Pessoas Infelizes
REVERSO E VERSO
Esse suspiro que padece no coração
Que vês no duro e infeliz sentimento
Estendendo o pesar para a emoção
Deplora na saudade em sofrimento
lhano fui, e vergou-se em desilusão
Reverso e verso nesse sacramento
De uma doce afetividade em vão
Desgraçado fado, ó gasto lamento...
Ontem, gozo e sorriso ardente
De braço dado a qualquer hora
Esse amor era o amor da gente
E tal uma desordem, hoje chora
Na solidão, triste sina, dor sente
Esse amor que estimei outrora...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/08/2020, 05’49” – Triângulo Mineiro
Não seja infeliz, faça o que você gosta, ame o que lhe faz sonhar, deseje somente àquilo que mesmo não realizando, o bem à sua alma, venha acrescentar.
Infeliz por estar feliz*
Na estrada da alvorada, tulipas ao som de ventos infligidos a milhares de quilômetros,onde o amor descansa
E lá está eu, viajando no tempo com uma tranquilidade, igual ao vento, falando da vida dos meus sentimentos, esquecendo os aborrecimentos
Encantando os pássaros assobiadores,estranho eu me sentir infeliz em um mundo consumido pelo amor.
Infeliz! Que arrogância,
Que imprudência, que fado ou que desdita
Te guia à negra estância
Aonde o tempo com a Morte habita?
Batida forte no coração,
os inimigos temeram,
pois não se retrocede
infeliz,
a guerra faz parte de
cada um de nos,
sobre tudo a vitória
se impõem sobre destino,
sua ira mero detalhe,
no terror do caos,
exposto por essa vontade,
que quando caímos levantamos,
tudo o somos é a unica verdade,
a inspiração da vida...
nos motiva dia apos dia.
tudo temos a cada instante
esta na bravura e determinação,
diante o medo,
somos privilegio de existir...
ainda assim nos tempos,
vos ainda será o arco do triunfo
que se abate a cada evento idealizado.
O LUGAR DOS ANJOS
Há um lugar para ousar se sentir infeliz,
Lá onde os anjos não vêm,
E o diabo canta,
O inverno do Alaska, o verão do Havaí,
Lá onde vive a felicidade.
Aquele procurar a felicidades torna-se em um infeliz , aquele que viver sem tristeza sempre trupica na alegria.
Vivendo cada dia
Nem todos os dias você estará feliz
Nem todos os dias você estará infeliz
Nem todos os dia você vai querer sorrir
Nem todos os dias você vai querer cantar...
Nem todos os dias você terá alguém para te abraçar
Nem todos os dias alguém vai te amar
Nem todos os dias a solidão será sua amiga
Nem todos os dias as coisas irão dar certo...
Nem todos os dias o céu estará azul
Nem todos dos dias o vento baterá no seu rosto
Nem todos os dias você o mar estará calmo
Nem todos os dias você conseguirá o que quer...
Por isso, ame, cante, sorria, abrace , viva cada instante...
Saiba viver os bons e maus momentos da vida
Seja uma pessoa resiliente com a vida que você tem
Pois, cada dia dela só você, e apenas você, sempre estará presente.
O infeliz não aceita a felicidade de ninguém e principalmente se essa felicidade for por coisas simples.
De modo infeliz será colocado um ponto final.
As lacunas que formara-me devido as tuas desonras, nunca conseguirei fechá-las, o desprezar que tanto fazia questão de falar-me, deixaram cicatrizes. Cicatrizes que nenhuma exuberância será capaz de fechá-las.
Flávia Abib
Nasci feliz, estou feliz e serei sempre feliz.
O infeliz que pensa que eu não sou feliz, pois que se morda!
“É algo preocupante, ver um líder enaltecer sua condição de ignorante. O infeliz que alega não precisar da cultura, é sempre digno de pena, pois não desfruta da inteligência plena.”
Tudo tem tempo,
Anima o infeliz pensamento,
Tua presença a existir,
Imagino teu Sorriso aqui perto de mim.
SINO DOLOROSO (soneto)
Plangei, sino! O cerrado chora essa dor vasta
Ecoado no infeliz peito e no soneto solitário
Dessa realidade vil de uma tirania tão casta
Do afeto que um dia foi por nós necessário
Cantai, sino! A sofrência no cortejo arrasta
Verdugos sentimentos solução no itinerário
Escorrem lágrimas que ao pranto não basta
Arde a emoção e a alma neste árduo relicário
Em repiques de pesar, em desilusão a finados
Tilintando rancores, ó carrilhões, que aí tala
Em campas de sanhas, e de renhidos brados
Toe, sino doloroso, que no silêncio devasta
Badala, bimbalha, e num soar o aperto exala
Brandindo o amor com uma emoção nefasta
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08/07/2020, 12’10” – Triângulo Mineiro
Olavobilaquiando
