Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Todo o espírito que existe no mundo é inútil para quem não o tem; ele não tem perspectivas sobre nada e é incapaz de aproveitar as dos outros.

A longo prazo uma profissão é como o matrimônio; apenas se sentem os inconvenientes.

O muito torna-se pouco com desejar um pouco mais.

Quase ninguém se apercebe, por si próprio, do mérito de outra pessoa.

Não há poder. Há um abuso do poder, nada mais.

Um versificador não considera ninguém digno de ser juiz dos seus versos; se alguém não faz versos, não sabe nada do assunto; se faz, é seu rival.

O que há de melhor nos grandes empregos é a perspectiva ou a fachada com que tanta gente se embeleza.

Quando desejamos pomo-nos à disposição de quem esperamos.

O louvor que mais prezamos é justamente aquele que menos merecemos.

É verdade que, por vezes, os militares, exagerando da impotência relativa da inteligência, descuram servir-se dela.

A maior parte dos males e misérias dos homens provêm, não da falta de liberdade, mas do seu abuso e demasia.

Os bens que a ambição promete são como os do amor, melhores imaginados que conseguidos.

Querendo parecer originais, tornamo-nos ridículos ou extravagantes.

Deixamos de subir alto quando queremos subir de um salto.

Ninguém mente tanto nem mais do que a História.

A democracia é como a tesoura do jardineiro, que decota para igualar; a mediocridade é o seu elemento.

Muito transforma-se em pouco se se deseja um pouco mais.

O império mais poderoso e fatal que existe é o das circunstâncias.

Se a vida é um mal, por que tememos morrer; e se um bem, por que a abreviamos com os nossos vícios?

Os vícios, como os cancros, têm a qualidade de corrosivos.