Para sempre
Eu tenho uma imensa dificuldade em aceitar o que é novo. Nem sempre mudanças são bem vindas. Gosto de tudo certinho. Tudo normal. Gosto de estabilidade. De segurança. De comodidade. Não reajo bem à mudanças e afins. Novidade pra mim só se de cara for pra melhor. Só se de fato for bom no exato momento. Esperar? Também não gosto. Eu sou assim, fazer o que?! Gosto de ver o resultado na mesma hora. Até sou paciente, mas tem horas que não dá pra ser de forma alguma. Por tanto eu quero aquilo e eu quero é já, antes que mude.
O meu problema é que sempre fui movida pela razão, e não pelo coração. Esse modo sempre me manteve viva por enquanto, mais não completa.
legi4o
Hey Princesa, trate de NUNCA MAIS abaixar a cabeça ! Mantenha a cabeça SEMPRE erguida. Pessoas fortes fazem isso, e por mais que você se sinta como uma bolha de sabão por dentro, você deve mostrar as outras pessoas que você é um tanque de guerra, mesmo sendo só por fora !
Por quê será que você sempre pede algo á Deus e ganha outra coisa? Porque você não sabe o que pede, mas Deus sabe o que você merece e o melhor pra você.
(...) Estamos quase sempre pela metade, quase nunca satisfeitos e de repente tão acomodados que expressamos nossas resposta, críticas e opiniões com um duvidoso MAIS OU MENOS.
Mais ou menos respondemos, mais ou menos estamos, mais ou menos sentimos, mais ou menos dormimos, mais ou menos terminamos, mais ou menos calamos, mais ou menos realizamos, mais ou
menos dizemos, mais ou menos falhamos, mais ou menos afirmamos, mais ou menos nos entregamos, mais ou menos acertamos, mais ou menos negamos, mais ou menos questionamos, mais ou menos queremos, mais ou menos não gostamos, mais ou menos assumimos, mais ou menos desabafamos, mais ou menos repudiamos, mais ou menos somos. Isso tudo, entre outros mais e menos do cotidiano.
Ficamos sempre em cima do muro. Não sei se por medo, preguiça ou se simplesmente por pura indecisão. Acho que chegou a hora de se livrar desse ciclo vicioso que nos prende ao calcanhar, quebrar correntes, fechar a cota do meio termo da vida, tomar atitudes inteiras, decisivas e que fujam de ímpeto duvidoso. Hoje e agora.
Claro que não é só a síndrome do "mais ou menos" o mal desta geração, quando se trata de certas vontades, há uma verdadeira inquietação pela opção do "tanto faz", mas isso deixarei para falar depois, amanhã ou semana que vem... Tanto faz.
Sempre está certo , sempre está errado.
Parece sempre tão fascinante, inédito. Cada cabeça tem o seu nó na garganta , então deixemos tudo como uma velha lembrança, seja como for tem sempre algo mais. Deixa pra lá, temos um futuro museu de grandes novidades para se explorar.
Já estamos acostumados a morder e não querer ser mordido,
A limpar a casa por fora e por dentro deixar ao acaso ... E isso é tão imperfeito.
Se o "felizes para sempre" eu ainda estaria segurando vc assim .
E todos esses contos de fadas são cheios de besteira.
Mais uma canção de amor e estarei de saco cheio.
Procure o lado positivo de toda situação desagradável, por menor que seja sempre terá um. É assim que se aprende.
O tempo sempre te trouxe as melhores coisas da vida, porque então correr atrás de algumas não tão importantes assim? Mais vale um sentimento que um relacionamento.
A gente conhece as pessoas mas nem sempre sabe da sua origem.
Outro dia escrevi do meu avô, imigrante espanhol e cujo primeiro emprego foi ser carvoeiro, chegando exclusivamente pelo árduo trabalho, a ser um dos maiores latifundiários do Brasil.
Nos dias seguintes tive uma torrente de lembranças dele, do meu pai, da minha mãe e especialmente da minha avó materna Rosa de Andrade Pacheco.
Dona Rosinha como era chamada, teve quinze filhos, dos quais doze sobreviveram. Acho que foi um recorde para a época onde a mortalidade infantil era enorme. Minha mãe filha mais velha, tem hoje 92 anos de idade e vários tios e tias estão vivos.
Dona Rosinha era quase venerada por todos que a conheciam. Depois do segundo ou terceiro incêndio que destruiu a marcenaria do meu avô, deixando-o depressivo e praticamente inabilitado para o trabalho, arregaçou as mangas e com forças tiradas de não sei onde, transformou a casa onde morava e outra que herdara da mãe, em casas de cômodos, as quais alguns mal educados e deselegantes chamavam na época de cortiços.
Com a renda dos aluguéis sustentou e formou todos os filhos, tendo como peculiaridade a formação musical da maioria no Conservatório Musical e Dramático de São Paulo, coisa que não era para muitos na época.
Não eram tempos fáceis como me contou minha mãe, mas a vó Rosinha conseguiu agregar toda a família e a sua casa era o porto seguro, o lugar onde mesmo depois de casados, filhos, filhas e netos se reuniam em almoços, festas de aniversario e especialmente no Natal, na Rua Sergipe 248, endereço nobre em Higienópolis, casa que ela comprou depois que as coisas melhoraram e ela ficou até bem de vida, tendo reformado e transformado o casarão imenso num belo palacete.
Cheguei a morar com a vó Rosinha por uns seis meses porque minha mãe, acometida por uma nefrite, ficou imóvel na cama, e essa lhes pareceu a melhor solução, uma vez que eu estudava no Colégio Rio Branco, apenas três ou quatro quadras da casa da vó.
Depois que meu avô morreu e ele morreu cedo, acho que com uns cinquenta anos, minha vó e as filhas mantiveram um longo luto, vestindo-se de preto por pelo menos um ano, como era costume na época. Eu tinha quatorze anos.
Terminado o luto, e é dessa época que eu me lembro. A casa estava sempre em festa, abastecida de comida e cheia de visitas. Familiares e amigos e amigas dos filhos vinham visitar a Dona Rosinha com um carinho memorável, uma vez que ela participou ativamente na formação de todos e a todos dava conselhos, atenção e carinho.
Dona Rosinha morreu cercada da família que criou e manteve agregada. A família amparou-a na velhice e até que o casarão da Rua Sergipe desse lugar a um luxuoso prédio, a família ainda se reuniu lá por um tempo.
Tenho saudades da lembrança do que é uma família grande e unida, coisa que hoje em dia pouco se vê.
Temos a impressão que o tempo voa! O dia... A semana...
O mês... O ano... A VIDA.
Porque sempre estamos focando o amanhã e deixando o presente para os outros...
As atitudes de pessoas sábias são sempre revoltantes para os demais, não é porque todos gostam ou fazem que necessariamente tenhamos que seguir a risca tais concepções. Revoltados, muitos tolos, acabam por julgar de forma ridícula e errada os gestos daqueles que possuem capacidade própria de pensar.
O símbolo do amor sempre foi representado por um puro coração, sendo que hoje em dia combinaria mais com um carretel, muitos param mais tempo enrolando do realmente amando.
Se enfeite hoje e sempre que puder, com o adorno do seu amor, da sua educação, da sua motivação e finalmente, da sua mais linda canção da alma.
A raiz do amor, digo, do amor de verdade, é o alicerce para que o que mais valerá sempre há de ser, a própria vida.
Nada nunca é para sempre, pessoas não sabem amar e nem perdoar. E são as duas ultimas coisas que fazem a primeira existir.
Que sejamos assim sempre. Que o nosso amor continue crescendo. E se eternize um pouquinho mais, todos os dias. Que nós sejamos a prova de que tudo é possível quando se quer alguém como queremos um ao outro. Que possamos ensinar e aprender, juntos. Sempre juntos. Que nossos corações nunca percam essa sintonia. Nem se percam. Que não existam brigas. Mas, se em algum momento discutirmos por algum mot
ivo, que façamos as pazes sem demora. E o mais importante: sem orgulho. Que o teu sorriso continue a ser o meu preferido. Que o meu abraço seja teu aconchego e o lugar que você quer estar. E ficar, sempre. Que haja cumplicidade, confiança, companheirismo. Que não haja egoísmo. Nem medo. Que haja sempre certezas. Que, acima de tudo, nossa amizade nunca deixe de existir. Que você continue sendo o que eu quero. E que eu, continue sendo o teu melhor. Que você continue segurando a minha mão tão firme como agora. Que eu continue olhando para o lado e vendo você acompanhando meus passos. Que a gente continue achando graça nas nossas brincadeiras. Que todos os sonhos sejam realizados, exatamente como são planejados. Que daqui há 50 anos a gente possa se olhar e ter a mesma certeza que temos hoje!
Se tu achas que amor se escolhe, acolhe e colhe sem precisar
Cultivar e cativar sempre, saibas que como uma flor em latente
Semente, ainda dormente ele se encolhe e recolhe pra sempre!
Guria da Poesia Gaúcha
Nem sempre as melhores pessoas são nossas amigas, mas
As nossas amigas são sempre as nossas pessoas melhores!
Guria da Poesia Gaúcha
FOI PRA SEMPRE
Quem para ficar inteiro não veio,
Quem cabreiro, só existiu como
Parte do entrevero de passagem,
No entremeio de uma paisagem!
Guria da Poesia Gaúcha
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