Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Sempre vimos boas leis, que fizeram com que uma pequena república crescesse, transformarem-se depois num peso para ela, depois de grande.

A imaginação é o paraíso dos afortunados, e o inferno dos desgraçados.

Muitas pessoas se prezam de firmes e constantes que não são mais que teimosas e impertinentes.

Os lugares de chefia fazem maiores os grandes homens, e mais pequenos os homens pequenos.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

As repúblicas acabam pelo luxo; as monarquias, pela pobreza.

Apenas um homem de gênio ou um intriguista se atrevem a dizer: «Fiz mal». O interesse e o talento são os únicos conselheiros conscienciosos e lúcidos.

A autoridade não se consegue sem prestígio, nem o prestígio sem distanciamento.

O aborrecimento entrou no mundo pela mão da preguiça.

Deve-se usar da liberdade, como do vinho, com moderação e sobriedade.

O escravo apenas tem um senhor, o ambicioso tem tantos quantos lhe puderem ser úteis para vencer.

O invisível é real. As almas têm o seu mundo.

Nós apenas trabalhamos para encher a memória e deixamos o entendimento e a consciência vazios.

É preciso que um autor receba com igual modéstia os elogios e as críticas que se fazem às suas obras.

A nossa imaginação gera fantasmas que nos espantam durante toda a nossa vida.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

Viver é o meu trabalho e a minha arte.

Os soberbos são ordinariamente ingratos; consideram os benefícios como tributos que se lhes devem.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.