Passou
-E eu, não tenho tempo para arrependimentos...
O que passou, passou!
O que está perdido, vai ficar perdido no planeta do "Para sempre".
-Tudo foi um sonho...um sonho de amor!
Haredita Angel
22.10.23
Entendo tudo o que passou.
A gente se entende, se perdoa.
A gente não se encontrou à toa.
Te esperando aqui estou.
... o tempo
das licenciosidade plurais, passou...
Logo, da sóbria relevância e
singularidade do 'Eu' sinalizando
o caminho do necessário - respaldado,
sobretudo, pelo mais vertical
dos fundamentos:
a Verdade!
Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.
Amei você a partir do momento em que a sua Felicidade passou a ser a minha, e a partir do momento em que o seu Sorriso se tornou o meu!
Aceitar a sua cor
...E me diz um cidadão,
que nunca passou por tal situação:
“Cada um tem que aceitar a sua cor...”
Como assim, aceitar?
A minha cor não é um câncer,
não é uma síndrome,
não é uma deficiência.
A minha cor não é uma doença
para ser aceita, superada, removida ou esquecida.
Posso ser uma mulher negra e doente,
mas não sou doente por ser negra.
É esse surto silencioso,
disfarçado, maquiado, hipócrita,
que enfrentamos todos os dias —
nos olhares, nas atitudes,
nas perguntas retóricas que ferem mais que o silêncio.
Eu sou livre.
Posso ser o que eu quiser,
e como eu quiser.
A minha cor não me define.
Não define o meu caráter,
os meus valores,
a minha competência.
Pelo menos...
não deveria.
Racismo não é doença a ser curada.
Racismo é burrice.
É ignorância.
É maldade.
Mais de cento e trinta anos
lutando contra o que nunca deveria ter existido.
Centos e trinta anos lutando
por uma liberdade que humilha,
que sufoca,
que prende,
que mata.
Tudo volta, o dia, a noite, a fome, o sono, volta a saudade quando achamos que ela já passou. Volta o medo quando pensamos que ele embora. Volta a dúvida quando a certeza já não explica mais. Tem até um ditado que diz que "a vida dá muitas voltas" e dá. E nessas voltas ela bagunça tudo ou põe tudo lugar.
CAFÉ
Já passou o seu cafezinho?
Coado, expresso ou de prensa francesa -
É bom saborear e sentir o aroma do Café,
Forte,suave,com leite, está na mesa!
O Café!!!
Em todo lugar tem quer ter
Na reunião com amigos
Lá está o Café para o "papo " se iniciar! .
Num brinde com a xícara e com muito carinho.
O Café faz parte deste "altar"
Que venha frutos dessa parceria
O fruto vermelho do humilde e da alteza.
Que nunca nos falte na mesa a sua alegria
Autêntico amigo, simpático o nobre café!
Escolha sempre brindar à sua pureza
Com elegância ,requinte e sutileza.
Vamos brindar em qualquer ocasião
com café ☕ ☕ ☕ ☕ ☕
Café
Já passou seu cafezinho?
Coado expresso ou prensa francesa?
Tudo é Café,delicado aromático e saboroso,
Em toda ocasião lá está o Café
Nunca se encontra sozinho!
Sempre vem acompanhado não e?
Pois ele sabe fazer a alegria
por que Ele é "O Café."
Desde que a FIFA passou a pensar com os pés, a torcida com as cabeças dos outros, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a cabeça.
Talvez o problema nunca tenha sido exatamente o futebol, mas o que fizemos dele.
Um jogo que nasceu como expressão espontânea de corpo, inteligência e improviso foi sendo lentamente capturado por interesses que preferem o automático ao criativo, o previsível ao genial.
Pensar com os pés, nesse contexto, deixou de ser metáfora poética da habilidade e virou sintoma de uma inversão: decisões tomadas longe do campo, desconectadas da essência do jogo.
A torcida, por sua vez, que antes era extensão pulsante da arquibancada, passou a reproduzir discursos prontos, terceirizando até suas próprias emoções.
Já não se vibra apenas pelo que se vê, mas pelo que se manda sentir.
E quando a emoção deixa de ser autêntica, ela facilmente se transforma em massa de manobra — barulhenta, intensa, mas pouco consciente.
E os jogadores?
Esses parecem cada vez mais pressionados a cumprir roteiros invisíveis.
Entre contratos, estatísticas e expectativas infladas, o improviso — que sempre foi a alma do futebol — vai sendo sufocado.
Jogar com a cabeça, no sentido mais nobre, exige liberdade para pensar, arriscar e errar.
Mas, em um ambiente onde o erro custa caro demais, a criatividade se torna um luxo perigoso.
No fim, talvez estejamos todos participando de um jogo que já não reconhecemos completamente.
Um jogo onde se corre muito, fala-se demais e pensa-se de menos.
E aí, ironicamente, aquilo que sempre nos encantou — a inteligência que nasce do corpo em movimento — vai sendo substituído por uma coreografia previsível, eficiente… e cada vez menos humana.
Quando o futebol brasileiro passou a se encher de técnicos e jogadores estrangeiros medíocres, o nível caiu assustadoramente. Não se trata de xenofobia, mas de uma constatação.
Benê Morais
Quando o nosso futebol passou a atrair técnicos e jogadores estrangeiros de nível medíocre, o desempenho caiu de forma assustadora. Não se trata de xenofobia, mas de uma constatação.
Frase de Benê Morais
A perda me ensinou a medir tudo em silêncio. O pouco que sobrou passou a ter peso de tesouro. Conto moedas de afeto e invisto em gestos pequenos. Há economia no cuidado com o próprio quebrado. E essa prudência constrói a base para novos começos.
Não confio em quem não tem cicatrizes, pois quem passou pela vida sem ser ferido ou não viveu de verdade ou é mestre na arte de fugir de si mesmo. As feridas são as aberturas por onde a luz consegue, enfim, entrar em nosso interior sombrio.
As feridas não precisam ser escondidas, são mapas de onde o amor passou. Deus não apaga cicatrizes, Ele as transforma em constelações. Quem atravessa a dor com fé se torna luz para outros caminhos.
