Poema Arte
Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.
O barro que foi feito para se moldar....
Para esculpir... para fazer arte....
Ontem e a 3 anos atrás ceifaram vidas...
A mesma mão do homem que constroi.. esculpe.. faz arte....
Essas mesmas mãos destroem....
O Barro é vida... hoje é morte..
Culpa da ganância... culpa da desordem...
Culpa da irresponsabilidade... culpa da falta de respeito com as pessoas...
Ontem fui luto.. a 3 anos atras fui luto..
E enquanto a vida for tratada com desprezo..com descaso... continuarei sendo luto...
Fecham os olhos... fingem que se importam...
Mas a vida é um sopro... até quando? Até quando? Até morrer mais inocentes nas mãos dos sem carater..
Será mesmo que a vida VALE alguma coisa?
Pra esses poderosos que se acham donos de tudo... a vida não vale nada..
Hoje sò meu silêncio...
#Luto Mariana
#luto brumadinho....
“ O seu Ser é precioso.
Olhe para a natureza,
olhe para a arte
e veja o reflexo
da sua própria
Beleza.”
O ninja mais poderoso não é aquele que some na escuridão, mas quem domina a arte de existir invisível dentro de si mesmo.
EduardoSantiago
O ar é livre,
E nem a ti pertence,
Agora a Arte,
Enquanto não assinada,
Pode ser modestamente sua,
Quando assina sua autoria,
Perde o domínio, o controle,
Solta a criação ao mundo,
Nem mas a ti convence.
Perguntaram-me o que é arte. Ouviu-se de mim silêncio; não um, mas o silêncio, do tipo que tanto tememos, mas que, por vezes, é a única resposta que temos.
O mesmo silêncio que preenche o universo em que vivemos, que se esconde nas palavras que não dissemos, que, como um véu, cobre a pureza das estrelas. Sim, foi este o meu silêncio.
O mesmo silêncio de uma árvore que tomba no deserto, sem ninguém para escutá-la; o silêncio que faz da arte, arte para nossas almas.
A arte não pode ser definida, deve-se ser contemplada. Por isso, ouviu-se de mim o silêncio, pois...
Como hei de explicar a arte?
A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.
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sorrir é arte dos fortes
sorrir é arma dos combatentes da vida
sorrir é a cura da decepçao
sorrir é viver, viver e viver
Talvez meu maior defeito seja essa necessidade imparável de expressar o que sinto pela arte. Eu não sei fazer uma música "do nada". Não sei ver um filme e criar inspirada em uma história fictícia ou longe da minha realidade. Se não escrevo ou canto, sufoco. E não basta criar, preciso mostrar ao mundo.
As vezes seguro coisas que faço por medo de consequências. Por medo que alguém entenda errado, ou que aquilo machuque alguém que me importa, mas me machucou e gerou aquilo em algum momento. O problema é que sinto que sufoco a cada segundo que seguro algo que precisa ser dito, e não sei o quanto ainda posso resistir segurando tudo isso.
E se quem gerou o que me fez compor ou escrever nunca tivesse acesso ao que fiz, sinto que seria como guardar tudo só pra mim. Não quero atingir, apenas falar. Por muitos anos calei todas as minhas dores. Na infância, sempre fingia estar bem, mesmo quando todos os dias era humilhada em ambientes escolares extremamente hostis. Talvez isso tenha me feito ser assim hoje, e talvez o que chamo de "grande trauma primordial" tenha tido tanta força por isso, me afetando até hoje, em 2026, mesmo que tenha acontecido quase em outra vida, em 2011.
Quando eu escrevo, é porque já não tenho opção. Quando escrevo é porque é isso ou desaparecer. É porque é a única forma de suportar e sobreviver a mim mesma. É porque ou grito, ou deixo o que calei continuar me corroendo por dentro. Eu queria poder ser sincera, e explicar as coisas para quem precisa saber, mas na maior parte do tempo isso não é uma opção, e muitas vezes, tentando me explicar, parece que só consigo estragar tudo de vez.
- Marcela Lobato
"Companheirismo é a arte de navegar juntos pelos mares da vida.
É escolher ancorar no porto seguro do outro, sempre que as ondas ameaçarem."
Roberto Ikeda
Em um mundo de tetos de vidro e mãos cheias de pedras, ser autêntica é uma arte.
Nem todo mundo vai compreender sua essência, suas escolhas ou a forma como você enxerga a vida. Algumas pessoas se incomodam quando você não se curva, quando não aceita menos do que merece e, principalmente, quando continua sendo você mesma apesar das tentativas de te colocar em uma caixa.
Os tetos de vidro existem para fazer você acreditar que não pode ir além. As pedras aparecem quando você decide provar que pode.
Mas eu aprendi que não preciso quebrar ninguém para crescer, nem diminuir minha luz para que os outros se sintam confortáveis. Carrego meus princípios, meus valores e a consciência tranquila de quem sabe quais são suas intenções.
Ser autêntica não significa ser perfeita. Significa não abandonar quem você é para ser aceita.
E talvez essa seja uma das maiores formas de liberdade: caminhar em paz, mesmo quando existem olhos julgando, mãos apontando e pedras pelo caminho.
Porque quem conhece o próprio coração não precisa viver tentando convencer o mundo sobre quem é.
A Arte da Necrofagia
O homem já não caça.
Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.
Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.
A morte lhe chega limpa.
Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.
E então mastiga.
Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.
Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.
Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.
Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.
Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.
Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.
Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.
O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.
Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.
Viver uma vida inteira produzindo arte é uma jornada de renascimento contínuo. A cada novo dia, temos a capacidade de nos reinventar e descobrir novos caminhos. É através dessa constante renovação que encontramos a verdadeira essência da nossa existência, explorando o potencial infinito que reside dentro de nós. Assim, moldamos nosso destino e abrimos as portas para um futuro repleto de possibilidades e crescimento pessoal.
A arte de ser igual e parecer diferente. De ser o mesmo e ter tantas faces, de me transformar em todos meus sonhos e viver umas vezes uma realidade não tão sonhada. De ser e existir da forma que escolhi e que me sinto bem, mas também de reproduzir as dores e os amores que me afloram a alma.
No meu olhar você vê simplicidade, no meu sorriso um brilho de espontaneidade, mas na minha arte, nessa vc vê toda verdade que posso transportar e a indescritível sensação de trilhar um caminho que faz sentido para a nossa essência. O sabor de cada pequena conquista é doce como mel, e, por mais desafiadoras que sejam as curvas da jornada, cada obstáculo superado traz consigo a certeza de estar no rumo certo. E não há maior motivação do que saber que a fé em Deus e confiança depositada em meu trabalho não foram em vão."
Militão dos Santos
Recife, 15/06/2026
A Arte de Contornar
A pedra conhece apenas o lugar onde está.
A água conhece todos os caminhos por onde pode passar.
A pedra conhece a firmeza.
A água conhece o destino.
Uma guarda o mesmo chão.
A outra aprende todos os contornos.
A pedra acredita que deter é vencer.
A água sorri.
Ela sabe que nenhum obstáculo resiste a quem nunca deixou de seguir.
Oh, Lua,
Divina obra de arte,
Tua simplicidade incentiva
A amar, a refletir sobre a vida,
Cativas com o Teu Luar
Deixando a noite ainda mais linda.
Normal é admirar-te,
surreal é a tua beleza,
é como estar diante
de uma obra arte,
uma bela amostra
da natureza.
Exuberante arte celeste
de um sol majestoso,
de uma grandeza que não mede
bem diante dos meus olhos.
A Tranquilidade Navegava E Uma Aquarela Virou Arte
Aquarelas e uma mente criativa dão vida a uma bela arte; assim, a visão de uma pequena canoa sobre as águas vai para uma tela, enfatizando que não era o vazio que navegava e sim a tranquilidade que seguia o seu caminho, semelhante ao que acontece quando um poeta usa as palavras para transformar em versos cada detalhe que percebe, e as melhores partes são enfatizadas do jeito que ele acredita que merecem.
Ternura e Atrevimento — A Venustidade de um Anjo numa simples Arte
Numa soma de alguns traços, cores e textura, vejo uma linda mulher, um anjo de belas curvas; a sincera expressão do seu belo rosto está impaciente — impaciência típica de quem já esperou o suficiente.
Pois consistente é a sua intensidade, faz valer cada segundo do seu tempo. A sua ternura é evidente, mas não deve ser confundida com ingenuidade. Apimenta instintos e sentimentos; adoça notavelmente a realidade.
Atrevimento e simplicidade se misturam naquela arte singela e tão expressiva — um ser angelical na forma de uma venustidade doce e atrevida, de muita personalidade —, uma emoção farta de uma inspiração viva na sua totalidade.
