Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Para mandar muito tempo e absolutamente sem alguém é indispensável ter a mão leve e, nunca lhe fazer sentir, por pouco que seja, a sua dependência.

O remorso é no moral o que a dor é no físico da nossa individualidade: advertência de desordens que se devem reparar.

O sábio que não fala nem escreve é pior que o avarento que não despende.

A opinião pública é sempre respeitável, não pelo seu racionalismo, mas pela sua omnipotência muscular.

É verdade que, por vezes, os militares, exagerando da impotência relativa da inteligência, descuram servir-se dela.

A avareza contribui muito para a longevidade, pela dieta e abstinência.

Muito transforma-se em pouco se se deseja um pouco mais.

É judiciosa a economia de palavras, tempo e dinheiro.

Apenas o silêncio é grande, tudo o mais é debilidade.

Os homens sem mérito algum, brochados de insígnias e de ouro, são comparáveis aos maus livros ricamente encadernados.

Os velhos ruminam o pretérito, os moços antecipam e devoram o futuro.

A falsa ciência não aumenta o nosso saber, agrava a nossa ignorância.

Os homens enganam-se miseravelmente quando esperam encontrar a sua felicidade, mais na forma dos seus governos que na reforma dos seus costumes.

A obstinação nas disputas é quase sempre efeito do nosso amor-próprio: julgamo-nos humilhados se nos confessamos convencidos.

A ação traz mais fortuna que a precaução.

A mais útil e honrosa ciência e ocupação da mulher é a ciência dos cuidados domésticos.

Os homens mais orgulhosos são geralmente os mais irritáveis e vingativos.

É mais fácil perdoar os danos do nosso interesse que os agravos do nosso amor-próprio.

O louvor que mais prezamos é justamente aquele que menos merecemos.

Os vícios, como os cancros, têm a qualidade de corrosivos.