Partir
No Brasil, as mulheres passaram a ter o direito de estudar em escolas primárias a partir da década de 1820. No entanto, o direito ao ensino superior só foi garantido em 1879. Mulheres sofreram com o machismo e a misoginia no decorrer da história. É preciso garantir o direito a educação de todas as mulheres sem discriminação de gênero e também é preciso inseri-las - no mercado de trabalho. Cientistas como Marie Curie e Handy Lammar ficaram anônimas por muitos anos, pois existia uma supervalorização da figura masculina. As mulheres também são inteligentes, mas o incentivo a educação das meninas sempre foi restrito, o que não possibilitou que elas ganhassem grandes destaques notórios mundiais.
Ama-me e permite-me transbordar o meu amor e te amar, ou dá-me forças para eu partir e nunca mais voltar.
A teologia tem que partir do clamor dos mais pobres, encontrar Deus nos humildes e mansos para poder anunciar um Jesus Cristo que salva não pela religião, mas pela FÉ.
Entendendo que fé , todos tem, pois é dimensão humana que se abre para o metafísico, assim, ateus tem fé, cristãos tem fé, budistas tem fé, ninguém foi destituído da fé, alguns, apenas não a compreendem e acham que fé tem que estar dentro de uma doutrina.
Fé, portanto, é aquilo que nos move para o outro, para a outra e no fim, para Deus.
Esqueça a religião, apague da sua mente a doutrina e entenda de uma vez por todas: Ninguém foi deixado de lado pelo criador, e Ele não os olhou pelo Continente onde nasceram, pela cor de sua pele, pelas suas preferências sexuais ou políticas, pela sua posição religiosa ou estudiosa acerca D'Ele, Ele os olhou como parte de sua CRIAÇÃO.
Rogério SIDAOUI- Teólogo e Cientista das Religiões.
Preferi a dor de alimentar os pássaros até o último dia já sabendo que vou partir do que parar de alimentá-los agora, vê-los ir embora e todos nós já pararmos de sorrir.
A atmosfera e os locais da arte e da cultura na sociedade contemporânea à partir da gestão cultural deixa de ser tão artística, filosófica, educacional e estética para se tornar paulatinamente um meio e ferramenta da administração econômica, politica e financeira pública e privada.
Existem vários distúrbios mentais e psiquiátricos considerados incuráveis, ainda hoje mas a partir da fusão entre a arte e o psique da medica psiquiatra brasileira Nise Magalhães da Silveira, minha amiga, existe uma reorganização da loucura e por conseguinte uma melhor qualidade de vida aos portadores destes males da mente.
O que é quê estou esperando, estou esperando o quê? Preciso partir logo, a lembrança é ingrata e a ingratidão me mata... (Patife)
Partir para Acolher
Parti.
Não por negar o que me cercava,
Mas por honrar o que em mim clamava.
Foi preciso o silêncio,
o passo em outra estrada,
pra ouvir a alma que, há tempos, me chamava.
Deixei abraços pendurados no tempo,
promessas guardadas no vento,
mas não por desprezo ou esquecimento...
Parti porque não mais cabia onde eu me diminuía.
O amor verdadeiro não é prisão,
é fonte que busca expansão.
E eu era semente apertada na mão
pedindo terra, água e estação.
Fui,
mas levei comigo cada nome,
cada gesto que me fez ser quem sou.
Porque partir, às vezes, é o ato mais fiel
que alguém pode ofertar ao amor que ficou.
Longe, descobri que não se acolhe de verdade
se não se aprendeu a cuidar da própria vontade.
Que o abraço mais puro não vem do cansaço,
mas da alma inteira — de um novo espaço.
Voltarei, ou talvez não.
O agora não permite adivinhação.
O futuro não exige promessas,
mas contempla, sereno, minha direção.
Não volto por falta ou fraqueza,
mas, se voltar, será com firmeza:
na bagagem, a certeza aprendida,
de que o amor não acorrenta a vida,
mas se faz em presença inteira,
alma lúcida, em sua inteireza.
E agora, eu acolho...
Não com a urgência de salvar,
mas com a paz de quem aprendeu a amar.
Pois só transborda quem, antes,
se permitiu se encontrar.
Partir para Acolher
Parti.
Não por negar o que me cercava,
Mas por honrar o que em mim clamava.
Foi preciso o silêncio,
o passo em outra estrada,
pra ouvir a alma que, há tempos, me chamava.
Deixei abraços pendurados no tempo,
promessas guardadas no vento,
mas não por desprezo ou esquecimento...
Parti porque não mais cabia onde eu me diminuía.
O amor verdadeiro não é prisão,
é fonte que busca expansão.
E eu era semente apertada na mão
pedindo terra, água e estação.
Fui,
mas levei comigo cada nome,
cada gesto que me fez ser quem sou.
Porque partir, às vezes, é o ato mais fiel
que alguém pode ofertar ao amor que ficou.
Longe, descobri que não se acolhe de verdade
se não se aprendeu a cuidar da própria vontade.
Que o abraço mais puro não vem do cansaço,
mas da alma inteira — de um novo espaço.
Voltarei, ou talvez não.
O agora não permite adivinhação.
O futuro não exige promessas,
mas contempla, sereno, minha direção.
Não volto por falta ou fraqueza,
mas, se voltar, será com firmeza:
na bagagem, a certeza aprendida,
de que o amor não acorrenta a vida,
mas se faz em presença inteira,
alma lúcida, mão verdadeira.
E agora, eu acolho...
Não com a urgência de salvar,
mas com a paz de quem aprendeu a amar.
Pois só transborda quem, antes,
se permitiu se encontrar.
Vega Lira
Faz tempo
Já não se sabe
O momento exato de partir
Não quero me entregar
Tão cedo...
Aquele amor que eu senti
Quando te conheci
Não tá rolando mais
Faz tempo...
Não vejo mais
O brilho dos seus olhos
Prá mim
Nem sei se ainda
Posso mesmo te fazer feliz...
Cada momento que passamos
Juro! Foi bom!
Mas tudo que acende, apaga
E o que era doce se acabou...
E quando eu penso em ir embora
Você não quer me dar razão
Me diz que eu tô jogando fora
O amor que tem no coração
Eu fico disfarçando
Finjo que não sei
Que em pouco tempo rola
Tudo outra vez...
