Pobres e Ricos
Ontem o continente africano foi o suporte da escravatura negra e da riqueza do homem branco, hoje o negro africano é o suporte da "novus-escravature" e da pobreza do homem africano com a conivência do Ocidente.
Pobreza nem sempre é falta de dinheiro, pobreza é um estado de espírito. Algumas pessoas tem dinheiro, mas não tem prosperidade. Trabalhar pela prosperidade é melhor que trabalhar para ganhar dinheiro. Conheço ricos miseráveis e infelizes e pessoas com pouca condição financeira prósperas e felizes. Algumas pessoas conseguem dividir o pouco que tem e outras pessoas guardam o que tem e vivem como se não tivessem nada.
Todos os que se beneficiam de riquezas ilícitas quando escorregarem na nota mais preciosa da vida, logo estarão pagando um preço alto por recusarem as decisões corretas e transformadoras em suas pobrezas espirituais.
Em uma relação de cuidado, ninguém fica mais pobre, ninguém perde. A propósito, todos se tornam nobres e não há riqueza maior.
Capitalismo nada mais é do que concentrar o poder e as riquezas nas mãos de poucos e estes virarem os senhores das decisões, enquanto isso, os pobres ficam dependentes deles.
Sempre é muito mais fácil persuadir um rico que tem varias ligações com a sociedade do que persuadir um miserável que não tem compromisso com nada.
Quando você olhar para um preto pobre e tiver a mesma empatia e respeito que você tem por um branco pobre, ao se olhar no espelho, você verá enfim o reflexo de um ser humano.
#consciencia não tem cor e sim amor.
A gente não tem culpa de não ter dinheiro.
Pelo menos a gente é rico de
saúde, sonhos e amor pelo que tem
e pelo que faz!
Pobre, no Brasil, é alguém que consome mais do que ganha, porque o que ele ganha mal dá pra pagar o aluguel, a água e a energia elétrica.
É indispensável sempre nos familiarizarmos com a pobreza. Pois a única coisa certa de nos ser sempre trazida pelo tempo é a pobreza; a riqueza ou o poder são sempre concebiveis mas nunca certos.
Estas histórias e estórias de superação da miséria em ascensão a riqueza, com narrativas congêneres a “Jornada do Herói”, só servem para romantizar a pobreza, justificando a iniquidade social.
O Santo Evangelho traduz que para sermos escolhidos, a riqueza é o que menos importa, pois é da pobreza que se faz a porta para o alvorecer
Não há naufrágio mais medonho do que o do Pobre que naufraga no abismo das misérias, pelo prazer em comemorar a morte de um Rico.
