Para Voltar para ontem sem Temer o Futuro
Depende de quem?
Ontem quando o sol nasceu, seus raios quebraram
a frieza da serração que cobria os campos,
e derreteram a geada agarrada a relva
nesta linda terra do Rio Grande do Sul …
Ontem quando o sol nasceu, trouxe um pouco
de calor àquela rua que eu nem sabia que existia,
que fica ali perto da “Pouco me importa”
esquina com a “Eu nunca vou ir lá mesmo”…
Ontem quando o sol nasceu eu
acordei e vi que podia fazer diferença..
era só fazer…
Ontem quando o sol nasceu
seus raios me mostraram uma
picada no meio de uma mata tão fechada,
como os meus olhos estavam,
um picada a qual eu posso percorrer,
e quando a percorrer meus passos vão transformá-la em
um caminho…e se você quiser caminhar comigo,
provavelmente a transformaremos em uma estrada,
e se você convidar outra pessoa, logo será uma rodovia,
uma rodovia que levará nossas vocações, intenções e
vontade a novos rumos para eu que quero,
para você que pode,
para ele que espera,
para todos nós que precisamos…
então, meu amigo, meu vizinho,
meu irmão brasileiro…
levanta daí, me de a mão e vamos caminhar juntos,
vamos vencer juntos, vamos viver juntos,
vamos conquistar juntos uma nova realidade
para nosso país.
E quando a noite chegar, numa roda de chimarrão,
em uma conversa de amigos, contaremos historias,
de glorias, e quando lembrarmos daquela
rua…que ficava ali perto da “Pouco me importa”
esquina com a “Eu nunca vou ir lá mesmo”…
saberemos que ela agora tem um nome…
Rua da Conquista, onde fica a Praça da Vitória!
Ontem minha tristeza se fez evidente em meio aos seus olhos, tentei disfarçar, mas percebeste mesmo eu negando. Tento ajudar as pessoas que amo, mas acabo estragando tudo. Não quero ser uma influencia negativa nem tão pouco te prejudicar com minhas atitudes.
"Como falar no tempo a não ser no passado?
Ontem perdi minha chance, hoje já estou atrasado
Tão traiçoeiro esse tempo, a todo momento passando
Tempo que nunca pára, e quando vemos, não fomos
E tudo fica assim, um passo atrás do momento
Se pensamos e não fazemos, nem se incomoda, o tal tempo".
Ontem ouvi um Senhor com mais de 70 Anos dizer que se sente invisível por onde passa, ninguém o percebe porque está lento e velho (c/ lágrimas nos olhos), Senhor esse que já tinha sido muito importante para as pessoas por reger e cantar muito bem com sua voz grave e afinada. Ouvi-lo naquele momento me fez parar e refletir na grandeza da nossa Ignorância como jovens, em desprezar as pessoas pela aparência ou por simplesmente n preencher os requisitos da sociedade, é preciso pararmos para refletir que nossa juventude não é para sempre e que o jovem visto como "perfeitinho" de hoje independente de quem ele for ou deixar de ser, ele será o Idoso excluído de amanhã. " Não falo só de Idosos mas, deficientes, Pessoas desprovidas de beleza, gordos, magros, alto, baixo etc... Se continuarmos com essas atitudes só teremos a perder o que essas pessoas tem a nos oferecer com seus anos de experiência.
#reflita# aprenda a se colocar no lugar das pessoas.
Ontem, 20 de julho de 2025 eu tive uma das sensações mais lindas já vividas: ter você, plenamente, em meus braços. Foi como ir à lua e voltar.
Raíssa Botelho ❤️
Por dias me fiz em tentar ser tudo,
Ontem, fazia-me em nada;
Hoje ainda serei tempestade,
Mas amanhã,
Noite estrelada.
Você me perguntou o que fiz ontem à noite. Eu lutei. Lutei por esta família. Do único jeito que eu sei.
As pessoas acordam um dia e de repente já não almejam aquilo que foi a sua maior motivação ontem. Nós os humanos somos eternos insatisfeitos.
O conselho de hoje é: não coloque toda sua energia em coisas que desvanecem
Separe uma parte de cada dia para ler e meditar alguma porção da Palavra de Deus. O pão de ontem não alimentará o trabalhador de hoje; tampouco o pão de hoje nutrirá o trabalhador de amanhã. Recolha seu maná a cada manhã.
Escolha a ocasião e a hora adequados. Não cochile ou se apresse enquanto lê. Dê à sua Bíblia o melhor e não o pior de seu tempo. Leia toda a Bíblia, fazendo-o de maneira sistemática. Leia a Bíblia com um espírito de obediência e autoaplicação.
Assente-se para estudá-la com a determinação de que você viverá pelas suas regras, confiará em suas afirmativas e se comportará de acordo com seus mandamentos.
A Bíblia mais lida é aquela mais praticada.
Ontem eu olhei nos seus olhos e perguntei se me amou realmente, vc olhou para mim e disse: eu te amei e te amo, só não sei demonstrar. Isso acabou comigo.
Saber que eu demonstrava, amava, cuidava e dava carinho para uma pessoa que não sabia me demonstrar o que sentia por mim. Então desisti ali, ali vc morreu para mim, e te disse que, se não soubesse me demonstrar amor, deveria se retirar da minha vida, mesmo sabendo que te amo, e às vezes te odeio por saber e lembrar disso, então se retire, por favor...
O certo de ontem não garante o sucesso amanhã.
O presente, diz mais que qualquer história ou plano.
Às vezes me pego pensando — só pensando mesmo.
Ontem, na aula, teve duas falas sobre as quais eu sei o mínimo: BR-319 e a Cracolândia em São Paulo.
Na primeira, disse que o erro do Brasil foi se rodovializar, em vez de se ferrovializar. Juscelino Kubitschek (não sei nem se escrevi certo)… um país se constrói com ferrovias, um modal base para qualquer nação em desenvolvimento. Por isso a Amazônia vive isolada. Sem falar nos supostos crimes de destruição da nossa estrada, casos de explosão (terrorismo), tudo pra não integrar rapidamente — e continuarmos vivendo nas balsas.
Já a Cracolândia: foi dito que o Governo de São Paulo está limpando a cidade na cautela, sem mostrar isso ao público. Na minha humilde concepção, drogas e drogados não se combatem com polícia, e sim com médicos. Não é caso de segurança pública, e sim de saúde pública. Sim, ele tirou os que vivem à margem do centro, mas eles foram sublimados? Não. Só se espalharam para outros locais. Agora, em vez de um local, estarão em vários pontos da cidade.
Contudo, pensei em falar meus posicionamentos políticos e sociais na aula. Entretanto, sei que muitos ali não possuem capacidade para entender ou debater com profundidade o tema — ou os temas. Não sou o mais inteligente da sala. Se duvidar, sou o mais néscio e burro da sala de aula.
Ontem, na faculdade, perguntaram por que eu estava sozinho. Respondi: até um tempo atrás, eu tinha uma namorada, mas acredito que, por ser chato para alguns — pragmático, cético, niilista e misantropo — de todos, sou misantropo.
E se nem eu me aguento, muito menos meus parentes… imagina uma mulher que vê a casca e não a raiz. (Essa é minha resposta agora.)
Sou um analista da razão humana, assim eu acredito. Tento racionalizar meu mundo e as pessoas ao meu redor. Por isso, acho que poucas — ou quase nenhuma — mulheres vão querer ficar com um homem esquisito.
Para quem não compreende o real significado de viver, muitos apenas sobrevivem… sem perceber a verdadeira razão do que é ser racional.
O céu está pálido, nem nublado, nem limpo, o ar está parado, nem frio, nem calor, ontem à noite choveu um pouco, o dia amanheceu estranho, triste, esquisito, a vida amanheceu de luto.
Houve um tempo em que as cadeiras enchiam as calçadas ao entardecer, e as pessoas donas dessas cadeiras ali se sentavam, não havia celular, a vida tinha outro ritmo.
Era ali, naquelas calçadas, naquelas rodinhas de amigos, que a vida se atualizava, ali se falava sobre tudo, quando o tudo valia alguma coisa, ali se lembrava de um tempo que todos tinham vivido no verdadeiro sentido da palavra viver.
Viver era se emocionar, lembrar os que se foram, os que estavam chegando, dos problemas que todos tínhamos, que todos temos; Bicho humano gosta de sentir saudades apesar de ela machucar, doer, e então as calçadas amanheceram vazias, tristes pela falta de alguém.
E agora? Aonde vamos com nossas cadeiras? Matar as saudades de um tempo que nunca mais vai voltar?
Sou saudosista, gosto de lágrima que brota e foge do olho, do nariz escorrendo, do nó na garganta, de ouvir histórias, de um tempo que não vivi e nunca viverei, a não ser pelas histórias.
Estou triste, Cidinha se foi, sem se despedir, foi mansa, em paz, vai deixar saudades, deixou saudades, Maria Aparecida Gomes Rodrigues, a Cidinha do "Zé Luiz"; Não sou um cara de rodinhas, de calçadas, de cadeiras, mas gosto e muito de falar, conversar, e com ela era bom, sempre tinha algo de bom pra dizer, sabia ouvir, sábia quando o assunto era vida, quando tinha um história para ser contada.
Conhecia o bairro, todos que por ali passaram, aprendi muito com ela; A vida foi fanfarrona com a gente, egoísta, levou Cidinha sem aviso prévio, de sopetão, e tudo ficou triste, ficamos tristes, o passado visitava constantemente a esquina da Saldanha Marinho com a Primeiro de Março, e agora naquela esquina tá faltando ela e a saudade dela está doendo em mim.
Como a vida leva à morte, a única certeza da vida, que sempre tentamos adiar e evitar, mas nunca conseguimos fugir, é fato, mas e se lá do outro lado existir vida?o outro lado está em festa, vão ter muito o que comemorar, relembrar, certamente desde ontem as nuvens estão cheias de cadeiras, e todos que antes sentavam aqui estão reunidos lá, e dentre eles Cidinha e terão muito o que falar, relembrar, e aqui a calçada ficou vazia.
Todo caminho leva a Roma, todo caminho levava até aquela esquina quando se precisava pôr o assunto em dia, dirão as más línguas que tá falando? Você nem ia lá!
E te respondo: É verdade, mas isso não torna aquela esquina menos importante, aquela amizade menos marcante.
Caraca! É foda envelhecer, ver todos indo embora e saber que nunca mais os verá, infelizmente é assim, todos um dia partiremos.
E o dia amanheceu estranho, parece que falta algo, creio que esta sensação seja sintoma do luto, da perda de alguém, e de repente as palavras começam fugir, saudades de algo, não sei o que, possivelmente a certeza de não ter mais ninguém para tirar aquela dúvida de como era tal coisa, ou onde alguém morava.
Cidinha se foi, vai em paz minha amiga,todos aqueles que você sentia falta estarão lá do outro lado de esperando, felizes, de braços abertos, te esperando.
Tomara que lá não tenha celular, mas tenha cadeira, morro de saudades do tempo das cadeiras nas calçadas, das crianças correndo nas ruas, das bolas furadas cheias de jornal, dos bons tempos idos que não voltam nunca mais.
Toda vez que sentir saudades do passado lembrarei, a partir de agora, das cadeiras nas calçadas e de todos que ali habitavam, lamento os celulares, se por um lado abriram as janelas para o mundo, por outro fecharam - nos cada qual no seu mundo.
As pessoas não se falam mais, se fecharam em seu mundinho,em sua telinha, ali o tempo passa mais rápido e quando vemos tudo acabou.
Continuamos nas cadeiras, mas elas saíram das calçadas, nos isolamos, ficamos mais tristes, mais ansiosos, menos solidários, menos próximos, não falamos mais do passado,nosso bom dia é robótico, automático, em grupo, com figurinha, florzinha, desejamos que seja um bom dia simplesmente por conveniência, por ser necessário dizer "bom dia".
Aquela cadeira, naquela esquina, agora vazias, vão deixar muitas saudades, não tem mais pra onde ir quando quiser jogar conversa fora, fofocar, tricotar, matar as saudades, ali a vida passava e parava, era impossível passar sem parar, era um pote de doce grátis que quem quisesse poderia se servir.
E amanhã doerá menos, mas não fará menos falta, e a vida seguirá, agora sem cadeiras nas calçadas, ou rodinha de bate-papo, pena, tudo se acomoda, gostando ou não, querendo ou não, é a vida, um Adeus infinito, onde a vida é hoje, agora, e o agora só dura um segundo.
Nós que seguimos na jornada de sermos melhores do que fomos ontem — não melhores que os outros, mas de nós mesmos. A mudança assusta, sim, mas é ela que guarda as chaves das portas que tanto desejamos abrir. Loucura não é mudar; loucura é insistir nos mesmos hábitos esperando por novos caminhos. Olhar para dentro, reconhecer o que precisa ser transformado — esse é o verdadeiro milagre. O outro, não podemos mudar. Mas em nós, tudo é possível. Há bênçãos que só chegam depois da dor, e milagres que florescem após a longa espera. Recomeçar é um ato de entrega, e quando entregamos nas mãos de Deus, Ele nos conduz com sabedoria. Que hoje seja um dia de luz, consciência, fé e transformação.
Somos um eterno devir.
As mesmas coisas que eram dignas do nosso afeto ontem, podem não produzir sentido nenhum em nós amanhã.
Pois se em um dado momento somos presença, no momento seguinte podemos nos tornar ausência.
Em um dia somos especiais, no outro não significamos mais.
Um dia somos presentes, em outro história, depois uma vaga lembrança e depois esquecimento e nada mais.
Então o esquecimento assim como a indiferença, se torna um tipo de morte símbólica do valor externo que um dia ilusoriamente demos ou tivemos. E somos enterrados e enterramos simbolicamente todos os dias alguém cuja história não acompanha o nosso próprio desenvolvimento.
Passei o tempo todo pensando em ti ontem,
Pensando em nós,
Já deu o tempo,
É para eu te encontrar logo,
O coração estremece,
Como se fosse a primeira vez,
Na segunda...
Eu não sei o que será,
Mas, sempre vou te querer o melhor,
E hoje sou melhor para te entregar,
Quero estar contigo nessa nova jornada,
