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Pequeno Amor

Cerca de 532 pequeno Amor

⁠Um pequeno segredo da felicidade: profissão que te realize, amigos e família que te compreendam e um amor motivador.

Inserida por ramada

⁠no ser, sou eu o pequeno caído, que grita sem voz, gemendo juízo, vestes o que sente e chora por dentro este triste lamento que tu mesmo cativou;
tu és despresada, no compasso da vida poucos te querem e como reges teu passo, um grande abraço triste eu vou. Senhora, por que me olhas? Teu brilho não esconde o semblante autrora de quem já foi grande!

Mas, ela me disse, "sou quem vois sou, sou gente da gente que rege temente um puro temor", traída, desmantelada, sou quem restou, agora cede na tua prosa, tuas mãos frias, para levantar e caminhar comigo se quiseres, caminhando e pensado, há de florar algo além que possamos enxergar.
No compasso, calado, desprovido de sentido tornei a perguntar;
Vindes de onde, não te vi neste altar?
- sou este que te diz, estes enxergam apenas o que lhe agrada, sorriem de alma deslavada, como pragas ao redor da planta, choram sem lá está àquele a pensar, na forma de ganhar medo e sem lágrimas.

⁠Às vezes eu prefiro ficar sozinha, com meu doce silêncio, com meu pequeno caderno que serve de terapia e meus livros que me levam para outro universo, do que sair do meu lindo mundo criado para festas. Esse mundo é incrível, pois não tem ninguém para me julgar ou brigas desnecessárias que acabam com os meus sorrisos, esse lugar é para onde fujo quando tudo está desabando sobre minha cabeça, esse é o meu mundo.

Inserida por duda591

Essa gente tem coração tão pequeno, que quando coloca alguém ali dentro tem que tirar outra pessoa.
Tem tão pouco espaço que o amor é limitado. Pobres coitados que perdem o grande barato da vida: amar e ser amado.

Vem pra cá, junte-se a nós! Aqui estão os exagerados, de coração grande, imenso, trasbordante! Do grupo que ama demais e cada vez mais. O espaço aqui dentro só aumenta e se por acaso estourar a gente até remenda.

Inserida por tainahferreira

'AN/DOR/INHA'

O pequeno esvoaçar
Rodopiar com ventos
Voar...

Sentir liberdade
Debulhando céus
Fatuidade...

Subir nas nuvens
Queimar o sol
Inquietude...

Inexpressivo homem
Não rodopia com os ventos
Lobisomem...

Encarcerado profusão
Palmilha cemitérios
Escravidão...

Poste tranquilidade
Vida, meio vivida
Minuciosidade...

Inserida por risomarsilva

⁠A tua presença vale ouro,
posso até perder o sono,
entretanto, um custo pequeno
a se pagar,
já que o tempo contigo é valioso,
és o sonho que tenho de olhos abertos, um amor caloroso
digno do meu esmero.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Tu és uma mulher cativante,
tens um olhar sincero e profundo, pequeno reflexo de um universo lindo de ricos detalhes
revestidos de um amor verdadeiro
e de uma notória intensidade.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Você chegou bem pequeno,
quando ainda era apenas um filhote,
não demorou pra conquistar o nosso apreço,
agradeço a Deus por ter tido a sorte
de ter você conosco,
foi por nós acolhido e muito amado
e pra nós foi, muitas vezes, abrigo
e por isso, somos gratos,
agora, estamos de corações apertados,
é grande a nossa dor,
o que nos conforta é saber que você teve uma vida feliz e que o seu sofrimento acabou,
nunca será esquecido,
continuará vivendo nos nossos pensamentos,
adeus meu fiel amigo.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠É muito surpreendente
que um ser tão pequeno
e frágil seja um porto seguro tão resistente
com seus olhinhos brilhando,
seu sorriso disdentado,
seu lindo amor genuíno,
certamente, não é por acaso,
é um presente divino,
então, agradeço muito a Deus
por estar comigo,
pois é um dos melhores motivos
pelo os quais, tenho resistido.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠"As folhas do Outono, já davam aquele tom frio, escuro e lúgubre, ao solo do pequeno cemitério da cidade.
Foram poucos, os que apareceram, é verdade.
Mas de pouco adiantava, a presença dos que o conhecia, naqueles momentos de infelicidade.
Alguns transeuntes, paravam para confirmar, se era mesmo realidade.
Uns suspiravam de alívio, por pensar, que a pequena cidade voltaria à sua normalidade.
Outros, vislumbravam o caixão do velho, ao longe, com um misto de desdém e curiosidade.
Houve, também, alguns sorrisos, como se tivessem se livrado de uma praga, livrado a cidade da insanidade.
Não houveram lágrimas, não houvera luto, o que se percebia, era uma certa felicidade.
Ao fitar o velho, em seu eterno descanso, notei um uma expressão de serenidade.
Como se realmente, pela primeira vez em séculos, após uma vida tão tribulada, em seu leito de morte, finalmente descansasse.
Fiquei sabendo, alguns anos mais tarde, que morrera com os seus trinta e três anos, embora, não aparentasse.
As mazelas da vida, a ausência daquela mulher, fizera com que o algoz e inexorável tempo, o maltratasse.
Ela, pelo contrário, era somente três anos mais nova que ele, tinha uma pele que daria inveja a qualquer anjo, parecia, ainda, permear a puberdade.
Seria pecado, até mesmo vislumbrá-la, resolveria com o próprio Deus, o homem impuro, que a tocasse.
Quando no enterro, ela fora vista na cidade, chorando como uma criança, em uma antiga esquina, embaixo de um ipê rosa, que devido a estação, a muito já perdera a sua folhagem.
Narraram-me, posteriori, que foram a seu socorro, tentando afastá-la do pranto, tentaram descobrir qual o mal, acometera à tal beldade.
Ela não quis dizer, enxugou as lágrimas e nunca mais fora vista arrabalde.
Encontrei-a, cantando uma canção melancólica, em um velho teatro, anos mais tarde.
Perguntei-a: '- Não tentarás ser feliz novamente? Ele não iria querer assim, acabarás como ele, mergulhada nas amarguras, nas lembranças, nessa cacimba de insanidade.'.
Ela fitou-me, com aquele negror de olhos, mergulhados em lágrimas, que ela lutava para que nenhuma, se derramasse.
Era inenarrável, o belo e atemorizador rubor, em sua face.
Embalada em tristeza, ela me disse: '- Já fui feliz, hoje, minha felicidade, está enterrada naquele cemitério, com um véu de folhagens; fui feliz naquele casebre, naquela cidade.
- Não valorizei a minha felicidade, abandonei-a, das mulheres, fui a mais covarde.
- Então Deus a levara de mim. Céus! Que maldade!
-Restara-me, apenas, a viuvidade.
- Infelizmente, agora é tarde.'.
Ela saiu aos tropeços e esbarrões; não a segui, não existem palavras de conforto, para a alma presa à uma vã realidade.
Mas ela estava certa, para o desalento de todo aquele que ama, tudo o que dissera, era a verdade.
Hoje, rogo aos céus, para que Deus, dê à alma do velho, descanso e serenidade.
Prostro-me de joelhos, para que Cristo, daquela bela moça, tenha piedade.
E ao cair da noite, me indago sempre: Os amantes jazem nos cemitérios; e os amores, aonde jazem?- EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, O Cemitério da Cidade

Inserida por wikney

Aprendi desde pequena a valorizar o pequeno e amar o simples - meu pai me ensinou que o mais importante, no ser humano é não perder a sua dignidade e sempre viver valorizando os que Deus colocou ao nosso lado.
Aprendi com ele que uma pessoa integra não esconde seus sentimentos para agradar os outros; que falar a verdade de si mesmo e para os outros é um dom.
Aprendi com minha mãe a: não querer o que o outro tem, não invejar e ter ciúmes: pois são coisas que "só fazem mal para quem sente" e pessoas assim, passam a vida se comparando e não vêem que o melhor da vida elas tem: ter saúde é uma riqueza e que "por pior que seja alguém" sempre terá alguém que "o AMA".
Não sou e não tenho uma vida perfeita - Tenho problemas, passo dificuldades, fico triste quando falam mal de mim,quando me julgam, choro quando fazem algo comigo e não consigo reagir. Perdão, sou humana, sou gente assim como você... Sinto também!!!
Tenho um diferencial e nem por isso "sou especial", pois o que "tenho" muitos outros tem em maior quantidade do que eu : assim como deveria ser com cada um de nós eu confio e tenho esperança: Confio em Deus e sei que Ele guia meus passos.
Sei que a "tempestade" que vem e parece muitas vezes "não passar", mesmo em meio aos ventos e situações, é Deus mesmo é quem irá sustentar, pois o que importa mesmo é a forma que eu lido com ela... E ter fé que depois dela um lindo sol vai surgir.

Por favor, não me inveje, não critique, não tenha ciúmes de mim, não me chame de convencida e muito menos jogue "flores"; pois sou humana e um dia também posso cair, também sou limitada assim como você, e pra mim assim como para todos existe O TEMPO E o tempo vai passar: a idade vai chegar e as situações da vida também... Assim como tem sido e é...
Mas o que na verdade irá ficar depois de tudo?
A ESSÊNCIA DO QUE SOU!
E isso SÓ Deus conhece e aqueles que conseguem tocar no mais intimo do meu coração sabem do que estou falando...
Cada ser humano é um tesouro...
Pois como diria o poeta: o defeito aparente pode ser o sinal de uma virtude que há de vir...
E assim Deus caminha conosco junto as situações da vida - Compete a mim e a você, SABER o que fazer com elas.

Deus abençoe vc que leu até o fim esta mensagem e cuide do seu coração derramando uma chuva de bençãos e que "os melhores valores" que você trás no seu coração possam ser sustento na sua caminhada e na descoberta deste lindo tesouro que é...

Inserida por pattyfelixcn

As coisas grandes podem ser reduzidas quando se tem um coração pequeno, as coisas pequenas podem ser aumentadas quando se tem um coração grande.

Inserida por netomontana

⁠Desde pequeno gosto de ser muito bom com todos aqueles que foram esquecidos, abandonados e se tornaram infelizes pelos caminhos. Sempre soube que os que muito precisam, são tão carentes que não conseguem ter agradecimento e reconhecimento, fácil. São os ossos da dor onde qualquer pequeno gesto de amor, carece. Mas a vida segue, e um dia eles percebem.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Me apaixonei por você e sabendo que não poderia te ter, destruí meu coração com um pequeno martelo pedaço por pedaço, mas nunca por inteiro.
Sabendo que não poderia te ter, me contentei com o reflexo da Lua no mar, mas se um dia a Lua descer, não sei se o mar a deixaria voltar.

Inserida por pedro_martins_6

Como se vai apagando
Uma hora se vai algo pequeno e o pequeno não aparece mais, outra hora, outras coisas que o tamanho já não importa, pois a porta apesar de aberta não vê mais passar por ela coisa alguma que a atravessou um dia, uma hora, um momento. E assim um pontinho vai virando algo irreconhecível, uma nova figura, um novo desenho do lado de fora perdido na imensidão e do lado de dentro vazio. Palavras são ditas, atitudes são tomadas, consequências inesperadas por mentes pequenas que só conhecem e reconhecem a si mesmas.
Assim a chuva chega e lava e apaga os traços pelo caminho e depois de muito caminho andado não se tem como voltar, pois as migalhas demarcadoras já não estão lá. É como uma ideia que parecia incrível, fantástica, de tirar o folego que rapidamente se expressa com o grafite roçando o papel e neste roçar para lá e para cá. Freneticamente as linhas vão sendo escritas seguindo a empolgação que vislumbrou algo incrível no final onde a vista e coração alcançam. A cada palavra sobem os batimentos, emoções se acumulam, prazeres são experimentados e vivências são sentidas.
A pequenez de um ouvido que só ouve a se próprio vai corrompendo os atos, arrancando a empolgação, desmanchando as emoções, desmontando a sensação do que poderia ter sido, mas não foi. Perdido em meio a simulados, desatenções, descuidados, elucubrações irreais da falta da justa medida da igualdade da vida. Sentimentos escondidos nos ocos das árvores, mentiras expostas em vitrines coloridas, verdades protegidas por emaranhados espinheiros.
O grafite quebra, a folha rasga, o folego sustenta a corrida para longe, a linha se vai com a borracha, o vislumbre encara frente a frente a realidade e tudo vai se apagando. E tudo vai se transformando, a árvore podre cai, o espinheiro sede, e como no fim do carnaval as mascarás caem.
Tudo limpo, tudo claro, a chuva lava e alimenta, a lua cumpre seu ciclo e o sol deita a energia, o velho se transforma em húmus para alimentar de experiência o jardim. Ali então começa a surgir novo bosque, mais belo, mais forte, mais verdadeiro e escancarado, sem ocos, sem buracos, sombras belas, linhas novas iniciam novo livro, novos capítulos.

Inserida por ascaldaferri

Um dia, num incauto, num piscar, ela apareceu . Um pequeno disco no canto da tela a avisar que ali havia uma mensagem.
Num momento o dedo deslizou com o disco para guarda-lo, mas por desavisado escorregou e voltou ao canto da tela. Lá ficou aguardando que momentos mais importantes se acabassem.
Uma segunda mensagem gritou no fim do dia. Precisava de atenção.
Então aquele dedo ingênuo passou por lá e abriu um portal.
Lidas as palavras que la estavam, produziu-se uma resposta.
E naquele momento ele caiu na armadilha.
Um diálogo logo se manifestou.
E arredio acabou sem pensar por passear e gostar daquele caminho de letras que ia se formando entre os dois.
Quando percebeu estava a convidar para um vinho com música e o aceite selou o destino.
No dia seguinte nova mensagem alteraria o plano inicial e a felicidade dela atropelou qualquer possibilidade diferente. Combinado, recombinado, tudo para apenas satisfazer Ela
No fim do dia partiu com toda a determinação que lhe é peculiar.
Lá chegando, Ela na escadaria do outro lado esperava.
Que linda estava!
Quando o viu sorriu e dele arrancou um sorriso.
A chegada com cumprimento de beijo mineiro no rosto.
Que cheiro gostoso e pele macia, disse perto do ouvido: esta linda!
Se dirigiram logo para dentro onde um senhor logo explicou como e onde seria o show que traria felicidade a ela.
Para lá se deslocaram e ela nervosa, com vergonha tentava parecer tranquila e deixar para ele a decisão de encarar a fila abandonando o vinho. E nos olhos dela o medo do Ogro não topar a mudança de planos.
E aí, planos mudados, a alegria volta ao sorriso dela.
Ele, de olhos grandes, atraído foi pelos olhos dela. Ela falava e ele olhava, ela desviava e ele olhava, ela contava histórias e ele ria e olhava.
Que olhos lindos! Que boca linda!
E a falação continuava e o olhar também.
Ela um pouco agitada e o ele pega suas mãos para acalma-la. Ela fica mais nervosa, mas ele esquenta suas mãos e ela não tem como escapar.
A fila anda e pequenos bancos são encontrados para o aguardo na porta do teatro.
Um carinho nas mãos, no rosto e ele a beija. A mágica se faz. Que Linda, que olhos lindos e marcantes, que pele macia e que boca gostosa.
O teatro abre as portas, encontrar lugares e lá parecem enamorados. Acabaram de se conhecer e tudo conspirou para que cada detalhe fosse especial.
O show, as músicas, o lugar, os abraços, os beijos e o aconchego dela no peito. O pular e dançar e cantar, as fotos e filmagens, o olhar alheio para a felicidade dele e dela.
A noite passou, as horas passaram, o tempo não foi justo e a noite chegou ao fim.
As mãos se deram e entrelaçaram os dedos.
Mas ainda reservava surpresas e o plano inicial voltou à tona e foram se sentar e tomar vinho de mãos dadas, carinhos, conversas.
Deu-se a hora e lá se foi ele a levar a linda em casa. Lá ele a deixou e se foi depois de mais um beijo.
Olhou-a entrar.
Tudo ali, naquela noite, longe do Pântano, fez o Ogro mudar. E indo embora ele já sabia que a Linda seria sua. Mais ainda e estranho, ele queria ser dela. Voltou com seu cheiro, seu gosto, seus olhos e sorriso a lhe acompanhar.
Assim por arredio estava e por saudade voltou. Saudade do que passaram, do que viveram naqueles instantes e a magia se fez para novos encontros.
Como não me apaixonar por ela!
Beijos com Amor

Inserida por ascaldaferri

" Viver
para ser bem sereno
desde pequeno
ouvi falar no fim do mundo
um absurdo!
ele nunca acabou
foram tantas oportunidades
cheias de maldades
e suportou
agora veja você
estão a dizer
que tudo findará
será?
não creio na morte
por sorte
por todos os lados vejo vida
a fé e o desejo de continuar
que assim seja, vida nova
renascer
a cada um
uma feliz páscoa
em um novo amanhecer...

Inserida por OscarKlemz

⁠Sei que sou falho, humano, pequeno e desejoso de tantas coisas, mas uma coisa que não me permito perder é a gratidão. Sou grato pelos amigos que tenho e deixo o reconhecimento da importância que cada um tem na minha vida, vida que segue. Que seja para o melhor, sempre, para todos nós. Um grande abraço e um beijo...

Inserida por OscarKlemz

"" As vezes um pequeno grão de areia no sapato, machuca tanto que compromete o pé inteiro, mas depois de tirado o grão de areia e o pé recuperado, pode-se voltar a caminhar normalmente... E ainda ver que o grão era insignificante... Ou não...""

Inserida por OscarKlemz

"" Às vezes me sinto tão pequeno, que só a solidão é capaz de me ajudar...""

Inserida por OscarKlemz