Pequenos Textos sobre o Sol
Para: Renata ;)
Hoje você será o Sol, o Sol é quem alegra todas as manhãs e mesmo que a chuva venha, ele faz questão de surgir e brilhar bem forte. Esse foi o mandamento do Senhor: Que haja luz. A noite vem para que possa descansar sua luz e que na manhã seguinte mais forte e radiante possa estar.
Um dia desses, o sol deixará de brilhar..
a lua se ausentará..
as estrelas irão se apagar..
os ocenaos secarão..
os rios desaparecerão..
a mata queimará..
morros e montanhas irão desabar..
a Natureza irá se revelar.
E eu nada farei
por que estarei aqui,
buscando o melhor caminho para poder te proteger..
e te dizer com infinitas palavras..
que meu amor por vc resistirá a todo e qualquer desastre..
somente isso poderei fazer..
te tomar em meus braços e te amar eternamente.
A grandeza de um dia
Quão grandioso é esse sol na janela do meu quarto á brilhar, abrir os meus olhos e escutar o canto dos passaros, que vem á me despertar
Os segundos, minutos e horas vão ao longo do meu dia acompanhar. A geleira do vento vai até me desanimar.
Eh triste chegar ao inverno e ver os galhos á secar, mas sei que ao anoitecer a vitória de mais um dia viva írei conquitar.
E quando olhar aquela lua com as estrelas ao seu redor a brilhar
saberei que ao feichar os meus olhos um lindo sonho talvez eu venha alcançar!
Dias mesclados
Hoje o dia está tão lindo. De um lado a chuva cai, do outro o sol reluz. Adoro dias assim, mesclados e que me fazem sentir alegria. Que me fazem sorrir sem sentir. Que me faz ficar na janela, olhando as gotas límpidas da chuvas a cair, ver a natureza, pessoas correndo, umas com guarda-chuva outras tomando banho de chuva e todos felizes. Olhar pela janela e ver o que Deus fez. É lindo, maravilho, encantador. Quero mais dias assim.
Oi.
Permita que eu me apresente.
Sou a estrela que brilha no teu céu. O sol da tua manhã. Sou o sorriso da tua boca. O abraço que abraça o teu corpo. Sou a mão que alisa o teu rosto. O olhar que te fascina. Sou uma projeção do ser mais que perfeito. Sou o pensamento que te invade e te conquista. Sou aquela que não te deixa dormir, a que te faz ter insônia. A que não te deixar pensar em mais nada. A que te toma pelas mãos e que te faz suspirar de emoção. A que te inspira.Muito prazer: Eu sou o seu sonho distante.
Um dia perguntei
a minha flor no mato:
qual é o teu amor?
e ele resp:
o meu amor é o sol
um dia perguntei a um peixe no mar
qual é o teu amor?
e o peixe resp:
o meu amor é a agua
um dia perguntei
a um passaro valote:
qual é o teu amor?
e o passaro resp:
o meu amor é o espaço
um dia alguem me perguntou:
qual é o teu amor?
a alguem eu respondi:
eu tenho dois amores
unidos num só corpo!
o meu povo e a liberdade!
AMANDO
Deixo meu amor.
Tudo o que tenho.
Deixo até o por do sol e as estrelas que embelezam o céu.
Deixo se caso for até a luz que me acompanha.
Deixo o gosto de amar , pois vivo-o em alimento.
Deixo , mais que tudo minha amizade e ombro.
Esta...,nada e nem tempo algum pode tirar.
Somente peço que guarde isso em alma, pois alma sempre é eterna.
Com você
tanta vontade eu tenho
vontade somente de estar
estar sob a lua ou sob o sol
de estar a beira mar
ininteligível mar, igual a você;
de ver o universo
e rodar
rodar junto ao nosso estar
e o tempo a nos ajudar
paralisa cada segundo
da linda e nova fase;
o valor de um companheirismo que leva adiante
primavera a todo instante
honestidade avante
em troca de um semblante
único...
minha alma te aprecia, alma..
O sol sobrancelha o mar
O mar se espalha na terra
A terra esconde meu caminhar
E meu caminhar me leva a sonhar.
Os sonhos de um dia ser
Como uma jangada a deriva
Sem a dor da despedida
Navegando a viver.
Na escuridão a desvanecer
Sem o sol anunciar que vai nascer
Sem água na fonte, sou horizonte,
A luz do amanhecer.
almas sozinhas vagam e se espraiam
nos vazios das saudades desesperadas.
O sol se agoniza ao se pôr em seu próprio ventre com raios luminosos se envermelhando.
as flores despetaladas no caixão acenando para o fim em lágrimas contidas quando a garganta estava chorando.
o sangue que corre todo ser é algo perplexo que invade o peito quando nada dá jeito e o medo assola volta e meia assobiando.
o girassol se curva à noite na fidelidade espúria da natureza, com a certeza do nascer do sol.
Inutilmente
Irá anoitecer, este sol quente,
no mar frio e infinito do horizonte.
As aves candoras não mais cantarão,
e os lobos uivantes se calarão.
No silêncio da madrugada,
não farei além de mais nada,
a não ser te amar, e te amar vou viver te amando.
Com os mesmos desejos castos,
que te ofertam no altar dos altos.
Irei beber o teu sangue para que sejais o meu sangue, no pulsar de seu coração e no incomparável sabor de sua fertilização.
Inutilmente vou vivendo,
simplesmente,
com algo não sabido, porém, escondido em meu coração,
inutilmente.
meus pés tocarão o chão de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas água do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lágrimas de um tímido luar.
a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de você, amor.
e no silêncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.
o sol serenou a manhã e a noite coloriu a solidão, na ausência de nós dois, há poesia e violão;
e todas as canções pisoteavam nossos pés sem nós dois para driblar as orações que nossos corpos inventavam;
e de tocaia na madrugada eu via estrelas e não conseguia me ver, nos desencontravam,
mesmo com dor estava suave e o nariz ardendo, debaixo de chuva e na rua apenas caminhavam ventos, levando embora você....
Ah! o Sol que nasce, é de ouro de orfi,
a lua que anoitece os meus abraços tem o cheiro e a presença de mim.
Saí na madrugada fria sentindo o mar contornando o universo, simplesmente, assim, e os pássaros pela manhã que traz o doce afã que tens a mim, arte que venero.
Você é esse céu e meu mistério, meu caminho sem ser meu fim, sozinho.
Nessas doses de vinho.
Lua que nasce dos umbrais das noites,
acampando entre as estrelas na espreita do sol,
esta lua que ilumina os apaixonados extasiados,
enamorados pelo crepúsculo do arrebol.
Luzes de brilho delirante,
inebria-nos de sonhos extenuantes.
Lua dos poetas virginais,
pelos dedos altivantes das noites colossais,
dedilham a rima da vida imortal.
Luzes que se bordam na madrugada,
esta lua é o destino,
a esmola do pequenino,
e dos que vagam pelo nada.
Lua dos ávidos expiativos,
esta lua é o céu,
o amargo do mel,
e da paixão inatingível.
me canso dias e dias,
e no sereno da noite,
o sol vem logo cedo clarear,
o que era escuro, frio, feito açoite.
Mas tudo é vazio,
sem você,
cadê ao menos o amor vadio,
que enlouqueceu e logo esqueceu.
Não sento ao lado da fidelidade
pois nada é de verdade
e escorre pelas idades
e nada nasceu.
Não sou e nem fui,
não ando e nem cheguei,
tudo é um nada que flui,
até o sombrio desejei,
algo desprezado ao léu morreu.
As ideias dialogam, sem o compromisso com a verdade. Quando alguém discorda, o sol nasce no horizonte, entretanto, ao concordar, as ideias morrem. E você pode me perguntar, mas, existe a anuência das ideias até por seguridade das relações humanas? Concordo, porém, é uma concordância aparente, não existe a anuência de ideias, o que temos é apenas o bom senso de limitarmos.
A verdade não se conta, se busca, se busca e se busca além das limitações humanas.
Perdi-me pelo esquecimento,
Dos teus quereres fadonhos,
Mais nada há de iluminar,
Nem o sol, nem a lua e seu luar.
Pois teus quereres irônicos,
Nada mais há de clarear,
- nem as fiadas vezes do divertimento,
Nem a loucura tentada de te amar.
Serás escuridão quando fores luz,
E dia quando fores lua,
uma esmola sem nada pra deixar.
esperarei pelo fogo da quimera
e se perdendo pelo esquecimento
Pra nunca mais te encontrar.
Vai o vento de meio dia,
soprando os restos de gentes,
jogados ao sol a fio.
E cada qual o seu lamento
vai soprando lentamente
a vida de lá pra cá.
Apanho as estrelas entre as mãos,
e apago o meu sol no meu olhar.
É tudo vil e distante,
mas tua alma são diamantes,
que ainda não brilhou.
Se deitas assim tão levemente,
feito o sol, feito o vento,
que do horizonte se esquivou.
E assim, tão pouco e livremente,
voastes para o céu sem ver-te voar.
Mas sei que para longe já voou,
pois em minhas mãos o ocaso chorou,
As lágrimas pequenas de dor.
Pela chuva que cai.
Pelo sol que brilha.
Pelo dia que vem, e o dia que se vai.
Pela nossa liberdade, pela nossa amizade.
Pela nossa união e pela nossa salvação.
Pelos meus amigos e os seus, glória a Deus.
Que todas as gentes, de todos continentes,
se alimentem de Deus; de corpo alma e mente.
