Pessoas Inocentes
... penso que
uma Verdade não se torna
crível,porque um homem,inocente, morreupor ela. Mas por sua essência,
por Ele,exemplarmente vivida que,
superando toda e qualquer
resistência ou martírio,
aeternizou!
Os adultos não são inocentes. Mas alguns adultos podem ser ingênuos, pondendo confiar cegamente em aliciadores e caindo em presepatadas. Logo, não devemos ser paranoicos, mas devemos ter atenção e mais cuidado.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?
Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.
Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.
Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.
E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.
Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.
O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.
Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.
Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.
O Abraço da Serenidade
Porque a verdade, quando é vivida — e não fabricada —, fala baixo, mas ecoa na eternidade.
Vivemos tempos em que a força da voz e o volume do discurso parecem ter se tornado sinônimos de autoridade.
Mas a verdadeira autoridade — aquela que não exige gritaria nem dogma — nasce da integridade.
Quem não se assenta sobre “verdades fabricadas” — aquelas construídas para mobilizar plateias, conquistar devotos ou erguer trincheiras — não precisa de plateia, nem de holofotes, nem de frases decoradas prontas para ecoar.
Quando nosso discurso se sustenta sobre fatos claros, sobre o respeito mais que devido à dúvida e à complexidade, ele já traz consigo uma leveza silenciosa.
Não exige acréscimos para soar forte, porque sua força reside justamente em não manipular — em não buscar “inocentes” para transformar em massa, nem “fanáticos” para impressionar.
O impacto autêntico não é obtido elevando o tom ou acumulando citações célebres.
Ele se gera quando as ideias sussurram e reverberam, em vez de berrar.
E há algo de muito profundo nessa serenidade: o que se diz com calma e clareza não entra em guerra com a consciência; ele a convida a despertar.
Ele se abre para o outro, e não o fecha.
Normalmente, ele pergunta mais do que afirma.
Ele permite que a dúvida, em vez de ser inimiga, seja aliada — o terreno fértil em que nascem a liberdade e o pensamento próprio.
Em suma: a integridade do discurso não depende de espetáculo.
Depende de verdade — não da que se monta para impressionar, mas da que se vive para transformar.
A Serenidade sempre abraça os que não precisam gritar.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.
Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.
É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.
Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.
Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.
O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.
Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.
Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.
E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!
Toda quantia roubada por injustiça, covardia e golpes contra humildes, inocentes e indefesos, devem ser muito bem guardadas, por que quem rouba pela vida impunimente, futuramente gastará muito mais em tratamentos terminais e remédios.
Quero que minha barba cresça, mas sem meu olhar perder o dom de ser inocente, quero que meus ouvidos sejam eterno aprendizes, para poder ouvir a voz cansada dos experientes.
Que possamos ser alegre, inocente e meiga como uma criança..
Basta apenas um SORRISO para muita página nesse livro obscuro, que é o da Vida!
Já fui muito inocente de acreditar em qualquer palavras , já fui muito frio com medo de sofre por amor , mais agora não sei mais oque fazer , tenho várias dúvidas estou bastante confuso , se devo ou não dizer os meus sentimentos , mais olho para traz é vejo que nem sempre tive sorte no amor , a vezes tenho medo de
me machucar , como já me machuquei antes , mais penso , se eu não fizer nada agora , amanhã pode ser tarde demais .
Quando falamos em GUERRA pensamos logo em terror, morte de inocentes, destruição. E com razão. A Guerra é um furacão de inconsciência. Por onde passa arranca as portas e deixa entrar toda sorte de iniquidade. Tudo que as civilizações constroem em séculos e milênios de trabalho a Guerra transforma em ruínas em questão de dias, horas, minutos...
A mesma coisa acontece com a gente quando abrimos fogo contra nosso semelhante. A raiva, o destempero, o ódio, a vingança são guerras em menor escala, mas não em menor poder de destruição. Somos tomados por uma tempestade de sentimentos desarvorados e impiedosamente destruidores.
Assistimos às plantações de amor e luz que cultivamos durante toda uma vida a serem dissipadas pela cegueira que causa os sentimentos de contenda. Tudo desaba e se desintegra fazendo-nos cair na vala do absoluto egoísmo, inimigo da evolução humana.
Uma fagulha de instante de insânia que nos deserda de conquistas feitas às duras penas.
A Guerra e o Homem. Uma união para o divórcio da sensatez que evita o auto dilaceramento.
Eu me lembro de uma época onde as brincadeiras eram inocentes,onde existia respeito próprio e pelos outros,onde a vergonha estampava na cara e era transmitida não só nas roupas mas principalmente na forma de agir e vestir.Infelizmente hoje só sobrou a lembrança.
