Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
De todas essas palavras
A que eu mais gosto, é você.
Me faz pensar em como eu,
Um dia pude entristecer.
De todas as lembranças
Eu só quero esquecer
De quando eu chorei,
Descontroladamente,
Por você.
B.
Viajante
Eu me sinto tolo como um viajante
Pela tua casa, pássaro sem asa, rei da covardia
E se guardo tanto essas emoções nessa caldeira fria
É que arde o medo onde o amor ardia
Mansidão no peito trazendo o respeito
Que eu queria tanto derrubar de vez
Pra ser teu talvez, pra ser teu talvez
Mas o viajante é talvez covarde
Ou talvez seja tarde pra gritar que arde no maior ardor
A paixão contida, retraída e nua
Correndo na sala ao te ver deitada
Ao te ver calada, ao te ver cansada, ao te ver no ar
Talvez esperando desse viajante
Algo que ele espera também receber
E quebrar as cercas que insistimos tanto em nos defender
Eu me sinto tolo como um viajante
Pela tua casa, pássaro sem asa, rei da covardia
E se guardo tanto essas emoções nessa caldeira fria
É que arde o medo onde o amor ardia
Mansidão no peito trazendo o respeito
Que eu queria tanto derrubar de vez
Pra ser teu talvez, pra ser teu talvez
Eu perdi a conta de quantos textos escrevi pra voce,perdi a conta quantas vezes chorei antes de dormir,pensando em NOS
sim , eu já errei por diversas vezes , já bati na mesma tecla , já “quebrei diversas vezes essa cara horrível” , já tive vontade de desistir , já pensei em voltar atrás , já briguei , já chorei , já sorri , e na boa nunca me arrependi de nada
sabe por que ? porque NADA acontece sem a permissão de Deus . agr uma pequena e importante observação: Não culpe Deus por atitudes mal pensadas , Deus só permiti o que está traçado e o que você escolhe !
EU TENHO 4 SORRISOS:
..um quando acho graça,
um quando sou irônica,
um quando fico sem graça,
e um quando te vejo... ♥
Eu sou um poço de mentiras, sou a hipocrisia viva com uma grande pitada de confusão. Sou a água e o fogo, um facho de luz no fim do túnel e a completa escuridão. Carrego culpa em meus ombros e a inocência em meus olhos. Sou uma menina fraca e idiota, presa em um corpo com uma garota revoltada e perigosa. Muito complicada para ser entendida, mas ao mesmo tempo, tão estupidamente óbvia. Alguém que confia muito rápido nas pessoas, mas ao mesmo tempo, nunca baixa a guarda. Porque se você baixar, as pessoas saberão suas fraquezas. E é justamente aí que se põe tudo a perder. Hoje em dia, é muito difícil de confiar plenamente em alguém. Principalmente em si mesmo.
Eu conheço um menininho
Ele é muito bonitinho
Ele é Arthurzinho
Arthurzinho de vovó
Ele é muito bonitinho
Ele é o amorzinho de vovó.
Que eu chegue ao final de mais um dia acreditando em mim mesma, no amor entre as pessoas, na amizade verdadeira, acreditando que tudo tem um sentindo, que de bom ou ruim, tudo tem seu motivo para acontecer!
Vou te dizer o que eu nunca te disse antes, talvez seja isso o que está faltando: ter dito. Se eu não disse, não foi por avareza de dizer, nem por minha mudez de barata que tem mais olhos que boca. Se eu não disse é porque não sabia que sabia – mas agora sei. Vou te dizer que eu te amo. Sei que te disse isso antes, e que também era verdade quando te disse, mas é que só agora estou realmente dizendo.
Enquanto você mia...
Eu arranho...
Enquanto você tem sete vidas...
Eu mato de amores...
Enquanto nascem suas unhas...
Minhas garras já afiaram...
Essa é a diferença...
Entre uma bichana (você) e uma felina (eu).
O que mais me dói em ser um ser humano, é que por mais cuidado que eu tenha, eu sempre vou magoar alguém.
Talvez seja cedo demais para eu te escrever um texto, mas só quero que você saiba como é bom te olhar, te admirar assim de pertinho, porque até então só tinha lhe visto pelo facebook. Meu Deus, como você é ainda mais lindo de perto, e ficaria tão bem do meu lado. Mas eu preciso me conter, porque talvez você nem saiba quem eu sou, eu estava tão diferente naquela foto. E por isso deixei o silencio tomar as rédeas da situação.
A verdade é que o silencio era meu escudo para evitar uma aproximação, mas o sentimento veio antes que eu quisesse lhe evitar. E no momento que você sorriu, meu medo foi aprisionado. E você estava ali, sozinho, parado na minha frente. Minha vontade era correr pra te abraçar e pedir que não me soltasse nunca mais. E me passou pela cabeça o quanto eu, você, o seu telescópio e o céu poderíamos ser absurdamente felizes juntos.
E quando eu vou ver, já estou pensando demais e escrevendo um texto pra você, como fiz com todos os outros que passaram pela minha vida. Mas eu queria que dessa vez desse certo, já cansei do prólogo e queria que você não fizesse parte dele, porque queria termina-lo e partir para o primeiro capitulo. Você não imagina, não tem ideia de o quanto tenho pensado em você. Talvez você nem venha a ler isso, mas eu queria deixar em palavras o quanto gosto de você. Não é amor, é só um gostar de uma pessoa diferente e que consegue aprisionar meus medos. E caso você leia, um convite para o meu primeiro capitulo.
RECADOS DA PRIMAVERA
Tantas estrelas no céu
No dia em que eu parti...
Era meados de abril
Fugi, voei pra longe dali.
Recados da primavera
Guardei no meu coração:
Regar as flores do mundo
No inverno, no outono e verão.
Pela estrada eu fui caminheiro
No caminho fui só solidão
Procurando atalhos sem fim
Pelas veredas da inspiração.
Andei por tantos lugares
Por mares, montanhas e sertão
Desvendando os mistérios da vida
E dela arrancando a lição.
Hoje eu saco primeiro da arma
E acerto o seu coração...
São tantas palavras que atiro,
Pois tenho muita munição.
Sinto que ainda permanece aqui, um pouco da mariposa perdida no caminho que fui… eu fui. Segui a pé a estrada da nossa despedida, sem lenço no bolso, sem nenhum vento para soprar a direção. Passando por todo o espinho que insistiu em me açoitar, com a mala tão pesada que me exprimia a coluna, com a vida tão frágil que sem ver, meus pés se molhavam com minhas próprias lágrimas. Virei estátua de sal, parei só pra olhar em teus olhos uma vez mais, um sonho a mais. Permaneci, intacta, como a mariposa que não consegue mais bater as asas, tão maleável, tão diminuída a nada, uma poeira… que a gente varre e deixa longe, tão longe…
Permaneci, com o retrato de nossa história, com as fotos empoeiradas, preta e brancas agora, com o som de um martírio não mais dividido, com o adeus. Só o adeus. Permaneci, com o retrato do que você era, só olhando, como se eu pudesse resgatar o teu sorriso, o teu olhar caído encima de mim, você. Esperando só um pio de respiração que viesse da sua alma, mas perdi.
Eu fui, estátua de sal, que espira teu sorriso em troca do amor, que congela a vida pra viver em outra hora, que congela o tempo porque, às vezes, ele é triste demais… perdido demais. Fui, o desenrolo de toda a canção que os poetas um dia, escreveram, só pra mostrar com outros olhos a vida que passava atrás da porta, lá fora, o dia que se abre por trás do sol, porque viver é mais. Maior que toda a obrigação que esfregam no nosso rosto, maior que todo o bater de pés, maior que todo o cansaço, que todo o tempo congelado, que todo o estrago, que todo o abismo que vive dentro de nós. É maior do que a vontade de parar, e se tacar no buraco e esperar a chuva para morrer afogado. É maior que ser uma mariposa e perder as asas. A vida, amor, sempre foi maior que eu. E sempre será maior que nós.
Porque a saudade nunca te fará reviver o passado, nunca me fez, nunca me restou nada do que eu tanto amei, senão lembranças. E nenhuma delas totalmente intactas. Pois a verdade de toda essas horas em que nos desesperamos, é que perdemos. Perdemos, essas tais lembranças de que falei, perdemos, alguns laços em torno dos dias, perdemos a nós mesmos em certas épocas, ou pra toda a vida. E nunca mais achamos, nunca mais conseguimos encontrar o verdadeiro eu que se escondeu em algumas das inúmeras estradas que trilhamos. Perdemos… o caminho e a força, hora ou outra, a coragem. Só pra mostrar que somos grãos de areia, cinza… etceteras.
E no fim, só a alma sabe o quanto permaneci, com minhas asinhas quebradas, com meu amontoado de malas. E mesmo com as horas sufocantes tentando catar pedaços de mim perdidos pelo caminho, eu ainda, mantive a respiração. Pois você sabe, quantas coisas a gente perde no meio do caminho… dentre elas, o coração.
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