Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Eu já senti muitas vezes, senti ódio, dor, agonia, rancor, mas também felicidade,paz, tranquilidade e amor. Um amor do tipo chama, que arde sem doer, amor que nunca se esquece, que se ganha, que se perde. Amor que dá certo, amor que dá errado como os encaixes errados de um quebra-cabeça. Amor confuso como as peças de damas em um tabuleiro de xadrez ou cartas de Uno junto com cartas de baralho.
Porém, entre toda essa discórdia e transtorno, foi você, entre milhões de amas perdidas, que eu escolhi resgatar. Que escolhi tornar meu, mesmo sem saber. Entre todas as flores do jardim, foi você, meu cacto, que escolhi para deixar na janela do quarto. Foi você, no meio de todos os vícios, minha nicotina, que escolhi para me acalmar e então, com o tempo, me destruir.
Lhe dei meu coração e você o desfarelou como bolacha quebrada de uma criança triste. Você o quebrou e depois tentou consertar, como o espelho de nossa sala naquela noite de inverno. E eu decidi destruir o eu também, como fiz com nossa casa durante nossa primeira briga. Mas você não deixou assim, não é? Como poderia? Somos o negativo, a troca, o casal que nunca deveria dar certo, mas que no final, deu.
Diante dos cacos de nossos corações jogados no chão, você abraçou-me, beijou-me e jogou-me na cama, fazendo com que todos os nossos gritos de raiva virassem gritos de prazer que nem os vizinhos deveriam ser obrigados a ouvir, se não teriam inveja de um amor tão gostoso quanto o nosso.
Destrupimos nossos corações e sentimentos, então catamos cada pedacinho, juntamos com durex, fita isolante, cola bastão e até super bonder e, por mais que os quebrássemos e dia em dia, mês em mês, sempre descobríamos o melhor jeito de recolher os caquinhos. Os vestígios de amor que sabíamos ainda existir.
E somos o oposto um do outro, enquanto sou chuva, você é sol. Enquanto sou o escuro, você é a luz e, de repente, decidimos trocar de papal. Nunca seremos iguais e, talvez por isso ocorra tantas brigas e confusões. Mas que graça existe no igual? O diferente também trás declarações e amor de verdade, trás esperança no que é certo e errado, cria nossa própria realidade, cujo escolhi viver apenas com você.
Você é minha sensação mais gostosa, o sentimento mais divertido, o abraço mais reconfortante e o beijo mais viciante. Sei que podemos ser a troca ou o oposto e, você pode ser minha alma perdida ou meu cacto no jardim, mas o importante é que nunca desistirei de você, meu amor.
Sei que ainda teremos muitos caquinhos de corações partidos para juntar, mas mesmo assim, todo trabalho valerá à pena por estar em seus braços. E se um dia, de repente, não houver mais conserto, então, tudo bem, pois criaremos outros corações. Somos o começo, as renovações do meio, mas nunca o fim.
E eu serei eternamente sua, até meu último suspiro.
Nunca é tarde para dizermos: eu te amo, eu errei, a culpa foi minha, me perdoe! E a sua vida terá sempre um recomeço.
Se eu fosse uma deusa eu arrumava a felicidade
Colocava dentro de uma bomba atômica
Acionava a reação de fissão
E proliferava no espaço.
Toda a minha vida,eu tive dúvidas sobre quem eu era,aonde eu pertencia...Agora,eu me sinto como a flecha que é lançado do arco
Sem hesitações,sem dúvidas...O caminho é claro...MAIS UMA VEZ!
Eu vejo mais sentido na vida ao olhar pra uma tubulação de esgoto, do quer ao ler algum escrito de Shakespeare.
Aquele Olhar...
No turbulento vai-e-vem do dia-a-dia, eu, na distância de minha proximidade, vejo claramente aqueles olhos que ainda ignoro o nome, a me contemplar, como se em silêncio dissesse algo gostoso de ouvir, mas ainda vetado pela boca;
Percebo tudo isso também em silêncio, pois a estrada pela qual nossos pés sem cérebro caminham, existe uma platéia hostil que controla milimetricamente o espetáculo; Platéia esta que vive sustentando máscaras, e teme a revelação do seu verdadeiro rosto, refletido nos artistas que atuam mudos no palco do medo;
E assim, ando em passos lentos, tentando olhar mais atentamente para esse Ser que me inquieta; que me faz refletir, que me interroga em palavras e que através de um comodismo corajoso, me ensina a fácil dificuldade de ser um artista sem voz com capacidade de ensurdecer uma platéia sem ouvidos.
Ser no teu céu te prende a realidade
Poderia eu ser o caos e loucura de toda fantasia?
Ser na claridade ver-se cores
O que sou na sua escuridão
Ser o nosso velho fantasma nos separar
Qual o ser vivo a nós unir?
O porquê? Sinceramente eu ainda quero saber, para que eu consiga me resolver...
Eu estou em um estresse que não vale a pena, mas, sei lá, não consigo entender, ou não quero entender...
Mesmo sabendo que eu não devo me abalar com pequenas coisas, eu me abalo, Pô, eu sou um ser humano, e por incrível que pareça eu tenho sentimentos, e os sentimentos nós não os controlamos, os sentimentos são que nem a água, livre, ela é pura e transparente e corre sem parar, sem ela nenhum ser vivo é vivo, sem ela não há vida, agora sem sentimentos, não há graça...
A vida é composta por diversas coisas, na qual nós damos a cada coisinha sua importância e a partir daí nós começamos a ver tal coisa de certa forma...
Sabendo que as vezes se enganamos se iludimos, damos pouca importância ou de mais, assim depois de um bom tempo começamos a enxergar as coisas de maneira diferente, com um senso crítico mais apurado, mais desesperado por importâncias, por razões e conhecimentos... E a pessoa fica na dúvida... será? Será consigo? Será que tento? Será que vale?
Tanto é que a única forma de saber é tentando, mas mesmo em pensar em tentar ela já fica em dúvida, e da importância para o que o fulano falou ou deixou de falar, mas não uma importância pra ela, mas sim para o fulano que falou, ela tenta achar uma razão em tudo, seja em pequenos detalhes ou grandes, sendo que daí ela fica com a cabeça a mil, a pensar tanto acabando ficando estressada e ainda, quer mais em seus dias, e talvez seja por isso que ela está tão abalada, com medo de não conseguir, com o cliché de pensar no “será” e ter medo, ela tem que tentar e saber lidar com os resultados, saber ser sem medo de ser ela e saber se pôr em primeiro lugar, porque antes de tudo, ela mesma tem que se amar...
"Luz & Vida"
É de um grande amor assim
que eu necessito
Nem sempre me lanço ao encalço
cega e muda
mas sempre choro
grito por ele no meu travesseiro
canto por ele embaixo do chuveiro
e choro
carrego no peito a dor do mundo
e choro
choro um rio e três lagoas
nas madrugadas
abandonadas
nas manhãs envergonhadas
enojadas de pobreza
violência
impotência...
É preciso não matar esse amor
mesmo dilacerante
amor-pele
bordado intrigante
que revela
a poeta
Não posso perder a luz no meu olhar
Só ela mostra a vida a comungar...
Seja por onde eu for, seja por quais caminhos eu trilhar, tenho a certeza que a bondade e a misericordia sempre hão de me seguir.. Assim é e sempre será!
O que todos nós precisamos ter em mente é que, pra cada porta que se fecha, uma janela se abre. Eu sei, eu sei, beira ao clichê repetir essa frase, mas tente mergulhar fundo no belo ensinamento que ela traz: a positividade. Pra que focar tanto no problema, na perda, na tristeza? Tudo isso faz parte da vida, traz crescimento pessoal. Todas as pedrinhas que você chutou pra longe na vida fazem parte de quem você é hoje. Aos pouquinhos, você foi se construindo, ficando mais forte. Os problemas são importantes, mas não dê tanta importância à eles. Não viva os problemas. Temos que sentar e observar maneiras de lidar com eles, sem que tomem conta da nossa essência. Só dessa forma nós conseguimos aprender, mudar internamente e ser cada dia mais felizes. Precisamos ser mais positivos em um mundo cada dia mais pessimista. Precisamos levar o amor em um mundo cada dia menos tolerante. Precisamos ajudar mais o outro em um mundo cada dia mais egoísta. Queremos tanto um mundo melhor, mas o que nós estamos fazendo pra contribuir? Façamos nossa parte. Primeiro é preciso cuidar das nossas vidas com muito amor, pra que essa felicidade exale, transborde, e contamine mundo afora.
Se eu disser que nunca me importei com a opinião alheia, estarei mentindo. Claro que já. Na minha época de escola, quando era criança, não existia bullying. Era normal, fazia parte do cotidiano. E isso me fazia pensar o que é que eu fazia de errado pra pegarem tanto no meu pé. Com o tempo eu fui percebendo que eu fazia exatamente aquilo que eles não tinham coragem: eu fazia o que eu queria. No fundo, eles não tinham peito pra segurar as decisões que queriam tomar e me viam fazê-las. Eu não fazia o que todo mundo fazia porque não queria, não via graça. E nunca pensei que, porque todo mundo tá fazendo eu também ia querer. Aliás, eu nunca fui assim. E sempre fui julgada por isso. Só que hoje é diferente. No auge dos meus quase 30 ser apontada por algo que eu quis fazer não me tira o sono, não me preocupa e, inclusive, chega a me fazer rir. É engraçado ver pessoas que queriam viver como eu vivo, queriam se permitir, mas não conseguem. Como diria Tati B., "a maioria vê em mim seus próprios defeitos e os aponta em mim, porque é mais fácil atacar o que está fora. A verdade é que ninguém, no fundo, presta, mas só quem é realmente idiota para assumir é que aparece e vira referência."
Eu sempre tive receio de falar sobre sentimentos e, me julguem, nunca disse eu te amo pra cara nenhum. Sei lá, na minha cabeça essa é a cartada final pra dizer: pronto, to na sua mão, agora faz o que quiser. E foi nesse pensamento que durante anos a fio eu vinha tentando esconder o que eu sentia. Mesmo que fosse óbvio, mesmo que pra mim estivesse na cara e eu não precisasse falar nada, a verdade é que ninguém tem bola de cristal pra adivinhar. Pudera eu ter uma. É verdade também que se entregar de bandeja continua não sendo do meu feitio.
Não faz parte de mim escancarar sentimentos e gritar pro mundo inteiro o que acontece aqui dentro de mim. Ao mesmo tempo, com o passar dos mesmos anos, me vejo mais desprendida. Não tenho mais idade pra me esconder em disfarces e fingir que não quero, quando na verdade é o que mais quero. Fui vendo que se a gente não dá a cara a tapas, nada, absolutamente nada muda. Confesso que requer coragem, e que talvez eu ainda não tenha suficiente, mas tô pagando pra ver.
Acho que a gente não precisa ser agressiva pra mostrar interesse, mas poxa vida, mostra interesse! Passei da fase de joguinhos, de esperar me chamar pra sair ou demorar pra responder pro cara ficar lá esperando. Eu sou intensa e não aprendi, e nem quero, ser menos do que isso. Sou de mandar mensagem de bom dia, perguntar o que tá fazendo, jogar conversa fora e olha, nem sempre isso quer dizer que eu esteja apaixonada. É minha maneira de mostrar interesse, de querer te conhecer melhor.
Não é difícil despertar meu interesse, porque não sou dessas que se liga na aparência física. Gosto de sentir aquele friozinho na barriga, da expectativa, da conquista. O problema é me manter interessada. Não que eu goste só da conquista, mas tem que ser mais que isso.
A maior parte das vezes o cara se empenha tanto nessa parte que finge ser o que não é só pra agradar. Aí você se apaixona por esse cara, o que lutou pra te conquistar. E quando você se dá conta, aquele cara é desconstruído dia a dia, e o encanto vai embora.
Já perdi as contas de quantas vezes minhas amigas me falam pra não dar tanta atenção, mas eu só consigo parar de falar com o cara se eu realmente não quiser mais nada, ponto. E aí depois que eu sumo, ele corre atrás, mas aí... aí é sempre tarde demais.
Na faculdade a gente sempre tem aquelas aulas que se pergunta 'que diabos eu to fazendo aqui'. Foi isso que me perguntei quando vi na minha grade a matéria de psicologia. Pensando que seria uma grande perda de tempo, frequentei as aulas despretenciosamente. Confesso que não lembro o nome dela, mas é certo que nunca esqueci uma aula que ela deu sobre zona de conforto. Nós, seres humanos pensantes, estamos visivelmente acostumados a repetir hábitos diariamente. Acordar no mesmo horário, ver os mesmos programas, ir aos mesmos lugares, sentar na mesma cadeira e até a usar o mesmo banheiro. Usamos as mesmas marcas, mantemos os mesmos amigos, falamos sobre as mesmas coisas e reclamamos que nada muda. Pra mudar então, temos que sair da zona de conforto. Não sente naquela cadeira cativa, acorde em outro horário, diga sim quando normalmente diria não e veja a mágica acontecer. A gente tem na cabeça atitudes que estão no piloto automático e são elas que nos deixam presos na mesmice. Só que pra mudar, tem que ter coragem. Deixar o medo de lado e não fazer pre-julgamentos. É isso que faz a mudança. E aí, vai mudar o que hoje?
a minha vida tem palavras
palavras eu tirei
vida sem palavras
e como sem português
português e a vida do
livro conto e poema também
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