Perdi um Sorriso
Eu deveria ter dito que te amava. Eu perdi a minha chance por um medo bobo e agora você tem alguém novo.
Perdi um pouco do sentido da vida quando deixei de lado a utopia, se você acredita que isso é uma bobagem, experimente viver sem sonhos entre pessoas limitadas pela rotina, se não se tornar igual a elas, certamente não tardará a se conformar num canto como uma máquina à espera de alguém para comandar seus previsíveis caminhos.
Cada detalhe que perdi, cada vez que você tirava algo de nós, cada pedaço seu que ia embora, era um pedaço meu que morria...
Só as estrelas sabem
quantas noites perdi
pensando em você.
É um sentimento que
nem o tempo apaga.
E a vida só acrescenta.
PERDI MEU CORAÇÃO
Foi no ano de 2020, quando as placas tectônicas se moveram e um tsunami invadiu a minha casa destruindo todas as esperanças,
Todos os sonhos, todos os desejos, toda a graça de um dia melhor que o outro.
Não acreditei na devastação que ocorreu, não ficou um móvel empoeirado de esperança,
Não ficou o chão sujo de sonhos que irão em alguns meses se realizar,
Não teve despedidas, nem o último carinho, o último adeus, o último abraço, pois sumiu como fumaça no ar,
Como nuvem escura levada com ventos fortes anunciando a chegada da tempestade triste que não iria cessar tão cedo,
As águas que inundaram minha rua, trouxeram pedras, pedregulhos, cascalhos, galhos secos, folhas secas exprimidas, magoadas, sem coragem de se erguer.
Mas ele ainda estava lá, não em carne, não,
Não na condição de feliz, alegre batendo, pulsando, circulando, não!
Ele estava criando uma crosta em sua volta, o gelo tomou conta dele, ainda que eu o cuidasse, não estava adiantando, o gelo estava dominando aos poucos.
Andei, andei para poder fazer com que ele não fosse dominado pelo gelo e nessa caminhada encontrei uma estrada de pedras amargas, outras doces, outras falsas, outras infelizes aparentando felizes, outras sem esperança, algumas inconsoláveis, outras insatisfeitas, outras com medo dos anos avançarem, outras.... outras,,,, outras....
Outra que me despertou,
Eu senti meu coração depois de muito tempo,
Procurei o iceberg, mas encontrei uma veia já aparecendo, então pensei:
Quem por mim passou, fez isso.
Olhei para trás, e só via as pedras que eu tropecei, que me machucaram, não tinha nada de bom lá.
Passado alguns meses caminhando entre as pedras de tropeço senti que eu caminhava só.
Não bate? Não pulsa? Não faz circular?
Cadê? Onde está? Em que momento isso aconteceu?
Será que foi no começo da caminhada ou no final da estrada?
Será que foi algum passageiro no trem da vida que se levantou e acho caído no chão e pegou e saiu ou eu perdi no trem e alguém pegou?
Ou será que foi na estrada de pedra onde muitas pedras havia e alguma delas esbarrou em mim e ele caiu.
Quem sabe onde está o meu coração, alguém o viu por aí?
A sua característica é de dor, revestido de tristeza e solidão, não tem em comum com quem o possuiu, pois ele chora, pulsa dor da perda, e não queira limpá-lo, pois você não conseguirá encontrá-lo saudável como antes.
Ei, você!
Viu meu coração por aí? Alguém o roubou de mim nas minhas caminhadas solitárias, você viu?
Parece com esse que você está segurando, mas só parece,
Pois ele não tem essa cor de esperança, ele não tem formato de carne, não pulsa alegria, não chora graça.
Parece com esse, mas não é.
Você escondeu o coração de mim, Por quê?
Não esconda de mim o que me pertence, somente me devolva o que você tratou com carinho.
Por que foge de mim? Por que você desvia os passos quando passa por mim?
O que você segura não te pertence, ainda que você pense que achado não é roubado, o que você tem nas mãos é meu, pois já fui roubada demais na vida.
A vida é como uma viajem de trem em que cada passageiro tem uma estação para descer, esse trem vai para a qualquer hora, e eu vou soltar em alguma estação e preciso do meu coração.
Devolva ele para mim!
Sou um simples escritor
Que navegando alivia sua dor
Quero viver mas acabou todo o meu amor
Perdi aquela ambição
Sei que sou mais um pra coleção
Somos mais um número pras estatísticas
E o que me resta é minha amiga
A solidão
Me perdi e não sei como voltar pra casa
Me leve de volta pra nave-mãe
Cortaram minha linda asa
E que nossa esperança seja fênix
Renasça das cinzas que tu me deixou
Ao abismo vou caminhando, lentamente vou
Eu nunca perdi um dia da minha vida me lamentando. Este tempo eu uso para construir novos planos e seguir em frente.
Nunca perdi um dia me lamentando. Este tempo eu uso pra planejar e, em seguida, começar tudo de novo.
Devaneios
Perdi a linha
Encontrei-me
Nas paralelas
De um caderno
Devaneios imaginários
Em pontos de carreirinha
Alinhavo essa
Prosa poética
Sem pressa
Fuga necessária
Para dias de tormenta
Onde só minha alma
Acalenta
Sou a visão do achado,
e roubada me perdi...
E fiquei no tempo
a procurar um lugar entre a sorte
e o documento de identidade!
Eu me perdi no momento que comecei a correr atrás das pessoas...
Mas um breve mergulho na decepção me vez ver que eu sabia o caminho de casa!
Esta sensação terrível de que me perdi, me faz um bem nostálgico. Foi aqui que as experiências muitas, me fizeram quem sou.
Mas, quem sou? Outra questão.
Sou questão, não outra.
Sou questão de mim
Por que que os rostos
voltam em momentos outros
e a saudade se evidencia
como verdade?
Um tempo que perdi.
Em mãos,
Um envelope minúsculo.
Nele,
Folhas amarrotadas e algumas escritas, quase impossíveis de ler.
Como Poeta,
Analisei minunciosamente.
Nelas continham,
Antigas inúteis declarações de amor.
Já de certa idade e com o coração facetado pela vida,
Até senti vontade de chorar.
Mas foi um tempo que perdi e nele padeci.
Na ilusão ótica,
Um aparelho contundente em pleno funcionamento.
Solucionando assim,
Indevidas palavras que sem precisão tive que ouvir.
Abordagem única com minha própria sanidade mental.
Proativo,
Problemas solucionados.
Cálculo exato foi o meu e não teórico.
Na matemática do amor,
Que ao passar o tempo,
A vida nos surpreende, inusitadamente......
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Também perdi a mulher que amava, e não há um único dia em que não me sinta culpado. Mas temos nossos deveres, não é?
Toque fatal
Quando te vi pela primeira vez
Perdi até minha sensatez
Ai, como eu queria um pouco mais de nudez!
Quando por impulso encostei em tua mão
Faltou-me o ar, faltou-me o chão
Fez batucada no meu coração...
Será o início de uma paixão?
Nosso encontro foi rápido, foi ligeiro.
Mas o cupido foi esperto, foi certeiro
Dali nasceria um amor verdadeiro!
No primeiro mês conversamos bastante
Pensava em você em todos os instantes
Não sabes como foi agoniante!
Acreditar que você me daria uma chance.
Um encontro consegui marcar
Passei a imaginar
Mil formas de lhe beijar
Então um beijo consegui roubar
Foi o bastante para me apaixonar!
Muitas histórias já vivemos
Já sorrimos, já sofremos
E nosso amor continua sobrevivendo
Dia após dia vai crescendo...
E, hoje, em frente ao mar
Só posso lhe declarar
Como é bom te amar!
Estamos vivenciando um período marcado por contradições e dualidades, onde as pessoas se veem perdidas e sem saber qual direção tomar, ao consumirem loucamente mídias as mais variadas, povoadas de perigosas Fake News, que divulgam uma enxurrada de informações desconexas.
É um dilema,
acho que perdi a esperança,
mas não quero entregar os pontos,
ainda tenho a lembrança
da vida com você,
emaranhada entre contos.
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