Para o nosso Filho Fruto da nossa Uniao
Um dia seguirei para a infinito, mas deixarei na Terra como legado, o fruto de nossa sabedoria, que se traduz no amor pela vida e pelo humanismo.
A fé nunca nos confundirá, Pois ela sempre será o fruto da nossa comunhão com Deus, em graça e verdade. E assim, ela produzirá em nós a esperança, e a esperança no levará a perseverança, e a perseverança nos levará a confiança de que Deus uma vez tendo nos amado, nos amará até o fim.
A prosperidade, a honra e a felicidade tem um preço... e elas são fruto da nossa resiliência, comprometimento, disciplina e dedicação com as oportunida que vêm a nós diariamente.
A verdadeira santificação não é o fruto da nossa dedicação, e capacitação espiritual. Mas, o agir avivador e transformador do Espírito, e a unção da sua glória que se aperfeiçoa em nossas fraquezas e limitações.
A Lei do Retorno nunca falha, pode demorar o tempo que for; colheremos O FRUTO da nossa semeadura.
Os privilégios majestosos que a vida nos concede, são fruto da nossa dedicação, que inspirados pela nossa determinação nos levam a desfrutar os bons augúrios da vida.
E Deus criou a mulher com o objetivo de dar ao homem uma auxiliar ou ajudadora... Mas a mulher sugestionada por Satanás resolveu desobedecer a ordem divina e comeu do fruto proibido e o ofereceu ao seu marido. Este de início o recusou. Eva ficou aborrecida. Queria uma prova de amor da parte de Adão. E disse-lhe: "Ou Javé ou eu, escolha!" Adão, pensou, pensou e decidiu: "Tudo bem, eu como pra te satisfazer" E desde então a infelicidade entrou no mundo.
Como calar as vozes da nossa mente?
Quando morre a mãe da gente, é o momento que a gente entende de verdade que não somos imortais.
É como se caísse a ficha de uma vez por todas que, o colo que só uma mãe pode nos dar, não nos pertencesse mais, mãe é aquela que nos alicerça
E como lidar com o desamparo que maltrata tanto?
Uma vez me questionaram sobre o tempo do luto e quando isso ia passar?
As pessoas só entendem essa dor, quando dói na carne delas.
E não é sobre superar, é sobre resignificar.
A saudade vem , numa terça feira qualquer, as vezes vem num almoço de domingo, ou mesmo numa festa incrível que você só queria a companhia daquela pessoa.
A vida tem que continuar, e continua mesmo, nos primeiros segundos da perda a gente já sente o desabor do luto.
Mas muitas vezes o mundo está a todo vapor e você no meio disso tudo não tem outro caminho a não ser correr junto nessa maratona que é a vida.
Que possamos nos curar das dores silenciadas, das palavras ouvidas, dos julgamentos. Das vezes que dissermos que estava tudo bem e sorria para camuflar a dor.
Das indiferenças, dos pesos, dos julgamentos.
Ainda estou lutando pra fazer o que conheço,
Abençoado por Deus sou filho dele e mereço,
Com este povo Brasileiro está brilhando o meu começo,
O meu site estão visitando gente querida agradeço.....
NASCE, CRESCE, FILHO DA RUA
Desde o ventre da minha mãe que conheço as ruas. Minha mãe é zungueira de profissão, já desde o ventre que tenho acompanhando-lha nas suas zungas. Presenciou as caminhadas que ela faz para nos sustentar, as muitas corridas que faz e sofre dos fiscais e os senhores policiais para não perder o negócio que nos é rentável. Outras vezes ela não escapa e é nos cassumbulado o negócio, fonte do nosso sustento. Muitas vezes chicoteada por reivindicar que até sinto a dor da chicotada.
Fui gerado na rua porque até aos nove meses a minha mãe zungava a necessidade é enorme, para completar o enxovalhe e a panela em casa não entrar em greve. Esqueceu-se do dia, mês, hora que vinha ao mundo, acabei por ser gerado na rua e assim me familiarizei com a rua.
Três, quatro mês depois comecei a gatinhar minha mãe decidiu que já era o momento oportuno de acompanhar-lha na zunga, não há dinheiro para mim, ir a creche e ela não pode ficar parada ou seja ficar em casa. Apesar de requerer ainda muitos cuidados materno, porque se não morremos de fome.
Passo toda a minha infância na rua ao lado da minha mãe, sem crianças a minha volta porque as deixei todas no bairro em que vivemos e assim vou crescendo.
Sou da rua, alimentam-me, tomo banho, vestido na rua ao céu aberto ou seja ar livre.
Deste modo vou familiarizando com a rua, conhecendo-as do musseque à cidade. Quando completo os meus 5, 6 anos. Já sei fazer o mesmo trajecto me é familiar. Conheço-o tão bem que perco o medo de andar sozinho, criança que só. Esquecendo que as ruas são tão violentas e perigosas, criança e inocente. Mas como posso ter medo se presenciei as mesmas muito antes de andar nelas, sozinho.
Com os meus 10, 12 anos as ruas adoptam-me e passo a vida a lavar carros. Os grandes jipes, carros que só via nos filmes. Hoje tenho o prazer de os lavar e ver o seu interior fico fascinado com o que vejo, lavo para ganhar algum trocado.
Se puder depois vou para à escola aprender alguma coisa, de momento aprendo mesmo aqui, na rua mal ou bem. Essa é a vida que levo, prioridade para mim, agora é mesmo kumbo. Porque tenho que ajudar a velha com as despesas no cúbico.
Tenho os meus irmãos, mas novinhos que precisam encontrar outro cenário, talvez estudem para saberem alguma coisa para contornarem o caminho que segui. Terem um futuro, destino diferente do meu. Porque se tivesse escolha talvez não é esse o destino que queria para mim.
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