Poema Azul
Entre o azul da cor do céu e o azul da cor do mar, o barro veio para contrastar.
E dele surgimos como joias preciosas, nascidos para brilhar!
Te proponho sonhar colorido ...com grama verdinha no chão, uma céu azul de brigadeiro e flores em todos os tons imagináveis. No combo têm também alegria de viver e paz de espírito...quem não quer?
"Baby, irei te provar que o céu não é cinza e sim azul, assim é a cor do nosso amor, e que no céu a estrelas que brilham, e uma delas é você".
O céu é azul, a terra é azul, o mar é azul, tudo é azul, tudo depende de onde você está olhando. jsl
com esses lindos olhos brilhantes, em um azul da cor do céu e essa pele bem rosada, com um tom de pastel, esses lábios adocicados em um puro sabor de mel, meu desejo é beijar você, porém levantando o seu véu, desenhar e pintar uma família, com lápis e um pincel, escrever nossa história, em folhetos de cordel, até que a morte nos separe, e fim de neste mundo o nosso papel...
Me lembro daquele colar azul celeste preso nove vezes nas preces de minha mãe, ela não admirava, mas o nome que eu clamava dizia: - Pula aqui em baixo, eu tiro um sarro. Quem queria o pulo não merecia beijo, mas quem ficava em baixo merecia amparo, não merecia descaso. Eu simplesmente não enxergava, mas minha prioridade por mim não lutava, não guardava vaga, mas para artista da globo tinha vaga, aceitava estada.
Mergulhei com os olhos ávidos no azul do céu. Saí com a alma refeita pelo fresco soprar da brisa da criação.
Te amar não é apenas um privilégio ... É uma honra quase divina ... Pois, tens em ti e no azul dos teus lindos olhos a extensão do céu e nos teus lábios macios a doçura e a candura do nascer do sol.
Elevastes teus olhos ao céu extraordinariamente belos e contentes, dançaram entre o azul e dourado do sol que nascia. Um viver subjugado levantava-se carregado de ancestralidade.
A Consciência Primordial é como o céu azul celeste. Ela permeia o ser humano. Basta o indivíduo olhar para dentro de si e adentrar o escuro profundo da alma, encontrando assim a partícula divina. O Todo...
A chama azul celeste, ancora e envolve todo o teu Ser... Não es apenas o corpo, es alma,espirito e mônada! Este mundo, faz parte de uma experiência consciêncial. Uma realidade ilusória da matéria.
Sentado na colina, contemplo o vasto céu azul, perscrutando as névoas distantes em busca do lugar onde encontrar-te, ó minha amada. Separados estamos, por montanhas e vales, divididos não só pelo espaço, mas pela paz, pela felicidade e também pela dor que nos acompanha. Ah, se ao menos pudesses perceber meu olhar, que se dirige a ti com ardor e paixão, e os suspiros que exalo na solidão, à espera do vazio que nos envolve. Será que nada pode chegar até ti? Nenhuma mensagem do meu amor pode ser entregue? Desejo entoar canções que te recordem da dor que sinto pela tua ausência! Pois diante do lamento amoroso, cada distância e cada momento se esvaem, e um coração amoroso alcança aquilo que um coração igualmente apaixonado consagrou.
Das doenças que gosto de ter as que machucam o coração me agrada mais
O amor é azul mesmo quando ele nos escurece a alma.
Aquela manhã era derramada de azul, sem o excesso desgosto onde na noite um querer fatigado se esconde. Era uma garça ou simplesmente o divino manifestando de maneira diferente uma chegança, anunciando outra saída para a vida aqui de dentro?! O que escapava era a loucura silenciosa, entrelaçada às nuvens de sal que ornamentavam toda passagem transformada. O pequeno graveto calculava a distância de onde seria noite àquelas horas e dos olhos que adormeciam alinhados à grande lanterna dourada que ia desbotando as cores do amanhecer. Como um espichar barbante e tocar eloquente qualquer inutilidade que naquele momento crescia também em qualquer quintal... Qualquer azul que derramava sol ou caía púrpura num minuto que existia o mundo inteiro.
O Carubé-de-Pernambuco se foi e Ararinha-azul também não vejo mais. Lembram quando nas noites os vagalumes transitavam feito fagulhas estelares no céu?! Homens de concreto talvez não compreendam ou sintam essa ausência. Encontramos pairando nos galhos secos nenhuma explicação profunda de tudo que está ficando para trás. Adiante talvez mais tropeços de estômagos que simpatizam com mais grama; respirando qualquer porção de meias verdades que embrulham de ânsia todas páginas corridas no dedo e barcos navegando o lixo deixado para as gaivotas recolherem. Ah, os ursos clamam por uma história não soterrada; os macacos optam por não conversarem um idioma conhecido; do contrário, além de extintos poderiam ser escravizados, enquanto governos esclerosados empilham vagões até mesmo sem trilhos (como se isso fosse alguma vantagem em justificar outros meios) para nenhuma direção real, verdadeiramente alimentada. E na satisfação de caminhar por uma cultura consciente a Araucária mirabilis secou, como tantos outros nomes de uma lista que não será lembrada por nenhum acelerado atraso estúpido de um sinal verde dizendo: pare!
