Pequeno Amor
Nossa história
guardo na memória.
Começou num momento tão pequeno...
Insignificante.
Tudo foi cambiado.
O acaso... amor destransformado.
O amor jurado olvidado.
Quem nos roubou a esperança?
Um bater de asas de borboleta...
Um tsunami gigante.
Arrogância
De novo estou voltando,
Voltando pra mim mesmo...
Onde eu era tão pequeno
No mundo grande que havia.
Vivia a vida como vinha
Um pouquinho a cada dia,
Querendo estar lá fora
Onde tudo acontecia...
Um dia eu fui pra fora,
Pensando eu saber
Que tudo conhecia...
Só a arrogância a mim precedia.
Vejo agora tão distante
Que meu mundo era grande
E na infância todo ele eu conhecia...
Agora homem velho
Nesse mundo tão pequeno
Nada mais eu já conheço.
Edney Valentim Araújo
Em busca
Quando tudo é só um pouco
Do muito que me poderia ser,
Eu vejo quão pequeno sou
Distante desse amor...
Ventos que te tocam
Me trazem o teu perfume
Em tenros pensamentos.
O tempo passa só lá fora,
Aqui em mim, é só você e eu...
Tudo isso me ocupa algum espaço
E não preenche o coração.
A vida é longa
Quando a caminhada
Não nos leva a lugar algum...
Mas cada passo que eu dou
Ainda é em busca desse amor.
Edney Valentim Araújo
1994...
Hoje sou eu
Esse menino tão pequeno e inocente,
Que em um único olhar
Encantou-se pela menina dos teus olhos.
Esse menino que segurou as tuas mãos,
Mãos que seria a primeira e a única a segurar,
Mãos que segurariam eternamente o seu coração de guri.
Esse menino que te viu crescer
E que cresceu perto de você sem poder te merecer,
Ele que cresceu sonhando só com você.
Sou eu,
Um homem incompleto
Vivendo sem teu amor de menina moça mulher.
Edney Valentim Araújo
Desde pequeno gosto de ser muito bom com todos aqueles que foram esquecidos, abandonados e se tornaram infelizes pelos caminhos. Sempre soube que os que muito precisam, são tão carentes que não conseguem ter agradecimento e reconhecimento, fácil. São os ossos da dor onde qualquer pequeno gesto de amor, carece. Mas a vida segue, e um dia eles percebem.
Você chegou bem pequeno,
quando ainda era apenas um filhote,
não demorou pra conquistar o nosso apreço,
agradeço a Deus por ter tido a sorte
de ter você conosco,
foi por nós acolhido e muito amado
e pra nós foi, muitas vezes, abrigo
e por isso, somos gratos,
agora, estamos de corações apertados,
é grande a nossa dor,
o que nos conforta é saber que você teve uma vida feliz e que o seu sofrimento acabou,
nunca será esquecido,
continuará vivendo nos nossos pensamentos,
adeus meu fiel amigo.
A tua presença vale ouro,
posso até perder o sono,
entretanto, um custo pequeno
a se pagar,
já que o tempo contigo é valioso,
és o sonho que tenho de olhos abertos, um amor caloroso
digno do meu esmero.
Tu és uma mulher cativante,
tens um olhar sincero e profundo, pequeno reflexo de um universo lindo de ricos detalhes
revestidos de um amor verdadeiro
e de uma notória intensidade.
É muito surpreendente
que um ser tão pequeno
e frágil seja um porto seguro tão resistente
com seus olhinhos brilhando,
seu sorriso disdentado,
seu lindo amor genuíno,
certamente, não é por acaso,
é um presente divino,
então, agradeço muito a Deus
por estar comigo,
pois é um dos melhores motivos
pelo os quais, tenho resistido.
O Eterno Retorno
No pequeno vilarejo de Hanamura, no Japão, vivia Aiko, uma jovem de olhar sereno e coração cheio de esperança. Aos 19 anos, ela se apaixonou por Hiroshi, um jovem pescador que, apesar da vida simples, sonhava com um futuro melhor para os dois.
O amor entre eles floresceu como as cerejeiras na primavera. Juraram estar juntos para sempre, mas o destino tinha outros planos. O Japão entrava em guerra e Hiroshi foi convocado para lutar. Na despedida, sob a luz do entardecer, ele segurou as mãos dela e prometeu:
Espere por mim, Aiko. Voltarei para você, nem que leve uma vida inteira.
Os anos passaram. Cartas deixaram de chegar. Os vizinhos sussurravam que Hiroshi jamais voltaria, que Aiko deveria seguir em frente. Mas ela não desistiu. A cada primavera, sentava-se no mesmo banco onde ele se despediu e observava o horizonte, esperando seu amado.
Décadas se passaram, e Aiko envelheceu, mas seu coração permaneceu jovem no amor. Mesmo quando a guerra acabou e os anos trouxeram mudanças, ela nunca aceitou que Hiroshi estivesse perdido. Seu amor era eterno, algo que nem o tempo nem a distância poderiam apagar.
Foi apenas 54 anos depois, em um outono silencioso, que a verdade chegou. Um veterano de guerra trouxe-lhe um diário antigo, encontrado entre pertences abandonados em um hospital militar. Era de Hiroshi. As últimas palavras escritas eram para ela:
Aiko, meu coração sempre pertenceu a você. Se o destino não permitir nosso reencontro nesta vida, nos veremos na eternidade.
Aiko fechou os olhos e sorriu. Ela sempre soube. O amor verdadeiro nunca desaparece. Ele apenas espera, pacientemente, pelo seu reencontro.
E naquela mesma noite, enquanto as folhas caíam das árvores, o espírito de Aiko finalmente partiu, livre, para encontrar seu amado além do tempo.
“Como pode um coração tão pequeno guardar tantas coisas, no meio dessa bagunça, os sentimentos organizam tudo e selecionam só o que quero, hoje quero só me lembrar do que me faz feliz.”
Um pequeno desejo
atrevido,
Um burlesque sincero
cumprido,
Depende só de você
para que ele seja
consumido
O vendaval formou nas areias
Um pequeno ciclone,
O vendaval levou até longe
Uma pequena semente,
A flor da duna adormecida
Que na livre altura oculta,
Uma ternura resoluta
Que embala toda uma vida.
O vendaval cantou no meu ouvido
Uma coisa que eu não havia percebido:
Que até nos teus passos eu dou sentido.
O vendaval plantou na duna,
Ele fez a boa semeadura,
Eu hei de abrir-me florida,
Nas tuas mãos carinhosas,
Por todo o amor que haverá nesta vida,
O vendaval trouxe-me da altura,
Para viver das venturas mais amorosas,
E depois fingir-me nos teus braços adormecida.
Um peixinho colorido
em cima das conchas
brincando de faz-de-conta.
....
O pequeno bagre
bem parado
é feito de biscuit.
Não precisa bater, prender ou chicotear quem pratica um pequeno furto no supermercado.
Os pequenos furtos praticados nos mercados e em outros estabelecimentos comerciais só serão facilmente resolvidos com inteligência, e essa inteligência se chama voluntariado.
Quando uma instituição um pouco mais estruturada recebe voluntários ela oferece geralmente um lanche ou um café no final das atividades.
Eu penso que em relação a essas ocorrências de pequenos furtos podem ser facilmente resolvidas com voluntariado, porque nenhum empresário tem condições de contratar tanto quanto gostaria, e há muita gente passando fome e de baixa renda que precisa de um algum pequeno item de consumo e que seja até uma guloseima para ter ânimo de vida para sobreviver, pois nenhum de nós nasceu para viver desgraçadamente.
Como organizaria isso se eu fosse empresária?
- Pesquisaria no meu estabelecimento vácuos na organização de meus produtos, limpeza e momentos que percebo que os funcionários de alguns setores estão mais cansados.
- Depois de feito esse levantamento estabeleceria a quantidade de pessoas que poderiam fazer o serviço e dividiria numa carga horária máxima de meia hora por voluntário para dar oportunidade para todos.
- Criaria um cadastro (com todos os dados necessários para a segurança da empresa) captar pessoas de baixa renda, desempregados e juventude que moram no bairro e que estejam dispostas a estes voluntariado para obter o produto ou os produtos (a combinar).
Imagino que se alguém resolver adotar essa idéia, esses pequenos furtos podem diminuir, a comunidade pode ficar mais envolvida com o comércio e a juventude que se encontra exposta a risco possa encontrar inspiração para se envolver no mundo do trabalho.
Assim todo mundo fica conhecendo todo mundo, e pode servir até como meio de futuras contratações.
Qual é a sua opinião sobre essa idéia?
Meu amor pode até ser pequeno, mas aqui cabe tudo.
Carinho, amizade, amor e o mais importante: você!
