Pequenos Gestos grande Pessoas
Não demore para perceber que pequenos detalhes podem mudar todo um futuro em nossas vidas, como afastar as pessoas ou uni-las para sempre.
“Mesmo nos pequenos pedidos, encontro recusas: ‘não pode’, ‘não sei’, ‘faça você’. Essas palavras saem da sua boca, apertam minha garganta e me deixam desanimada. Meus olhos se umedecem, mas entendo que faz parte da vida. Apesar disso, te amo profundamente. Enquanto lá fora a chuva cai, fico aqui pensando que hoje deveria ter sido o dia de te levar até as flores.”
O governo federal dorme ou cochila propositalmente por pequenos interesses, pois o Brasil, lugar de uma das maiores reservas da diversidades de gemas coloridas e minerais preciosos do mundo, já poderia ser a muito tempo um dos maiores centros de escolas de formação, desenvolvimento de novas tecnologia e comercio internacional de joalheria para o mundo inteiro.
Bem longe dos pensamentos, pequenos momentos acontecem e ajustados por nós completam antigas historias e sonhos buscados em silencio em nosso tão sozinho, apaixonado coração. Distante do que os outros sabem, chega um dia que sou feliz.
Indivíduos pobres de alma, falhos de cérebro e pequenos de caráter não perdoam quem cresce. Maldizem quem os supera e fazem tudo o que podem para desqualificar o talento; a capacidade; a realização bem sucedida e notória de quem deu a face aos tapas... correu seus riscos de apedrejamento e não se deteve. Não teve preguiça nem temor de se atirar ao desconhecido em razão de um sonho, ainda que simples.
VAIDADE HUMANA
É a mania de grandeza que nos torna pequenos e fúteis para reconhecer a real grandeza dos pequenos gestos. Das palavras discretas. Das profissões humildes. Dos pequenos passeios. Dos momentos e os espetáculos menos espetaculares. Pelo nosso apego extremado à ostentação e às impressões do todo, somos pobres dos detalhes que nos enriquecem a partir da essência.
CRIAÇÃO À MODA ETERNA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Os nossos filhos pequenos merecem todo o medo real do mundo que nos cerca. Não só merecem, como precisam desse olhar extremado que não abre a guarda e vai lá no fundo. Mesmo quando não há fundo. Mergulha intempestivamente no caos das verdades farpadas do tempo em que vivemos.
Tenhamos medo por eles, para eles não o terem depois do tempo nem nos contextos equivocados que de nada valerão. Apostemos o nosso couro, quantas vezes quisermos, mas nunca suas essências, no que não é de nosso alcance. Evitemos as ausências disfarçadas; as distâncias amenizadas por presentes; as terceirizações em nome da independência precoce. O sossego prático e frio de nossa confiança nos corações externos.
Eles tanto precisam do nosso exagero, quanto sentem profundamente a falta do excesso desse amor, quando nos rendemos ao descanso de respirar sem culpa e susto... à paz da consciência adquirida por conceitos modernos de criação menos vinculada. Só no passar dos anos, os filhos percebem todo o abandono que lhes demos com belas nominatas contemporâneas embrulhadas em bonitos discursos profissionais.
Sejamos os pais de que a inocência filial precisa. Logo a vida privará os nossos filhos dessas loucuras de amor, mas essa perda tem cura. Ela virá na saudade sempre terna e risonha do que não lhes faltou no tempo em que tiveram a proteção - ou superproteção - de tantas preocupações afetivas.
São os pequenos detalhes que fazem a diferença. São os grandes feitos que deixam marcas. Somos uma mistura destes detalhes, por isso somos tão especiais.
Vivemos tão apressadamente que não temos tempo para observar os pequenos momentos que a vida nos reservou.
A vida é feita de pequenos momentos, tornam-se grandes a medida que vamos entendendo o seu significado.
Pequenos Espelhos: A Importância do Exemplo dos Pais
No parque, enquanto lia tranquilamente, três crianças de idades entre 4 e 6 anos sentaram-se perto de mim. Logo começaram a brincar de faz de conta e decidiram que um seria o pai, outro a mãe e o terceiro, o filho. A atenção que dedicaram às tarefas domésticas me impressionou.
O "pai", com um ar sério e responsável, explicou que não poderia lavar o banheiro, como a "mãe" havia pedido, porque precisava assar a carne antes que as visitas chegassem. O "filho" estava incumbido de levar o cachorro para passear, garantindo que ele fizesse suas necessidades, pegando no colo um pequeno dinossauro de borracha e chamando-o pelo nome de Tuti. Para minha surpresa, o "pai" juntou alguns pauzinhos e começou a acender o fogo, pois acreditava que a carne assada na brasa ficava mais saborosa, dispensando assim o forno do fogão.
A "mãe", preocupada com as tarefas, mencionou que pagaria alguns trocados para a vizinha lavar o banheiro. Ela se perguntou em voz alta: "Será que ela vai querer vir hoje, é domingo?" O "pai", com confiança, respondeu: "Claro que vem, ela precisa de dinheiro."
A brincadeira das crianças refletia uma imitação quase perfeita das responsabilidades e desafios do mundo adulto, trazendo um sorriso ao meu rosto e uma reflexão sobre a curiosidade e a capacidade de observação dos pequenos. Esse momento me fez perceber como as crianças absorvem e reproduzem as dinâmicas do cotidiano, mostrando que, mesmo nas brincadeiras, elas estão aprendendo sobre o mundo ao seu redor.
Além disso, esse episódio ressaltou a importância do comportamento dos pais como exemplo. As crianças observam e espelham as ações dos adultos ao seu redor, e é essencial que os pais demonstrem responsabilidades e valores positivos. Ser um bom modelo não apenas orienta, mas também molda o caráter e as atitudes dos pequenos, preparando-os para enfrentar os desafios da vida com integridade e resiliência.
