Países Subdesenvolvido
É nessa perspectiva que é preciso interpretar o fato de que, nos jovens países independentes, triunfe aqui e ali o federalismo. Como se sabe, a dominação colonial privilegiou determinadas regiões. A economia das colônias não está integrada ao conjunto da nação, está sempre disposta em relações de complementaridade com as diferentes metrópoles. Quase nunca o colonialismo explora a totalidade do país. Ele se contenta em adequar os recursos naturais que extrai e exporta para as indústrias metropolitanas, permitindo assim uma relativa riqueza territorial, enquanto o resto da colônia mantém, ou aprofunda, seu subdesenvolvimento e sua miséria.
Nesses países pobres, subdesenvolvidos, nos quais, segundo a regra, a maior riqueza está ao lado da maior miséria, o Exército e a polícia são os pilares do regime. Um Exército e uma polícia que, mais uma regra a ser lembrada, são assessorados por especialistas estrangeiros. A força dessa polícia, o poder desse Exército são proporcionais ao marasmo em que está mergulhado o resto da nação. A burguesia nacional se vende cada vez mais abertamente às grandes empresas estrangeiras. Por meio de prebendas, as concessões são obtidas pelo estrangeiro, os escândalos se multiplicam, os ministros enriquecem, suas mulheres transformam-se em cocotes, os deputados vão se ajeitando e, do policial ao agente alfandegário, todos participam dessa grande caravana da corrupção.
A oposição torna-se mais agressiva e o povo capta nas entrelinhas sua propaganda. A partir de então, a hostilidade em relação à burguesia é manifesta. A jovem burguesia que parece acometida de senilidade precoce não leva em conta os conselhos que lhe são dados e se revela incapaz de compreender que seria de seu interesse encobrir, ainda que ligeiramente, sua exploração.
A solidão, por outro lado, não tem faixa etária. Eu costumava pensar que países emocionantes poderiam mantê-lo feliz e entusiasmado apenas com a novidade. Agora eu sei: você pode se mudar para Paris, deliciar-se com a cidade, beber seu café com leite, mas por mais bonitos que sejam os prédios e as varandas, você se encontrará abraçando os postes de luz para ter companhia, como se estivesse em "Os Miseráveis".
Em grandes países se encontra traços de grandes impérios antigos em sua civilização. algo de Julio Cezar ou Augusto, Alexandre. E no Brasil também se encontra... uma política parecida com o Huno Átila, politica de extorsão.
Cada vez mais cresce a consciência de que os países ricos precisam entrar em acordo para promover o desenvolvimento nos países de Terceiro Mundo. Isso significa desafogá-los de suas dívidas, dividir melhor a riqueza do mundo, para evitar os problemas que estamos vendo aí: o descrédito dos governos, a desorganização da sociedade, o crescimento do terrorismo e da criminalidade, a favelização, a miséria, a doença e a fome.
Os países ricos sabem que os problemas do Terceiro Mundo estão batendo à sua porta. E que precisam ajudar a resolvê-los, se não quiserem ver a invasão de seu quintal ricamente ajardinado.
Nestes países, o cristianismo tem popularidade, comunidade e uma solidariedade considerada boa, mas, teologicamente, tem pouca ou nenhuma verdade literal. Tem um mundo no qual se sonha acordado. Pode nem existir Deus. (...)
Somos um dos países que se vestem de forma mais vulgar de todos, porém somos um dos mais moralistas do planeta. Não é irônico?!
Quem inventou e quem fez a Coca-Cola se tornar um fenômeno mundial, presente em mais de 200 países, deixou um imenso legado. Quantas pessoas ajudaram a sustentar e dar oportunidades de crescimento nos seus mais de 130 anos de existência? Além de ajudar bares, restaurantes, distribuidores, mercearias e supermercados de todos os cantos do planeta a vender mais e conseguir manter empregos? Contribuir para experiências de felicidade com amigos e família? O impacto é gigantesco e impossível de medir. O papo anticapitalista de que empresas como a Coca-Cola, são mega corporações “malvadonas” que exploram o trabalho humano é o discurso de quem não sabe reconhecer o impacto extremamente benéfico para a sociedade de negócios que deram e dão certo. Ninguém deve nada a nós. Devemos aprender com o sucesso de quem chegou lá para podermos construir nosso próprio legado. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
O predomínio injusto e cruel do homem sobre a mulher em alguns países do mundo retrata o precário estágio evolutivo, com prevalência do instinto selvagem sobre o racional. A força bruta sobrepondo a razão.
Que merda de Planeta é este
Onde o salário mal dá para o mês
Onde os Países maternos dão menos regalias aos seus filhos
Onde o falso é visto como herói e o Guerreiro visto como fdp
"Uma vez vi uma reflexão que todos os países que passaram pela ditadura militar lavaram “a roupa suja”, conversaram com o passado: nos negamos, inclusive nosso presidente que quer negar a história a bel-prazer."
Crise nos países de terceiro mundo, não devem ser tidos como algo fora da normalidade. Aquilo que causa espanto, seria um país de primeiro mundo, os governantes, quererem fazer aquilo que faria com que a nação os tirassem do poder, à saber, acabar com os direitos iguais.
FILÓSOFO
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Brasil, Angola, Moçambique e os demais países que vivem debaixo de uma hierarquia de manipulação e opressão política, só sairão dessa problemática quando das próximas vezes souberem em que realmente deve ser depositado o seu voto...
E, a unicidade é senão algo que se diga que se deve procurar trabalhar antes da tomada de decisões importantes...
In, o dilema da má compreensão da constituição
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