendimento. Ela senta, e com um olhar sereno começa a contar um pouco da sua história. Em junho, sua residência foi incendiada, perdeu tudo. O esposo sofreu queimadura de último grau, faleceu dois dias depois. Todos os seus documentos foram queimados, o seguro-desemprego que estava para receber na boca do caixa, foi adiado até resolver as pendências. Os móveis viraram cinzas, não sobrou nada. Sem dinheiro e trabalho, a família está sobrevivendo através de doação. O filho mais velho encontra-se em privação de liberdade. “Carolina de Jesus”, até tenta assim como eu segurar as lágrimas, mas não consegue, e chora, chora, chora. Embora as nossas histórias sejam diferentes, as nossas dores e tristezas são tão parecidas. Nós, mulheres negras, carregamos o mundo nas costas, e muitas vezes, o choro não nos é permitido. Historicamente somos ditas como fortes e guerreiras. As que suportam tudo. Hoje, Carolina de Jesus veio me lembrar que ser forte todo dia é desumano demais. Principalmente nessa pandemia, com esse desgoverno da morte, com esse Brasil com tanta dor, luto, injustiça e fome. Ainda bem, Carolina de Jesus, que nós temos nós. Seguimos, às vezes longe, mas sempre juntas. Obrigada por me fazer reconhecer a minha humanidade, fragilidade. Obrigada, muito obrigada.
"Esse azul infinito quero para mim. As janelas acesas são como estrelas terrestres." Contrônicas: Histórias Amorfas de Quarentena (CHADQ)
"— Ei! Volte! — uma fita de cetim azul caiu atrás do banco onde o vulto estava. Ele dobrou a esquina do navio e voltou a correr. Chegou num corredor sem saída. Encurralei-a.
— Não vou lhe fazer mal. Sua fita caiu atrás do banco. — Assustada, a menininha olhou para mim com olhos arregalados, como se fizesse algo errado e tivesse sido pega no flagra. Até que ela olhou para mim bem no fundo dos meus olhos, com seus grandes olhos azuis (um azul que se confundia com o do mar que nos cercava lá fora) e..." Trecho de Amor nos Tempos de Quarentena
Sem problemas se para instituição não houver problema não ir de branco e azul...tenho uma palestra amanhã sobre outubro rosa..
