Pequeno Amor

Cerca de 536 pequeno Amor

Quando eu flerto no espelho
O mundo para nesse pequeno momento
É ver beleza no rosto, olhos, cabelos
É sorrir feliz e sem jeito
Começo a gostar do que eu vejo
É leve, e divertido
Flertar comigo no espelho

Inserida por Kayka

⁠Este post é de um pequeno poema de poucas palavras - porém profundas - Que vi pendurado em um poste . "Parti! Mas primeiro você me partiu em mil pedaços!"

Inserida por WendelBonatti

Meu feixe de luz
Meu pequeno feixe de luz
De tanto sonhar que podia se alegrar
Perdeu a esperança de viver sem chorar
Sem ambição, sem felicidade
Apenas um pedido, uma súplica, por gentileza, uma caridade
Se não for encômodo
Se não for pedir tanto
Apenas um desejo, sem maldade
Será que alguém ainda pode me amar nessa realidade?

Inserida por Mylebeam

⁠Dentro de um espaço tão pequeno, você surgiu,
E em um instante, meu mundo se coloriu.
Entre tantas pessoas e desilusões,
Seu olhar me fez acreditar, sem razão.

Sua voz, suave, como a brisa a acariciar,
E seu olhar, único, fez o sol brilhar.
Nos momentos de riso, em conversas sem fim,
Descobri o poder de um amor sem fim.

Não sei até onde posso caminhar ao seu lado,
Mas sei que quando é verdadeiro,
Até o peixe no mar alcança a lua distante,
E o impossível se torna o mais puro desejo.

Termino este poema simples, mas profundo,
Com um toque de elegância, num estilo único,
Serão sentimentos eternos, ali vividos,
Serão palavras de amor, ao vento sussurradas,
Serão momentos que a alma jamais esquecerá.

Inserida por anabrady_music

⁠Você vai buscar as coisas do espírito quando perceber que tudo no mundo é pequeno e transitório, tudo nos leva a crer que os seres humanos são parte de um sistema maior e que suas ações têm consequências no mundo ao seu redor. Vivemos a lei do forte, os mais belos levam vantagens, os mais abastados levam vantagens, é sim uma seleção sobrenatural. Que pode ser vista como uma forma de proteger a dignidade e o valor dos seres humanos mais aptos a sobreviver diante da força da natureza e da sociedade. São vermes e leões no mesmo ecossistema.

Inserida por dunga_trismegisto

⁠estrela 🌟

estrela
um pequeno guia de luz
em meio a vasta escuridão,
um pequeno anjo celestial que guia meu coração

Estrela que emana um calor forte capaz de alcançar minha alma
e em noites ruins e conturbadas, sempre me acalma

Só de olhar pro céu, sinto sua luz em mim
brilhando intensamente
sem pretensão de se esvair

não importa o quão escuro esteja, essa pequena estrelinha é capaz de iluminar
Uma das coisas mais belas da vida é olhar para o céu e poder te contemplar

Inserida por Specialtea

E a gente jogava tão alegres
que mal víamos passar as horas.
Naquela grande sala
em um pequeno espaço de tempo
as emoções comiam solta.
E tudo era paz.
Mas conforme a bola rolava de pé em pé,
o corpo foi se queixando de sua dor,
E assim, cada vez mais,
a bola rolava menos ainda.
Sem forças para um gol,
a bola parou no meio do campo,
e o jogo chegou ao fim.

"Coração que ama"


⁠Em mesmo um pequeno momento só de te vê faz meu coração bater forte, acelerado como se ele tivesse vontade própria.

Seu sorriso largo, sua voz doce seu olhar puro me traz a alegria.
Nesse instante não penso apenas sinto augo tão forte.

Desejo-te, me atrai, e me cega.
Quando está feliz vou aos céus, mas quando a tristeza lhe abater caio ao chão.
Não importa o momento ou a situação quero está ao seu lado.

O que chama de loucura chamo de pureza, essa pureza essa autenticidade me faz te quer a cada dia mais.
Seu amor sua entrega pelos outros um coração grande que sofre, amor ternura.

Inserida por lucas_vieira_de_sousa

⁠detalhes



De tudo sobre você eu já escrevi,
cada pequeno detalhe eu gravei,
e sobre eles eu escrevi,
até pequenos fios que saltam da nuca,
os capilares sanguíneos que se ramificam nos olhos,
e o jeito com o qual movimenta a mão para explicar algo.
Tudo isso somado ao ver é como uma doce canção,
na qual poucos podem ouvir e perceber o quão majestosa é.

Inserida por felipe_leony

⁠Passeando pelo cemitério, me surpreendo ao me deparar com um pequeno e negro corvo que me fita sem parar,
Ao perceber que há algo em seu bico, minha curiosidade só aumenta
O que será aquilo? O que essa ave carrega?
Eu me mantive inerte e de fato admirada com aquele acontecimento, pois eu não imaginava;


E ao me aproximar ela não se mexeu, aquela ave de morte ali permeneceu.


Destino, loucura, pensem como for,
ela carregava consigo em seu bico uma flor.
Flor esse que para mim simboliza amor e morte, ela carregava uma rosa em seu pequeno porte.

Inserida por JessicaBat

⁠Desde pequeno a minha vó dizia
Saia de cima do muro
Desça daí, menino, já
Menino, já!

Inserida por DgAgency

⁠O mundo é grande demais para você sonhar tão pequeno. Ouse, Acredite e Persevere.

Inserida por eduardolimal

À medida que você se torna mais sensível, a vida vai ficando maior. A vida é um pequeno lago, ela se torna oceânica. Não fica limitada a você, e a sua esposa e as suas crianças – ela não tem limite algum. Toda essa existência se torna sua família e, ao menos que toda existência passe a ser sua família, você não conheceu o que é a vida - porque nenhum homem é uma ilha, todos estamos relacionados. Somos um vasto continente, ligados de milhões de maneiras. E se nossos corações não estiverem cheios de amor pelo todo, nossa vida se torna menor na mesma proporção.

Osho
Vida, Amor e Riso. São Paulo: Gente, 2001.
Inserida por Izabelcarvalhodesa

⁠Era pequeno demais para que me coubesse,por isso resolvi ir embora.

Inserida por isabelamorais

⁠Um pequeno segredo da felicidade: profissão que te realize, amigos e família que te compreendam e um amor motivador.

Inserida por ramada

⁠no ser, sou eu o pequeno caído, que grita sem voz, gemendo juízo, vestes o que sente e chora por dentro este triste lamento que tu mesmo cativou;
tu és despresada, no compasso da vida poucos te querem e como reges teu passo, um grande abraço triste eu vou. Senhora, por que me olhas? Teu brilho não esconde o semblante autrora de quem já foi grande!

Mas, ela me disse, "sou quem vois sou, sou gente da gente que rege temente um puro temor", traída, desmantelada, sou quem restou, agora cede na tua prosa, tuas mãos frias, para levantar e caminhar comigo se quiseres, caminhando e pensado, há de florar algo além que possamos enxergar.
No compasso, calado, desprovido de sentido tornei a perguntar;
Vindes de onde, não te vi neste altar?
- sou este que te diz, estes enxergam apenas o que lhe agrada, sorriem de alma deslavada, como pragas ao redor da planta, choram sem lá está àquele a pensar, na forma de ganhar medo e sem lágrimas.

⁠Às vezes eu prefiro ficar sozinha, com meu doce silêncio, com meu pequeno caderno que serve de terapia e meus livros que me levam para outro universo, do que sair do meu lindo mundo criado para festas. Esse mundo é incrível, pois não tem ninguém para me julgar ou brigas desnecessárias que acabam com os meus sorrisos, esse lugar é para onde fujo quando tudo está desabando sobre minha cabeça, esse é o meu mundo.

Inserida por duda591

Essa gente tem coração tão pequeno, que quando coloca alguém ali dentro tem que tirar outra pessoa.
Tem tão pouco espaço que o amor é limitado. Pobres coitados que perdem o grande barato da vida: amar e ser amado.

Vem pra cá, junte-se a nós! Aqui estão os exagerados, de coração grande, imenso, trasbordante! Do grupo que ama demais e cada vez mais. O espaço aqui dentro só aumenta e se por acaso estourar a gente até remenda.

Inserida por tainahferreira

'AN/DOR/INHA'

O pequeno esvoaçar
Rodopiar com ventos
Voar...

Sentir liberdade
Debulhando céus
Fatuidade...

Subir nas nuvens
Queimar o sol
Inquietude...

Inexpressivo homem
Não rodopia com os ventos
Lobisomem...

Encarcerado profusão
Palmilha cemitérios
Escravidão...

Poste tranquilidade
Vida, meio vivida
Minuciosidade...

Inserida por risomarsilva

⁠"As folhas do Outono, já davam aquele tom frio, escuro e lúgubre, ao solo do pequeno cemitério da cidade.
Foram poucos, os que apareceram, é verdade.
Mas de pouco adiantava, a presença dos que o conhecia, naqueles momentos de infelicidade.
Alguns transeuntes, paravam para confirmar, se era mesmo realidade.
Uns suspiravam de alívio, por pensar, que a pequena cidade voltaria à sua normalidade.
Outros, vislumbravam o caixão do velho, ao longe, com um misto de desdém e curiosidade.
Houve, também, alguns sorrisos, como se tivessem se livrado de uma praga, livrado a cidade da insanidade.
Não houveram lágrimas, não houvera luto, o que se percebia, era uma certa felicidade.
Ao fitar o velho, em seu eterno descanso, notei um uma expressão de serenidade.
Como se realmente, pela primeira vez em séculos, após uma vida tão tribulada, em seu leito de morte, finalmente descansasse.
Fiquei sabendo, alguns anos mais tarde, que morrera com os seus trinta e três anos, embora, não aparentasse.
As mazelas da vida, a ausência daquela mulher, fizera com que o algoz e inexorável tempo, o maltratasse.
Ela, pelo contrário, era somente três anos mais nova que ele, tinha uma pele que daria inveja a qualquer anjo, parecia, ainda, permear a puberdade.
Seria pecado, até mesmo vislumbrá-la, resolveria com o próprio Deus, o homem impuro, que a tocasse.
Quando no enterro, ela fora vista na cidade, chorando como uma criança, em uma antiga esquina, embaixo de um ipê rosa, que devido a estação, a muito já perdera a sua folhagem.
Narraram-me, posteriori, que foram a seu socorro, tentando afastá-la do pranto, tentaram descobrir qual o mal, acometera à tal beldade.
Ela não quis dizer, enxugou as lágrimas e nunca mais fora vista arrabalde.
Encontrei-a, cantando uma canção melancólica, em um velho teatro, anos mais tarde.
Perguntei-a: '- Não tentarás ser feliz novamente? Ele não iria querer assim, acabarás como ele, mergulhada nas amarguras, nas lembranças, nessa cacimba de insanidade.'.
Ela fitou-me, com aquele negror de olhos, mergulhados em lágrimas, que ela lutava para que nenhuma, se derramasse.
Era inenarrável, o belo e atemorizador rubor, em sua face.
Embalada em tristeza, ela me disse: '- Já fui feliz, hoje, minha felicidade, está enterrada naquele cemitério, com um véu de folhagens; fui feliz naquele casebre, naquela cidade.
- Não valorizei a minha felicidade, abandonei-a, das mulheres, fui a mais covarde.
- Então Deus a levara de mim. Céus! Que maldade!
-Restara-me, apenas, a viuvidade.
- Infelizmente, agora é tarde.'.
Ela saiu aos tropeços e esbarrões; não a segui, não existem palavras de conforto, para a alma presa à uma vã realidade.
Mas ela estava certa, para o desalento de todo aquele que ama, tudo o que dissera, era a verdade.
Hoje, rogo aos céus, para que Deus, dê à alma do velho, descanso e serenidade.
Prostro-me de joelhos, para que Cristo, daquela bela moça, tenha piedade.
E ao cair da noite, me indago sempre: Os amantes jazem nos cemitérios; e os amores, aonde jazem?- EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, O Cemitério da Cidade

Inserida por wikney