Poeira

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A vida é maravilhosa, às vezes só é preciso soprar a poeira que escurece os nossos dias e que deixa o nosso olhar triste e sombrio. E mesmo em meio aos altos e baixos da vida, descobrir que a felicidade que procurávamos sempre esteve ali, bem perto de nós ou dentro do nosso coração.
Profª Lourdes Duarte

⁠Eu vou te amar mesmo quando eu for poeira no vento.

A maquiagem dela agora é poeira
A patricinha virou boiadeira

Ana Castela (cantora)

Nota: Trecho da música Boiadeira.

⁠A vida é pequena demais para não ser vivida.
Somos apenas poeira estelar nesse vasto universo.
Vagando procurando quem sabe uma saída.
Tentando responder algo tão indigesto.

Qual é o verdadeiro sentido da vida?
Muitos dizem ser uma obra divina.
Tantos outros uma obra do acaso.
E cá fico eu, pensando e fracasso.

Indigesto mesmo nesse mundo é a fome.
Que de tão avassalador nos consome.
Seja ela uma fome literal ou intelectual.
Tornando-nos mais próximos de ser irracional.

Por fim, chega-se a uma mera conclusão.
Onde não temos respostas para todas as perguntas.
No entanto, o conhecimento nos tira da escuridão.
E são nas dúvidas que surgem grandes respostas.

⁠Meu Brasil de Orixás

Levanta poeira
Gira roda gira,
Gira roda baiana
Verde e branco na avenida.

Vem meu amor,
Esse enredo é todo presente.
Os deuses ficam contentes
Com esse luau de esplendor.

Todos os diabos estão soltos,
Loucura é sinônimo de paixão,
Nanã é deusa da chuva,
Xangô é deus do trovão.

Omulu, o rei dos cemitérios
É a força da transformação,
Dono da vida e da morte
Me dê paz nesta vida de ilusão.

Quero ter o seu amor,
A magia começou.
No terreiro sou a gira,
Sou a raça multicor.

A caça é o vício de Oxossi,
É deus dos caçadores,
Protege a natureza generosa,
Aumenta a fartura de amores.

E por falar em amores,
Iansã se apaixonou por Xangô.
Sensualíssima e fogosa,
É tormento na avenida, Vem Quem Quer!

Vem quem quer meu pai Obá,
Vem girar ô mãe Nagô,
Quero ver você suar
Esse corpo de Oxalá.

⁠Quando compreendermos que não passamos de poeira, talvez seja tarde. Perdemos muito tempo priorizando o que de fato, não tinha importância...

⁠O tempo

O tempo passa ligeiro
Levando com ele
A poeira dos sonhos
Esquecidos pelo caminho.

O tempo passar ligeiro
Carregando a sobra dos minutos
Deixados de sorrir
Perdidos de viver.

O tempo passa ligeiro
Trazendo lembranças
Alguns dias o vazio
Outros só a saudade.

O tempo passa ligeiro
Fechando as feridas
Concluindo ciclos
Acalentando a alma.

O tempo passa ligeiro
Levando a nossa juventude
Trazendo a maturidade
O conhecimento das fases da vida.

O tempo passa ligeiro
Desde o momento
Que a ampulheta é ativada
Até o último grão de areia!

Acabou como começou
de uma hora para a outra
Passou
Feito poeira e pó
(ou talvez não)
Foi só
acabando sonsinho
Tão de mansinho
Que dá até dó!⁠

⁠Tome muito cuidado, que não é brincadeira, na roda da fogueira e nem nas danças na poeira, o encanto roda a saia , a acordeom e o violão, domina a emoção, e nesse ato sagrado nosso amor será consumado.
Salve meu povo Cigano do Oriente do meu coração.

⁠Somos apenas, poeira cósmica, surfando num grão através das ondas gravitacionais do universo

⁠Somos feitos de poeira cósmica, mas acho que você é feita do universo, tão mágica e misteriosa. Você é cheia de cores mas não mostra nenhuma, garota você é perfeita, não importa o que digam, você é a única que vem antes de tudo.

Coração é como uma casa. Periodicamente é necessário varrer a poeira do passado, limpar as mágoas, aspirar os erros, encaixotar os sonhos mortos e jogar fora as tristezas que sobraram pelos cantos. Depois de tudo limpo e arrumado convém tomar um banho de amor-próprio, vestir um sorriso largo, abrir as janelas da alma deixar o sol do novo entrar.

A tarde é uma tartaruga com o casco pardacento de poeira, a arrastar-se interminavelmente. Os ponteiros estão esperando por ela. Eu só queria saber quem foi que disse que a vida é curta...

Mario Quintana
Verão. In: A vaca e o hipogrifo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

⁠Mais um dia.
Mais um dia flutuando como poeira cósmica em um vasto universo.
Mais um dia na casa de um ceifador de sonhos.
Mais um dia jogando minha casca à carne.
Mais um dia vendendo a alma abaixo da inflação.
Mais um dia entre viver ou morrer.
Mais um dia sem se importar em ser.
Mais um dia sem você.
Mais um dia sem amor.
Mais um dia.

⁠Deixe a poeira baixar que tudo volta ao seu lugar.

⁠SUPERNOVA

A estrela já morreu
Supernova, explosão
Raro ver na Via Láctea
Poeira fecha a visão
Fácil ver noutra galáxia
Universo em expansão

⁠Mas meus pés são da poeira
Meus amigos são de guerra
Minha gente é da peleja
Você vai cair por terra!

⁠A poeira que o furacão do recomeço levanta, te impede de enxergar as expectativas cada vez mais iminentes. Credite o bem, por menor que seja, e acredite em si, por maior que já seja.

⁠Poeira cosmica não é orgânica. Tivemos sorte em estar numa zona de conforto que propiciou a uma biogênese. Com isso a evolução fez o resto mas uma ajuda de engenheiros genéticos que manipulou os genes dos vários hominídeos que aqui já habitavam.

Nada é suficiente


Posso enfrentar
Uma ou outra situação.
Não me importo
Com a poeira da montanha,
Nem com o vento
Congelante,
Que finjo ser neve aqui no DF.


Só quero te encontrar...


Quem liga se os ônibus não param?
E que depois
Venha um bem lotado?
E daí se tenho que correr?
O que importa é o resultado final:
Você!


E daí se fico horas
Na parada,
Esperando os olhos secarem,
Até me acalmar
Da dor de vê-lo partir
Sem se despedir...


Se tenho que procurá-lo no infinito,
No passado ou no futuro,
Se fui até as dobras do tempo...
O que importa é que o encontrei
Aqui, no presente.


Só quero te ver...


Se a saudade me mata
E lateja no peito,
Se meu coração e minha alma
Entram em conflito
E não entendem a razão...


Quem se importa
Se as dores de outras vidas
Ainda me atormentam?
Se é só em você
Que eu penso.


Pode ser um estranho amor
Que chegou na noite escura da alma,
Pode ser uma dualidade
Lutando de igual para igual...


Só quero estar com você.


E daí se minha mente se confunde
Com dúvidas que não me pertencem?
Se nem tudo é matemática,
Nem tudo está na ponta do lápis...


Se tive que te amar duas vezes,
Nesta vida e em outra espiritual,
Só quero sonhar
E estar com você no final.


E nada mais importa.
Você é o ouro
Que eu preciso
No fim do arco-íris,
É a luz no fim do dia.


E sem vê-lo
Nada mais faz sentido.
É como perder a alma,
É deixar de existir...
Porque nada é suficiente.