Paradoxos
Paradoxos do tempo
"Há dia que a gente quer que ele passe logo;
Há outros que a gente deseja que não acabem nunca.
Muitas coisas a gente quer que sejam um sopro, outras que sejam permanentes.
Muitas lembranças que sejam eternas, outras que não sejam apenas relances.
Que alguns tempos voltem sem certos momentos, outros momentos sem os tempos..."
A BELEZA CONGELADA NO TEMPO.
A figura de Marilyn Monroe permanece como um dos paradoxos mais intensos da estética moderna. A sua imagem não apenas atravessou décadas, mas parece ter sido suspensa num instante definitivo da história cultural. Há rostos que envelhecem com o passar dos anos e há rostos que o imaginário coletivo transforma em símbolos permanentes. No caso dela, ocorreu algo singular. A juventude foi preservada pela memória do mundo como se o tempo tivesse sido detido.
Nascida em 01.06.1926, na cidade de Los Angeles, Norma Jeane Mortenson transformou se gradualmente numa construção estética que ultrapassou a própria pessoa. O cinema de meados do século XX produziu diversas estrelas. Contudo, poucas alcançaram a dimensão mitológica que se formou em torno de Marilyn Monroe. Sua imagem passou a representar simultaneamente inocência, sedução e uma espécie de fragilidade humana que tocava profundamente o público.
A morte em 05.08.1962, também em Los Angeles, interrompeu sua trajetória no auge da notoriedade. Esse fato histórico contribuiu decisivamente para aquilo que alguns pensadores da cultura descrevem como “congelamento simbólico da beleza”. Quando uma figura pública desaparece jovem, a memória coletiva não testemunha as transformações naturais da idade. Assim, o rosto permanece eternamente associado ao vigor da juventude.
O cinema preservou essa imagem. Filmes como Gentlemen Prefer Blondes e The Seven Year Itch consolidaram uma iconografia que se repetiu incontáveis vezes na história da fotografia, da publicidade e da arte visual. A famosa cena do vestido branco erguido pelo vento tornou se um dos quadros mais reconhecíveis do século XX. Ali se cristalizou um arquétipo de feminilidade que atravessou gerações.
Contudo, por trás do símbolo havia uma realidade psicológica complexa. Muitos estudos biográficos indicam que a atriz enfrentava profundas inquietações emocionais, solidão e instabilidade afetiva. Esse contraste entre a imagem radiante e a interioridade vulnerável produziu uma aura quase trágica em torno de sua figura. A beleza, nesse sentido, deixou de ser apenas estética. Tornou se também um espelho da condição humana.
Por isso a expressão “beleza eterna congelada” não se refere apenas ao rosto ou à fotografia. Refere se ao instante histórico em que uma pessoa real foi transformada em mito cultural. A imagem não envelhece porque pertence agora à memória simbólica da humanidade.
Assim, enquanto o tempo continua a avançar sobre o mundo e sobre todos os rostos humanos, a figura de Marilyn Monroe permanece suspensa numa aurora perpétua da juventude, lembrando silenciosamente que certos instantes da beleza são tão intensos que o próprio tempo parece hesitar diante deles.
A vida nos testa com paradoxos, é preciso estar disposto a perder para verdadeiramente ganhar a paz de espírito, é necessário silenciar o ego para que a voz da consciência, clara e límpida, possa ser ouvida. O drama humano é a eterna busca pela clareza em meio ao caos das emoções conflitantes, e a chave para desvendar esse mistério reside na capacidade de agir com base na preservação do bem maior. Que o seu propósito seja a vida, a integridade e a esperança, e não a vitória vazia sobre o outro. A vitória mais nobre é aquela que nos torna mais humanos e mais humildes.
Não escrevo para exercitar-me os dedos. Desejo apenas perpetuar meus paradoxos costurando numa folha as letras do meu âmago.
O ser humano tem uma queda aos paradoxos, às antíteses, às nostalgias e a tudo o que é surreal, mesmo sabendo que não é possível.
O prazer de sonhar, de almejar algo inalcançável, move o ser humano, que mesmo sabendo que esses sonhos são utópicos, insiste em mantê-los como horizonte.
Paradoxos de Deus
Quem quiser salvar a sua vida vai perdê-lo, mas quem perde a sua vida por minha causa vai encontrá-lo. - Mateus 16:25
A Bíblia nos diz que há uma sabedoria que é tola e uma loucura que é sábia (1Co 1: 20-25). Há um ganho que é perda e uma perda que é ganho (Fp 3: 7-9). E há um caminho exaltado que conduz para baixo e um caminho humilde que leva à exaltação (Filipenses 2: 5-11).
Afirmações como essas parecem ser contradições, mas na verdade são paradoxos. Um paradoxo é uma afirmação que contém duas verdades que, à primeira vista, parecem incompatíveis.
Um psiquiatra uma vez se referiu a um dos paradoxos de Deus, observando: “O maior segredo da saúde mental chega até nós nas palavras: 'Quem quer que salvasse a sua vida, a perderia, e quem perdesse a sua vida, a salvaria'”. acrescentou: "Eu esqueci quem disse isso, mas é uma grande verdade."
Quem disse isso? Nosso Senhor Jesus Cristo! Ele nos deu esse princípio em Mateus 16:25. E o apóstolo Paulo viveu como ele suportou incontáveis dificuldades para o benefício dos outros (2 Coríntios 4: 8-12). No entanto, Paulo sabia que, mesmo quando seu corpo físico estava morrendo, seu espírito estava sendo renovado (v.16).
Você não pode encontrar sua mais rica satisfação pessoal até sacrificar seu tempo, força e recursos para a vontade de Deus. "Perca a sua vida" por Cristo. Comece realmente a viver!
Pegue a sua cruz e siga em frente,
Nem pense até a morte para deitá-la,
Pois somente aquele que carrega a cruz
Pode esperar usar a coroa gloriosa. - Everest
Cristo mostrou seu amor morrendo por nós; nós mostramos nosso amor vivendo para ele. Vernon Grounds
Vejo agora que é um dos paradoxos da vida: se amamos tanto uma pessoa que temos medo de perdê-la, ela pode nos levar a viver uma meia-vida, com muito medo de chegar lá e viver de todo coração, porque temos também muito a perder.
Um dos maiores paradoxos do nosso tempo,é o tolo fundamentar seus caminhos na iniquidade,depravação,imoralidade, e acreditar que sobrepõe-se ao sábio, que fundamenta seus caminhos na equidade,justiça e naquilo que é moralmente correto. Que o tolo pereça em sua tolice, e que o sábio cresça em sua sabedoria.
Não existe contentamento descontente. Ou é um ou é outro. Esses paradoxos encaixam-se perfeitamente no que alguns denominam de TEMPOS LÍQUIDOS - ou pós modernidade. Mas, assim como: que seja eterno enquanto dure esse amor, tais paradoxos, na verdade não passam de acertos em tempos hodiernos. O que falta agora é só as lojas de brinquedos venderem a tão falada bola quadrada do Quico. Ai sim o tempo da profecia se concretizará.
O meu dilema se é que o tenho ou até se são meus é perceber os paradoxos que iludem nós humanos sem nos despertar à todos deste sono antropológico tecido pelo metafísico vivendo sem a ciência do que é onisciente
“Conosco é assim mesmo
essa coisa afetada e absurda
cheio de paradoxos, mas intensa.
Não pode ser diferente.
Tem de ser assim, no sense
Porque é como são as histórias
Que contamos nas noites molhadas
Que embalam o sonho dos filhos,
onde os amores mais absurdos
conquistam os finais felizes. ”
Paradoxos do prazer, minha fêmea, você sabe que o seu paraíso mais glorioso você experiencia ao lado de seu demônio mais aterrador: o Lobo Selvagem.
"Neste mundo difícil e complexo de muitas contradições onde apenas paradoxos explicam a realidade, não sei o que sou, apenas sou o que sei".
