Pedras

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O caminho do conhecimento e da sabedoria é uma estrada íngreme, tortuosa, cheia de pedras e espinhos!!!
Ao seguir este caminho você vai encontrar os medíocres, os ignorantes, que tentarão a todo custo te derrubar!!!
Pessoas do teu círculo de amizades, parentes, vão se afastar de você, mas não desista, esse caminho é que vai te libertar, pois só o conhecimento e o autoconhecimento LIBERTA!!!

Eu quero ser feito água, que encontra caminho no meio das pedras, que não fica estagnada, parada, esperando cair mais chuva do céu para se tornar grande.
Eu quero ser feito água, que é nascente, que é encontro, que é meio, mas nunca é fim.
Eu quero ter as forças das águas dentro de mim.
Nildinha Freitas.

Labirinto Interior


As pedras falam,
mas ninguém escuta.
O sangue quente escorre
entre sombras que dançam na cabeça.


Há vozes que me atravessam,
rasgam o silêncio,
e deixam rastros de carvão no peito.


Não sei se é noite ou tempestade,
se o chão queima ou se sou eu,
ou se o vento carrega minhas mãos,
incapazes de segurar o que foge.


Senhor, você que vê meu coração no meio da confusão,
guarda-me da própria sombra
sem apagar o fogo que me lembra que existo.


Que eu não me perca
entre a brasa e a bruma,
entre o toque que destrói
e a mão que quer abençoar.


Que eu seja labirinto e mapa,
raiva e silêncio,
pesadelo e oração,
até que a manhã me reconheça
entre os escombros do meu ser.

⁠Me orgulho tanto de ser quem eu sou.
Parei de ficar jogando pedras em mim e passei a me valorizar mais,e
tudo em mim fortaleceu.
É claro que é difícil não desistir,insistir em continuar cansa, principalmente quando não há incentivo de ninguém, mas mesmo assim,ainda vale muito a pena continuar,com muita fé, crendo que Deus vai me manter de pé,e me levar, onde quero chegar!

"Se você é do grupo que lança pedra, leve as suas pedras com você..."

Se és do grupo que atira pedras,
carrega nelas o peso do teu silêncio,
leva-as contigo até ao espelho —
que lá Deus fala mais alto que o juízo.


Que cada pedra te lembre:
do pecado que também pulsa em ti,
da misericórdia que te alcançou,
e do perdão que te fez novo.

Não venhas com pedras ao encontro do quebrado;
vem com mãos, com curativos, com pão.
Que o julgamento se converta em cuidado,
e a acusação, em abraço.


Pois quem guarda pedras perde a ternura;
quem as entrega encontra graça,
e no colo do Amigo ferido, aprende a amar sem ferir.

Senhor Jesus, que viste além das pedras, ensina-nos a largá-las.
Transforma coração de pedra em coração dócil;
que nossos olhos enxerguem irmãos antes de faltas,
nossas mãos estendam mais que apontem,
e nossa boca leve bênção, não pedra.
Que a Tua graça nos faça especialistas em ajudar, perdoar e restaurar.
Em nome de Jesus, amém.

"Quem não lança pedras, mas estende as mãos, prosperará diante de Deus e dos homens."

Não lances pedras,
não é esse o chamado do céu.
Estende as mãos, ama sem reservas,
e prosperará quem vive o que Cristo viveu.


Pois a mão que se abre,
nunca fica vazia;
e o coração que perdoa,
torna-se terra fértil de alegria.

Quem escolhe lançar pedras,
cava o abismo do próprio coração.
Mas quem estende as mãos,
abre caminhos de compaixão.


As pedras não constroem,
elas ferem, destroem, afastam.
Mas mãos estendidas levantam,
curam, unem e restauram.

Pedras raras não vivem expostas ao toque de qualquer um.
Elas são guardadas, seladas, escondidas.
E o cofre só se abre quando o Dono decide.
miriam leal

Há pedras que não foram feitas para vitrines, porque vitrines são para o comum,
tesouros pertencem ao cofre.


miriamleal

Pedras

As pedras nunca perguntam nosso nome.
Elas apenas estão espalhadas no caminho, acumuladas nos bolsos invisíveis da vida, empilhadas no peito quando o dia pesa demais.

Há pedras que tropeçam a gente. Pequenas, traiçoeiras, quase invisíveis. São as palavras mal ditas, os olhares que ferem sem tocar, as ausências que chegam antes da despedida. Outras são enormes, do tamanho de um não definitivo, de um sonho interrompido, de uma porta fechada por dentro.

Aprendi cedo que pedra não escolhe quem encontra. Rico ou pobre, descalço ou de sapato caro, todo mundo tropeça. A diferença está no que se faz depois da queda.

Tem gente que senta na pedra e faz dela morada. Constrói casa de lamento, coloca cortina de desculpa, serve café de amargura. Vive ali, endurecendo junto, confundindo peso com destino.

Mas há quem recolha a pedra com cuidado. Observe seus cantos, sinta sua aspereza, reconheça o machucado que causou e sigui. Algumas viram degraus. Outras, fundação. Algumas, quando lançadas longe, ainda fazem barulho ao cair, como se protestassem contra a própria inutilidade.

As pedras também guardam memória. Sabem onde a gente caiu, onde sangrou, onde quase desistiu. Por isso doem tanto quando reaparecem no mesmo trecho do caminho. Elas lembram: você já esteve aqui.

E mesmo assim, seguimos. Com os pés calejados, com a alma aprendendo a pisar melhor. Porque, no fim, o caminho não é feito só de chão liso. É feito de pedras que nos ensinaram equilíbrio, força e escolha.

Talvez a vida seja isso:
não a ausência de pedras,
mas a arte de decidir
quais carregamos,
quais usamos para subir
e quais deixamos onde estão
para que não sejamos nós
a endurecer primeiro.

O caminho para o topo é cheio de pedras — mas são exatamente essas pedras que constroem a escada.

Se deixarem as pedras, eu farei meu castelo.

Tire as pedras do caminho, se puder,
Estas que te fizeram tropeçar.
Veja os espinhos nas rosas que aí estão,
Estes que te feriram a carne, então.


As orquídeas na primavera florescerão,
E o poeta continuará a fazer
Seus versos nas estações dos longos anos,
Revelando seus instintos e amores pagãos.


Eu quero ser o seu anjo da guarda,
Proteger-te do seu bel prazer,
Ensinar-te a amar-se
E beijar a tua face.


Quem sai na chuva
pode se molhar.
Quem semeia ventos,
tempestades colherá.
Quem busca, encontra.
Quem bate, abrir-se-á.
E quem julgar, julgado
Também será.


Eu quero ser o seu anjo da guarda,
Proteger-te do seu bel prazer,
Ensinar-te a amar-se
E beijar a tua face.

Há palavras que têm o peso de pedras e outras, a leveza do lenço. Escolho as que abraço como lenços, para limpar, não para ferir. Dizer pode ser armas ou remédio, prefiro a medicina. Meu vocabulário tem dias de luta e dias de trégua. Aprendo a calibrar a voz como quem regula uma balança.

Carrego memórias como quem carrega pedras: pesadas, quentes, íntimas. Elas queimam a palma da mão, marcam o caminho do corpo. Mas cada pedra também inventa um mapa, quem eu sou, onde caí, e como ainda consigo ficar de pé com tanta terra no sapato.

Minha voz, às vezes, é um barco que não encontra cais. Bate nas pedras do entendimento e volta vazia. Se pudesse, mudaria de mar e deixaria a costa para trás. Mas aprendi que certas correntes só ensinam a nadar melhor. E então permaneço, remando com paciência terna.