Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Pouca ou nenhuma vez se realiza com a ambição coisa que não prejudique terceiros.

É preciso rirmos antes de sermos felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas.

O Homem não tem porto, o tempo não tem margem; / ele corre e nós passamos!

Não há paixão que abale tanto a sinceridade dos juízos como a cólera.

A fortuna troca às vezes os cálculos da natureza.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Deus, que eu morra no palco!
Não me coroem
De rosas infecundas a agonia!

Muitas pessoas se prezam de firmes e constantes que não são mais que teimosas e impertinentes.

É próprio das grandes almas desprezar grandezas e almejar mais o médio do que o muito.

Apenas um homem de gênio ou um intriguista se atrevem a dizer: «Fiz mal». O interesse e o talento são os únicos conselheiros conscienciosos e lúcidos.

O mundo, que não é causador de nenhum bem, é cúmplice de muitas infelicidades; depois, quando vê eclodir o mal que ele maternalmente chocou, renega-o e vinga-se.

Os lugares de chefia fazem maiores os grandes homens, e mais pequenos os homens pequenos.

As repúblicas acabam pelo luxo; as monarquias, pela pobreza.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

Nós apenas trabalhamos para encher a memória e deixamos o entendimento e a consciência vazios.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

O escravo apenas tem um senhor, o ambicioso tem tantos quantos lhe puderem ser úteis para vencer.

Parece, Meu Caro ..., que as cabeças dos homens mais notáveis minguam quando se reúnem, e que onde há mais sábios, há também menos sabedoria. Os grandes grupos, prendem-se tanto aos momentos e aos vãos costumes, que o essencial não vem senão depois.

É preciso que um autor receba com igual modéstia os elogios e as críticas que se fazem às suas obras.