Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Perante um auditório de tolos, os velhacos tornam-se fecundos, e os doutos silenciosos.

Somos tão responsáveis por amar sempre como o somos por nunca amar.

Raramente nos consolamos das grandes humilhações; esquecemo-las.

Os homens, para não desagradarem aos maus de quem se temem, abandonam muitas vezes os bons, a quem respeitam.

Há muitos homens que se queixam da ingratidão humana para se inculcarem benfeitores infelizes ou se dispensarem de ser benfazentes e caridosos.

É, por vezes, mais difícil governar um só homem do que um grande povo.

É falta de habilidade governar com tirania.

Os homens, tão enfadonhos quando se trata das manobras da ambição, são atraentes ao agirem por uma grande causa..

O homem não pode de forma alguma impedir de ter pela mulher um desejo que a aborrece; a mulher não pode de forma alguma ter pelo homem uma ternura que o aborrece.

Não poder suportar todos os maus carácteres de que a sociedade está cheia não revela bom carácter: e isso é indispensável no comércio das peças de ouro e da moeda.

É necessário subir muito alto para bem descortinar as ilusões e angústias da ambição, poder e soberania.

A religião amansa os bravos e alenta os fracos.

As opiniões de um século causam riso ou lástima em outros séculos.

A maior parte dos males e misérias dos homens provêm, não da falta de liberdade, mas do seu abuso e demasia.

Em vão procuramos a verdadeira felicidade fora de nós, se não possuímos a sua fonte dentro de nós mesmos.

Se eu conhecesse alguma coisa que fosse útil à minha pátria, mas prejudicial à Europa, ou que fosse útil à Europa, mas prejudicial ao gênero humano, considerá-la-ia um crime.

Não há coisa mais fácil que vencer os outros homens, nem mais difícil que vencer-nos a nós mesmos.

A virtude é coisa deveras inútil e frívola, caso apenas tenha a recomendá-la a glória.

Não é raro aborrecermos aquelas mesmas pessoas que mais admiramos.

O homem de juízo aproveita, o tolo desaproveita a experiência própria.