Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Os ignorantes exageram sempre mais que os inteligentes.

O medo é a arma dos fracos, como a bravura a dos fortes.

Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.

As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.

Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.

Os males que não são percebidos são os mais perigosos.

O insignificante presume dar-se importância maldizendo de tudo e de todos.

Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.

Quem ama o perigo, nele perece.

Os pintores só devem meditar com os pincéis na mão.

A luxúria é como a avareza: aumenta a sua própria sede com a aquisição de tesouros.

Muita luz deslumbra a vista, muita ciência confunde o entendimento.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

Do ódio à amizade a distância é menor que do ódio à antipatia.

Abandonando nobremente quem nos deixa, colocamo-nos acima de quem perdemos.

Onde intervêm o favor e as doações abatem-se os obstáculos e desfazem-se as dificuldades.

Há injúrias que temos de ignorar para não comprometermos a nossa honra.

A glória só chega àqueles que com ela sonharam.

Deus, que eu morra no palco!
Não me coroem
De rosas infecundas a agonia!

Não podemos deixar de ser difusos com os ignorantes, mas devemos ser concisos com os inteligentes.