Frases engraçadas sobre pão duro
= Precaução e Indulgência =
Para sobreviver por este mundo afora, é conveniente levar consigo uma grande provisão de precaução e indulgência. Pela primeira seremos protegidos de danos e perdas, pela segunda, de disputas e querelas. Quem tem de viver entre os homens não deve condenar, de maneira incondicionada, individualidade alguma, nem mesmo a pior, a mais mesquinha ou a mais ridícula, pois ela foi definitivamente estabelecida e ofertada pela natureza. Deve-se, antes, tomá-la como algo imutável que, em virtude de um princípio eterno e metafísico, tem de ser como é. Quanto aos casos mais lamentáveis, deve-se pensar: “É preciso que haja também tais tipos no mundo.” Do contrário, comete-se uma injustiça e desafia-se o outro a uma guerra de vida ou morte, já que ninguém pode mudar a sua própria individualidade, isto é, o seu caráter moral, as suas faculdades de conhecimento, o seu temperamento, a sua fisionomia, etc. Ora, se condenarmos o outro em toda a sua essência, então nada lhe restará a não ser combater em nós um inimigo mortal, pois só lhe reconhecemos o direito de existir sob a condição de tornar-se uma pessoa diferente da que invariavelmente é.
Portanto, para vivermos entre os homens, temos de deixar cada um existir como é, aceitando-o na sua individualidade ofertada pela natureza, não importando qual seja. Precisamos apenas de estar atentos para a utilizar de acordo com o permitido pelo seu gênero e pela sua condição, sem esperar que mude e sem condená-la pura e simplesmente pelo que ela é. Eis o verdadeiro sentido do provérbio: “Viver e deixar viver”. A tarefa, contudo, não é tão fácil quanto justa; feliz é quem pode evitar para sempre certas individualidades. Para aprender a suportar os homens, deve-se praticar a própria paciência em relação a objetos inanimados, os quais, em virtude de uma necessidade mecânica ou de qualquer outra necessidade física, resistem tenazmente à nossa ação. Para tal exercício, há oportunidade diária.
(Aforismos para a sabedoria de vida)
Se há uma coisa que me aborrece e me deixa triste é encontrar no meu caminho uma pessoa com pobreza mental ou de espírito, como queiram. A pobreza mental se expressa em mesquinharia, covardia, omissão, fingimento, inveja, pirraça e um sem número de pequenos atos pessoais que procuram impingir sofrimento em que vive próximo a ela, sem que o atingido perceba que a fonte de seu sofrimento está a seu lado.
Mentiram pra mim.
Me disseram: preguiçoso!
Mas isso não sou, nunca fui na verdade.
Só que meu corpo se recusa a fazer o que essa vida mesquinha me oferece de opções.
Quando abandono é sinônimo de ingratidão.
Até pais, avós, etc., mesmo sendo mais novos que alguém bastante idoso, podem vir a ser abandonados, esquecidos, por aqueles que um dia, por uma vida inteira, cuidaram deles. Isso se chama ingratidão e falta de compaixão.
Ou seja, não precisa ser muito velho para vir a ser abandonado; há muitos interesses mesquinhos que levam pessoas a abandonar outras, e isso nada tem a ver com idade, necessariamente, mas com dignidade, caráter e senso de humanidade.
Só existe vida plena no limiar da morte, por isso me arrisco tanto. Não vivem os que não superam a mesquinheza existencial.
Quem escreve se liberta e deixa em seu lugar o leitor, ou melhor, escraviza-o pela condução do texto. E se não segui-lo é mesquinho leitor.
Quem é grande mostre que ainda tem lugar para coisas melhores, e cautelosamente evite tudo o que pode revelar um coração mesquinho.
O verdadeiro grande mal é a pobreza, são as miseráveis condições de vida que esmagam muitas pessoas. Em última análise: os poderosos, os mesquinhos, os interesseiros, cultivam a ignorância para se manterem no poder e obter lucros e vantagens! Tanto isso é verdade, que todos aqui pensam em construir a prosperidade pública sobre uma base envenenada e pestilenta, sobre uma fraude - uma mentira!
(Dr.Stockmann)
(Um inimigo do povo)
SEM NEXO
Adquirir o que ?.......vivencia , impressões sobre o que ?
De que vale viver ?
Onde a sociedade , que não é sociedade vive trancada dentro de cada um em seus mundos particulares e mesquinhos ,e se dizendo sociedade racional ? ...??
Quando nós derrubaremos nossas próprias mascaras ? para aprendermos a ver nosso semelhante como a nós mesmos ?
Sociedade hiprócrita onde os racionais são menos que os irracionais eles sim os que vivem por extintos nos dão lição de vida.
Sermos relevante ao nossos semelhantes já é de nossa índole mas não a praticamos.
E nas guerras que fazemos por idealismos ?? matamos em nome da liberdade que liberdade é essa ? que ao matar-mos milhares de inocentes e nos dizemos racionais e vivemos em uma sociedade destrutiva ( e nos consideramos seres dominadores )
Me pergunto que espécie somos ?
Quem tem um mínimo de bom senso, deveria assimilar a ideia de que nossa vida aqui na Terra é muito curta pra se perder tempo com coisas fúteis, mesquinhas e que não nos levam a lugar algum. Não seria esta uma razão mais que suficiente para entendermos o papel que temos perante nossos entes queridos e diante de D’us?
A vida é como uma moeda de duas faces:
alegrias, tristezas
bem e mal...vão se alternando sem cessar
Por isso, quando a face escura aparece,
precisamos ser fortes
e não nos deixar abalar.
Dedos apontados em riste,
fazem parte do
negrume de almas
que, bem lá no fundo,
vieram para nos mostrar
que caminhos não devemos seguir,
e que seus gestos mesquinhos
jamais deveremos imitar.
Por outro lado,
a face brilhante da moeda da vida
mostra-nos que nem tudo perdido está.
Existem pessoas de paz,
plenas de entrega,
sempre prontas para as mãos estender,
na remoção dos obstáculos,
nos auxiliar.
Não estou dizendo que voce precisa viver a sua vida como se fosse o último dia. De maneira alguma. Isso é imaturidade;
O que eu quero dizer é que a vida é muito curta para ser medíocre e que voce tem que "parar" de sofrer por coisas mesquinhas.
Voce pode sofrer; mas sofra por aquilo que realmente vale a pena.
Há quem se objetive a desestabilizar realidades que estão em paz e harmonia, e com isso plantam, desmotivações, desencorajamentos e desmerecimentos, além de frustrações. A ausência sempre nos ensina que alimentar e fortalecer os bons laços é importante para preservar as compreensões, e neste sentido o amor próprio é revelador para nos afastarmos de pessoas que nada somam. É muito desmotivante abrir os braços, para um abraço, e sentir nele um vazio repleto de indiferenças que nos tragam pesares e decepções. E inevitavelmente vem os afastamentos e distâncias, e o tempo se torna irrecuperável sob todos os aspectos, e o que poderia ser distração agora é fonte de tristezas. A negligência não é um sentido que devemos nos apropriar para externar tolices que podem causar diferentes e sérios danos às pessoas, se há algum desinteresse que precise ser dito o faça pela razão que o legitime, e não por desconhecimento das verdades, pois o que se baseia no que vc pensa ou acha resulta das suas inquietações, não da realidade e os fatos que a compõe. A indiferença toma conta do coração quando damos oportunidade às iniciativas que nada produzem de bom, e limitam as atitudes para que possamos melhorar. Quando despertamos nos outros motivos que podem causar esquecimentos e renúncias, pode significar que agimos de forma irresponsável e imatura e a assim damos chances ao descaso, e exatamente por isso nos tornamos omissos.
John Pablo de La Mancha
Celebremos, pois, a humanidade insana,
Que, entre excrementos e almas lúridas, caminha;
Em cada passo, a razão se esvai, se engana,
Na busca vã de um sentido em vida mesquinha
"O que te faz grande é a nobreza dos seus ideais, a fidelidade aos seus propósitos, e a íntima disposição para lutar por aquilo que acredita.
O homem que não se resigna perante injustiças e perseguições, tampouco se corrompe com coisas pequenas e mesquinhas, já cumpre em si e para história o papel singular pelo qual vale a pena viver."
Nem sempre estamos preparados para enfrentar uma situação de riqueza, onde poderemos levar a pobreza do espírito que em muitos, acabam se contaminando com a mesquinhez, achando que agora podem pisar nos mais humilde e esquecendo suas próprias origens
