Para meus Amigos Casados
Enfim Casados!
Enfim, o repouso
Tão merecido ao teu lado.
Como é bom
Contigo estar casado.
Desfrutar do desejo,
Teu presente sagrado.
Sou mesmo este homem?
Tu me fazes sentir honrado.
Não quero farra,
Não quero nada;
Quero apenas estar
Ao teu lado.
Não me sinto casado,
Sinto-me um eterno
Enamorado.
Sandro Sansão da Silva Costa
Tem gente que é feliz rico, outros é feliz pobre. Alguns são felizes casados, outros felizes solteiros. Uns são felizes viajando e outros felizes na sua rotina diária. Em cada pessoa existe um universo e nesse universo pessoal existe uma forma diferente de ver a felicidade. Não baseie a felicidade alheia pela sua. Cada um busca ser feliz ao seu modo, isso nos faz humanos.
18 de março de 2026
Oi, meu amor...
Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.
Não é pouca coisa. Nunca foi.
Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.
Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.
E, ainda assim, algo nos mantinha ali.
Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.
Você sabia disso. Sempre soube.
Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.
Demorou muito para eu entender isso.
Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.
E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.
Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?
Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.
Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.
E, no meio disso tudo, só restava você.
Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.
Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.
E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.
Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.
E eu abri as portas.
Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.
E, dias depois, algo começou a se encaixar.
Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.
Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.
Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.
A dedicação cresceu.
O cuidado cresceu.
O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.
O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.
E isso mudou tudo.
Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.
Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.
E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.
Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.
E eu também mudei.
Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.
Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.
E eu escolho você.
Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.
Eu não quero pensar no fim. Não agora.
O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.
Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.
Quero continuar construindo com você.
Dia após dia.
Sem pressa, mas sem desistir.
Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.
Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.
Você é tudo o que eu preciso nessa vida.
E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.
Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.
Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.
E é ali que mora o amor de verdade.
Nos detalhes.
Nos silêncios confortáveis.
Nas presenças que não precisam ser anunciadas.
É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.
Eu só quero você.
Por toda a minha vida.
Feliz 15 anos para nós.
Te amo incondicionalmente.
Sempre é sempre.
Não precisamos estar casados para sermos um do outro. O nosso amor é um 'sempre' que ninguém apaga e que distância nenhuma separa. Nossas mentes estão conectadas por um fio invisível que o destino jamais conseguirá romper.
Ronaldo e Conceição Completando 20 anos de casados, Boldas de Porcelana, que Deus esteja com vocês até que aja muita paz, carinho, fidelidade, companherismo e muito amor. Prometa que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina.
Todos casais, juntos ou casados, Deus aben0Š4oa seus recionamentos junto as suas familias...
E que Deus tamb¨¦m ajude os jovens que querem namorar para que mere0Š4am pessoas compromissadas e que amam de verdade...
Se namorar fosse tão ruim assim,
Nasceríamos casados e lutaríamos
a vida toda
para sermos solteiros,
e não o contrário .
Treze
Vou ascender uma vela para Stº Antonio
Para me livrar dos homens medonhos
Dos casados e enrolados
Vou ascender uma vela para Stº Antonio
Ah! St Antonio livrai - nos de todo mal
Dos machistas e dos feministas
Livrai do mal capital
E das estrelas perdidas
Livrai - nos da escravidão:
A propriedade móvel que dá prazer
Livrai - nos do nosso coração
A liberdade é o nosso prazer
Antonio Santo ,
Nesse dia treze
Esqueci da simpatia
Que uma velha amiga de dizia...
Treze é o numero dos barbudos
Dos homens de esquerda
Simplesmente cairão em meio às laminas
Que compraram - te um dia?
Ah! Stº Antonio livrai - nos desses
Que pela direita
Deixam cair suas barbas
Já perdidas... à esquerda homens!
“(...) não queria me ver cercada de jovens recém-casados. Preferia muito mais universitários traficantes.”
Mas agora são casados, não pode ficar sem dormir 7 dias da semana, antes era apenas uma noite ou outra.
Papa proíbe ordenação a Padre; a homens CASADOS…
Não consigo entender, ó Papa Chico;
Esse teu mau proibir, a um ser casado;
Quando tal fez, talvez em teu papado;
Com o vosso anunciar tão bonito!
Que foi: que jamais cá o homem separe;
Quem Deus Uniu nesse anunciar;
Por esse anunciar, Ser Um tornar;
Logo ser bom, que a igreja em tal repare:
Que não há qualquer errar no bom casar;
Mas sim, só nele existe A De Deus, Bênção!
Pela linda união de Suas Almas…
Daí, eu não entender, teu rejeitar;
Que nada mais era que a um teu Cristão;
Deixares a todos, mostrar as palmas.
Com mágoa por ti;
Quando me dizes, que após estes 37 [que tão rapidamente passaram] anitos da nossa vida de casados; cada vez gostas mais de mim; nada mais me resta que isto, TE dedicar:
QUE ALEGRIA, me DÁS com tal dizer…
Que alegria me dás, com tal dizer;
Ó minha ROSA LINDA e Linda AMADA;
Pois para mim esse teu parecer;
É um dobrar desta vida, a mim dada!
É dobrar, pelo que dizes que sou;
É dobrar, pela tua em mim tão tida;
Porque essa, que tanto de mim gostou;
É toda a boa essência desta vida!
Que bom é cá viver, com tal sentir;
E que melhor é tal de ti escutar;
Por tão feliz me pôr, teu bom dizer!...
Que meu olhar faz marejar, por sorrir;
Contente, por ver em Ti tal gostar;
Que me dá toda a razão de viver.
Amo-te minha PEQUENINA!!!!
O nosso 37º ANIVERSÁRIO de casados, é JÁ amanhã!!!!!!!!!!!!
Posto tal, em verso; a todos vou deixar dicas para que em harmonia, lá tod@s possais vir [como é meu DESEJAR] a chegar!
QUE todos os CASAIS, CHEGUEM [aos como nós, 37 anos de casados] JUNTINHOS!
Haja em nós, o BONITO respeitar;
Que o resto, mui depressa passará;
Por esse respeitar, chamado AMAR;
Ter FORÇA, que NINGUÉM; separará!
AMAI-VOS, nossos ricos Amiguinhos;
Como a todos MANDA O bonito AMAR;
Pois caso, O façais, ficareis JUNTINHOS;
Por ninguém, conseguir; TAL matar!
Nem nós, nem a má morte O matará;
Por NELE haver força que O CRIADOR;
Em TAL, IMPLANTOU para; a nós JUNTAR!...
Num TAL UM, que a tudo ultrapassará;
Devido a TODA a força INTERIOR;
Que existe EM nesse DELE, em nós estar.
Com o CARINHO, desse AMAR, a tod@s desejamos, o nosso de amanhã FESTEJAR!
Eu olho pela janela. Vejo as crianças bricarem, os jovens passearem, os casados criarem suas famílias. Vejo as pessoas partirem. Chegarem. Vejo os passarinhos cantarem, no verão voar. O inverno chegar. Mas continuo na janela vendo a vida passar...
Todos podem precisar buscar cura emocional, casados, divorciados e solteiros. Não é o seu status que faz você imune de decepções!
Namorados apaixonados, ao luar, olham para o único lado da lua, casados, vão conhecer a outra face da moeda.
CASADOS
Duas bocas
ARDENTES...
Dois corpos
IGUAIS;
Com alguns detalhes
DIFERENTES...
Que se encaixam,
se completam
de forma
INTELIGENTE.
Brindemos a uma feliz vida de casados
Pedi à vida que que me desse uma nova oportunidade de encontrar o amor, pedi a vida que meus sonhos se tornarem realidade, pedi a vida que me desse pelo menos dois rebentos e um homem que me faça tão feliz.
Pensei com calma nas características da pessoa que eu queria compartilhar minha vida para sempre, escolhi a dedo todas as qualidades, algumas não dignas de mim, eu não me conformava em ficar sozinha, já estava na profissão errada, já tinha perdido a calma para a vida amorosa, eu que sempre amei de verdade.
Pois é amor, a distração do meu coração entende. Por muitas vezes não me apaixonei pelos homens com quem eu estava e sim pela fantasia que tinha a seu respeito, uma vontade de dar certo, com várias boas razões para ser assim.
Eu soube que era ele assim que o vi pessoalmente, eu gostaria muito de aprender todas essas coisas sobre o amor, não escondia de ninguém que não me sentia à vontade sozinha, aceitei os fatos com entendimento, porém discursava o inverso, tinha o discurso autossuficiente.
Sempre senti que ele não me aceitava do jeito que eu era, ele sempre falava em tom de pesar, porém o laço que nos une é forte e verdadeiro, numa hora felicidades e risadas, noutras, esporros e desentendimentos, como tem que ser.
Uma das coisas que eu não gostava era o fato dele me tratar como autoridade, parecia o tempo todo diminuído, tentei achar justificativas para isso, mas não consegui.
Ele prometera a si mesmo nunca mais se envolver com ninguém, tinha sofrido decepções graves, abandonado no altar, então se entregar ao amor não aconteceria tão cedo. Eu o amava e nunca senti por ninguém o que sentia por ele, então o coração foi mandando no corpo inteiro e de forma racional, amorosa e diplomática fomos nos entregando.
Nenhum rancor nos envolveu, nenhuma tristeza tomou conta, nossos “baixos” eram normais de qualquer casal, nossos “altos” era incrivelmente felizes.
Estou certa disso! De que seremos felizes na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, sem a “inevitável” separação, sem o “adeus” e sem o “te cuida”.
Criamos expectativas fora da realidade para esse momento a dois, sua mãe vinha cheia de conselhos, os seus pais achavam cedo demais, a conversa degringolou a partir daí num tom de façam o que nós dizemos.
Anotei as dicas automaticamente no inconsciente, dei notícias de que vida de casada era mais fácil do que eu pensava, eu não queria ver nem ouvir nunca mais qualquer assunto que se referisse a qualquer ex amor ou da minha parte ou da dele, mas peralá se tudo está uma delícia porque vocês se matavam de insegurança? Porque já conhecemos história de casamentos em crise por ex ou por amiga do casal.
Apesar dos desentendimentos, somos felizes, somos diferentes até em classes sociais, somos merecedores de todo o esforço, buscamos a felicidade, demos a nossa vida um caráter de competição em sermos serenos, sensatos e felizes.
Nenhum de nós é o mesmo, algumas características melhoraram, outras pioraram, nossa sedução mútua aumentou, buscamos o prazer sem limite e nos alegramos em experimentar coisas novas sem sombra de dúvidas.
O bem-estar tomou conta, nos tratamos com deferência, ficamos mais quietos e despretensiosos me tornei amiga do meu amor, não parávamos de conversar nem de dia nem de noite, tornei-me mais discreta, foram muitas tentativas frustradas, muitos erros, mas honestamente a independência da nossa relação nos uniu e une até hoje, com as imperfeições do amor temos uma família feliz.
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