Para o nosso Filho Fruto da nossa Uniao
Por mais que RG acuse nosso "idosamento", não
podemos deixar partir a criança que existe
em nosso interior...
A CRIANÇA DENTRO DE NÓS
Marcial Salaverry
Criança nascemos...
Crescendo, melhor viveremos
se essa criança soubermos manter,
bem viva... bem desperta,
sempre alegre e esperta...
É importante saber viver,
e sempre dentro de nós, saber manter
aquela criança que conosco nasceu...
Manter aquela alegria de viver,
aquela eterna jovialidade,
independendo da idade...
Muito triste será a vida adulta,
se essa criança ficar esquecida,
em algum canto nosso escondida...
Essa criança interior,
está representada pelo nosso amor...
Se soubermos assumi-la,
ela permanecerá latente,
sempre contente...
Se contudo, a matarmos,
perderemos a verdadeira beleza
de nossa vida...
Perderemos a real alegria de viver,
assumiremos a tristeza,
conheceremos o real sofrer...
Para mantê-la viva,
basta mantermos o sorriso,
esquecendo o excesso de siso...
Não esquecer nossa responsabilidade,
mas sabendo extrair a felicidade...
Vamos crescer, adultos ficar...
Mas... sempre deveremos a vida amar...
Aquele toque de alegria manter,
não esquecendo o jeito criança de viver...
"NOSSO OLHAR DE CABOCLO"
De onde eu vim
Por onde passei
Onde eu passar
Quero deixar sempre um sorriso
Do meu jeito de ser
Do meu jeito de olhar
Olhar as montanhas
Vários ângulos
Bem do alto
Decifrar seus mistérios
Ficar mais perto do céu
Sentir o frescor
Da natureza e tudo que é belo
Olhar para as matas
Cada árvore
Chão úmido de folhas secas
Pássaros voando
Macacos pulando
Diversidade que ela nos dá
Olhar de mateiro
Caboclo seringueiro
Desse meu jeito de ser
Do meu jeito de olhar
Olhar o rio Amazonas
Sua importância e riqueza
Sua extensão territorial
Quanta pessoa alimenta e transporta
Cuidar de sua preservação
Lutar pela sua sobrevivência
Para que no futuro outros possam
Usufruir de sua existência.
Olhar para cada irmão
Interiorano, na sua maneira de ser
Atencioso, no seu jeito de agradar
Simplicidade, na cumplicidade
De ser fiel ao seu irmão
Olhar de matuto, não besta
Esse nosso jeito de olhar
Nosso modo de amar.
FIM
José Gomes Paes
Enviado por José Gomes Paes em 01/09/2011
Código do texto: T3194841
Dizem que quando dormimos nosso espirito vaga por ai. Eu não sou aquele tipo de pessoa que acredita em tudo, porém, também não duvido de nada. E é engraçado, quando sonhamos, é sempre uma coisa vaga, muitas vezes sem nexo. São lugares que não existem, mas que a gente tem certeza que já esteve neles. São situações estranhas onde você vê uma pessoa, a reconhece do seu dia, mas com outro nome, você sabe que sonhou com aquilo, mas no sonho era outra coisa bem diferente. Maluco isso, né? Eu tenho uma impressão que, quando a gente sonha com alguém que gostamos muito, nosso espirito se liberta do corpo e dá um jeito de ir se encontrar com ela. Não que de fato a pessoa esteja sonhando com você também, mas é como se o seu espírito pedisse permissão para entrar dentro do espírito daquela pessoa por meros milésimos de segundos, talvez por isso, a sensação seja tão real, tão amorosa que, ao acordarmos, estejamos em completa paz, como se tudo tivesse sido de verdade. Aquela sensação de saber que sonhos vêm e vão embora, mas de alguma forma você esteve ali. Sabe, a vida é cheia de mistérios, e no fundo não precisamos entender nada, apenas vive-los como se hoje fosse nosso último dia, a nossa última chance de sermos felizes. A vida é real, o mundo é de verdade, e talvez por isso jamais podemos deixar de sonhar, de acreditar que tudo pode acontecer nessa vida, porque nunca sabemos o que poderá ser amanhã, e que sonhos, apesar de toda utopia, fazem parte de um outro plano, um plano onde só nosso sentimento mais profundo é capaz de ir.
Ricardo F.
Uma das muitas causas do seu desaparecimento [do leitor autêntico], no nosso país, é que a formação dos jovens leitores — e falo dos melhores — se faz sob uma influência predominantemente anglófona. Ninguém lê mais em francês, espanhol, italiano ou latim. Muito menos lê os clássicos portugueses. Como os princípios da estilística inglesa são intransponíveis para o português, esses leitores acabam perdendo o ouvido para o próprio idioma. Quando lêem, não captam as nuances de sentido nem a ordem musical. Quando escrevem, imitam trejeitos ingleses que não dão certo em português e terminam em pura macaquice. E não falo só de trejeitos lingüísticos, mas psicológicos — de certos cacoetes de percepção que são típicos da intelectualidade norte-americana.
Discriminemos com fumódromos os fumantes e seus cigarros, para que respeitem nosso direito de viver saudavelmente e não prejudiquem o meio ambiente.
As vezes choramos em silêncio pra aqueles que amamos continue sorrindo, as vezes desistimos do nossos sonhos para que possamos mantê os dos outros, as vezes deixamos nossos sentimento de lado pra poder mantê o de quem é importante pra nós, espero que meus sentimentos algum dia te alcance pois você sempre será meu eterno amor platônico.
Já ficou pra trás
E o nosso amor?
Já se esfriou.
E o nosso afeto?
Não existe mais.
E o meu coração?
Se regenerou.
E a minha paixão?
Já ficou pra trás.
E as nossas conversas?
Eu deixo e recebo um tanto.
E os nossos abraços?
Não mais os levarei comigo.
E os nossos beijos?
Escolhi a boca do Caetano.
E as nossas transas?
Acabei te trocando pelo Chico.
A história do lado de dentro gira ao nosso redor, mas na outra história cada um de nós é apenas um simples personagem em meio a muitos outros, um personagem cuja entrada em cena é determinada por outras pessoas e que não tem nenhum controle real sobre a hora da sua saída do palco. As coisas que impulsinam nossas vidas, as coisas que queremos, nossos planos, projetos e metas - aquilo que podemos chamar de nossa motivação - são o resultado de forças que não controlamos. Aparentemente, nosso papel foi escrito por outra pessoa. Temos pouco controle sobre o seu conteúdo e não temos a menos ideia de qual é o seu sentido.
O choque das duas histórias é às vezes chamado de condição humana.
"Uma rosa vermelha representa todo o nosso amor, ao olhar essa mesma rosa eu me lembro que uma linha vermelha está amarrada em nossos dedos para nos mostrar que independente do que aconteça, nós iremos ficar juntos nessa vida ou em outra... hoje eu tenho certeza que será em uma outra, pois eu estou dando o meu último suspiro segurando as suas mãos."
Apresentação
Se voltarmos o nosso olhar, para dentro de nós mesmos, vamos relembrar de cenas, que fazem o tempo parar de correr, que fazem com que esqueçamos tudo à nossa volta...Viagens, que podemos relembrar mil vezes e voltar atrás e revivê-las novamente...
Não haveria outra forma de viagem, outro jeito de imaginar, como seria o nosso “EU”, se não pudermos vivenciarmos tudo, mas tudo mesmo, como uma viagem sem fim...Escorregar para dentro de nós, pois do contrário, não seria o nosso eu, a sentir...
É como se estivéssemos em uma estação, a espera do trem, que nos levaria para dentro de nós mesmos...
A mala, onde carregamos as recordações, o perfume, o som das vozes na estação...Então, é quando tudo se faz silêncio e somente uma luz acesa nos lembra que estamos na estação e não há mais ninguém...
Só nós com os segredos de viagens, que levaremos para dentro de nós mesmos, no silêncio dos sentimentos...
Uma luz acesa nos lembra que estamos ali, e não há mais ninguém... Só nós e nossos segredos...
O nosso “EU” a nós pentence, não haverá heideiros para as recordações, que há dentro dele...
Uma pequena ponte, nos levará até ele, é uma ponte, que se oferece a nós, larga, aberta para que possamos entrar, e, no entanto, falta-nos a coragem, mesmo que fosse só para sentirmos um pouquinho da nossa essência, que habita em nós... A abertura oferecida, a possibilidade de irmos...Só para olharmos...
Vamos dar o primeiro passo, para atravessarmo essa ponte, em direção ao desejo de sentirmos, bem de perto o nosso “EU”...Embora a porta aberta nos convide a entrar, parece que algo nos segura, como se ferros houvesse em nossos pés a adentrar...
Se não formos, não saberemos... Se ficarmos, não seriamos o “EU” de nós...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro " O Eu de Nós
É chato triste e doloroso pensar em nosso rompante, me dói pensar em te perder, mas como perder se As vezes sinto não ter você.
INDIGENTE POESIA
Quando o vazio se ocupa do nosso peito
E a solidão nos consome e nos invade
O pranto não tem um qualquer direito
De em seu nome nos dar uma saudade
Ingratidão, suplício da dor sem respeito
Que dorido dentro d’alma sem caridade
Adentra o sentimento de um tal jeito
Que não acalma e nós deixa na metade
Estes silêncios são dívidas da sofrência
Que na carência não tem uma alegria
E no desamor o sonho é só impotência
Então, quando o não o falto anuncia
E no sim o amor perdeu a cadência
Lágrimas causam indigente poesia...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/10/2020, 06’53” – Triângulo Mineiro
O poder da música verdadeira que tem no Senhor o nosso Deus, ela modifica o ser humano Mais Cruel cura as feridas as tristezas e angústias, e faz até mesmo esquecer de coisas terríveis a música cria até novos caminhos se for possível.
Se deixarmos de projetar nosso futuro, alguém o projetará para nós, não em função de nossos interesses, mas do seu próprio proveito.
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