Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Melhor é ser servo do Senhor,
sendo visto e amado como filho por Deus
do que ser escravo do mundo,
prisioneiro do pecado e réu do inferno.
No mundo das ideias, meu pensamento vagueia,
Em busca da verdade, da luz que clareia.
Platão, sábio mestre, guia da razão,
Em teu legado, encontro minha inspiração.
As sombras da caverna, ilusões que nos cegam,
A realidade verdadeira, que poucos enxergam.
A busca pela justiça, pela virtude e pelo bem,
Em teus diálogos, encontro o caminho que convém.
A filosofia, como um amor platônico, ardente,
Busca o Belo, o Bom, o Justo, incessantemente.
Nas formas eternas, no mundo das ideias,
Encontro a essência, a verdade que clareias.
Na República, na Alegoria da Caverna, revelas,
A busca pela sabedoria, pelo que as almas anseiam.
Platão, teu pensamento ecoa através dos séculos,
Na eterna busca pela verdade, encontramos nossos grilhões.
Na solidão, encontramos a nós mesmos; na solidariedade, encontramos o mundo. Dois momentos significativos que constroem conexões e que enriquecem nossas vidas.
Luz na Infância
O mundo gira, e na sombra do descaso,
Crianças sofrem, perdidas na tristeza.
Negligência, indiferença, nesse abraço,
Onde a esperança se perde na incerteza.
Oh, Humanidade, que em tua compaixão,
Devolva à infância a alegria e a luz,
Pois cada criança é a nossa redenção,
E nelas reside um futuro que reluz.
Que a luz da esperança em seus olhos brilhe,
E o futuro delas seja cheio de amor.
Neste ato, que a todos inspire,
Cuidar das crianças, eterno louvor.
Que o mundo se una por esse ideal,
Proteger a infância, nosso dever ancestral.
Sob o Manto da Angústia
Compreendo que o mundo é um fardo a carregar,
Às vezes, enlouquecemos nessa jornada,
A realidade, qual pesadelo a nos assombrar,
Ferindo a alma em cada madrugada.
Na vida, somos versos dissonantes,
Em um poema que a loucura recita,
Nossas mentes, labirintos errantes,
Buscam uma luz que a dor mitiga.
Oh, Augusto dos Anjos, mestre da angústia,
Em tuas pegadas, traço meu caminho,
Nesta poesia, mergulho na tormenta,
Explorando o abismo, de olhar mesquinho.
Que este poema, em sua negra essência,
Seja um tributo ao teu estilo, em obediência,
E que na dor e na sombra, encontremos a ciência,
Da vida, da morte, da nossa existência.
A beleza é um véu que cobre o mundo, revelando o sublime nas sutilezas da experiência cotidiana, como a poesia oculta em palavras comuns.
Fui tolo ao pensar que poderia ser amado, por que o mundo parece estar tão empenhado em me mostrar que estou sempre errado?
Vocês deveriam saber que o mundo é uma exposição de pessoas. Se
você pode amar todas as pessoas com esse amor, Deus habitará no meio desse amor.
Livro: Família Verdadeira Portal para o Céu.
O que é o Reino do Céu? É o lugar no qual você ama as pessoas do mundo como sua própria família, e as pessoas que fazem isto é o povo do Reino do Céu.
Livro: Família Verdadeira Portal para o Céu.
CAOS
Em algumas circunstâncias da vida o mundo fundiu-o sobre uma grande fração que levou o ser humano a se limitar sobre uma noção de viver a própria vida que se esvazio condutiva mente sobre a dura realidade da vida que fez o homem acreditar no vazio da morte que lhe cercou profundamente seus passos e caminho que se parecia tristonho que se o confundi com a noção de viver e fez morrer seu lado mais claro e otimista de conhecer a vida que foram muitos que se afogaram na simplicidade da vida deixando em conta a honestidade de lado e a confiança desatinada que o fez se destruir sobre grandes magoas e desespero de alcançar a plenitude de viver e ser feliz como poucos que conseguiram sobressair na vida em quanto muitos seres obstinados pela farsa e loucura que sempre fez o ser humano não se reconhecer com a verdade da vida em quanto a sociedade marchava lentamente como uma flecha há levar o ser humano a acreditar no desamparo e desequilíbrio moral que sempre fez deturpar a mente e moral dos seres humanos que sempre se alienaram com mas tolices e fraquezas que sempre fez dispor as meras intenções dos seres vivos sobre a indisciplinada vida que conseguiu se alienar sobre uma natureza doente de acreditar que o mundo talvez não seja ou esteja perfeito e que a vida é reação diversa de uma luta sobre varias realidades e desigualdades que sempre fez o ser humano existir e persistir atrás da vida entre seus afetos e desafetos que sempre tocou a vida do homem como uma obrigação de se conservar e se limitar adiante de uma clarividência que relativamente possamos algum dia compreender certas bases e manobras da existência e combate pela vida em quanto o tempo nos limita sobre um vasto vazio de entendimento que nos faz crer na soberba morte e no silencio do destino que nos cerca profundamente em conjunção da vida e da morte relacionando com as meras intenções e relações sociais e morais que sempre afligiram o ser humano na vida que se formalizou, concretizou e estabeleceu certas normas e compromissos com a real liberdade de viver e ser feliz em quanto o mundo se resfria e esquenta sobre varias dinâmicas e desafetos construídos do bem e do mal e assim se classificam na vida entre uma relação com a natureza do ser humano que nasceu, cresceu e morreu adiante de uma simplicidade equivalente a construção e destruição da vida quanto ao universo que repulsa como uma rotação e translação nos planos matérias e espirituais causando um efeito contraditório ao ser humano que se caracteriza com o tempo e o espaço lhe dando saídas e fugas de se estabelecer entre todos os planos e propósitos da vida social um grande reconhecimento moral e passivo que nos faz viver e controlar as deste méis leis da vida com os planos matérias e espirituais e assim a vida se vai ao longo dos tempos se voltando e trazendo sobre uma grande trajetória uma saliente questão que fez o homem entender e lutar por todos os seus afazeres que lhe conservam em um mar de trabalho sobre um grande tempo que ficara marcada e gravado pela sua maneira de ser e crescer travando com a vida e assim se liberou o caos de uma natureza guardada no tempo que em um vazio primordial de caráter informe, ilimitado e indefinido, que precedeu e propiciou o nascimento de todos os seres e realidades do universo.
Em algumas circunstâncias da vida o mundo fundiu-o sobre uma grande fração que levou o ser humano a se limitar sobre uma noção de viver a própria vida que se esvazio condutiva mente sobre a dura realidade da vida que fez o homem acreditar no vazio da morte que lhe cercou profundamente seus passos e caminho que se parecia tristonho que se o confundi com a noção de viver e fez morrer seu lado mais claro e otimista de conhecer a vida que foram muitos que se afogaram na simplicidade da vida deixando em conta a honestidade de lado e a confiança desatinada que o fez se destruir sobre grandes magoas e desespero de alcançar a plenitude de viver e ser feliz como poucos que conseguiram sobressair na vida em quanto muitos seres obstinados pela farsa e loucura que sempre fez o ser humano não se reconhecer com a verdade da vida em quanto a sociedade marchava lentamente como uma flecha há levar o ser humano a acreditar no desamparo e desequilíbrio moral que sempre fez deturpar a mente e moral dos seres humanos que sempre se alienaram com mas tolices e fraquezas que sempre fez dispor as meras intenções dos seres vivos sobre a indisciplinada vida que conseguiu se alienar sobre uma natureza doente de acreditar que o mundo talvez não seja ou esteja perfeito e que a vida é reação diversa de uma luta sobre varias realidades e desigualdades que sempre fez o ser humano existir e persistir atrás da vida entre seus afetos e desafetos que sempre tocou a vida do homem como uma obrigação de se conservar e se limitar adiante de uma clarividência que relativamente possamos algum dia compreender certas bases e manobras da existência e combate pela vida e quero agradecer a todos aqui pelo meu introito que mostro uma descrição bem analítica sobre um grande propósito que fez o ser humano se conservar em varias definições que lhe imponde certas maneiras de viver e como a vida lhe transcendeu e muito obrigado a todos!
Por: Roberto Barros
Ando desconfiando de muita coisa.
Mas em alguma coisa nesse mundo precisamos acreditar, ainda que não tenhamos certeza.
Uma coisa é crer, outra coisa é ter certeza.
Certeza? Eu não tenho. Mas ainda posso acreditar em algo novo. Caso contrário, é apenas aceitar passivamente a ruína que virá, sem forças, ou sem esperanças de mudar.
Entretanto, enquanto eu acredito, ainda que não tenha certeza, eu continuo com forças e esperanças para alcançar a Vitória.
Está errado o ditado, e quem disse que
"Um país, se faz, com homens e livros".
O mundo se faz com homens de mente e coração embasado na moral e ética.
Basta perceber as grandes instituições de ensino mundo a fora, a enorme gama de egoístas vaidosos e ambiciosos por elas doutorados.
Todos os dias me encontro no topo do mundo; olho, más nada vejo, somente sinto a solidão, que me açoita como o vento.
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