Pacto
PACTO
teu carinho é manhã
de brisa leve e boas notícias.
boca de descoberta de delícias.
poesia "capaz de ouvir
e entender estrelas"
Existia um Místico, que desejou fazer o seguinte pacto com o Universo: dê-me rejuvenescimento eterno. Então isso lhe fora concedido!
Porém, ao passar dos Anos, o homem Místico percebeu que quanto mais jovem ficava e saudável, mais problemas lhe aconteciam. Os problemas de antes, nem se comparavam aos vigentes. Notou então que houve uma significativa potencialidade em seus problemas de forma tal, que já não podia suportar o fardo da vida. Então, desejou que seu dom da imortalidade, se retirasse. O Universo assim concedeu e a paz da qual desfrutava, voltou a reinar. O Místico então compreendeu a seguinte lição: mais vale uma vida razoavelmente curta, mas com muita paz, que viver sempre jovem e eternamente, mas cheio de tribulação!
Em qualquer tipo de interação deveria ser selado "Um Pacto de Ética: de Sinceridade, de Transparência, de Verdade." Jamais deveria ser derrubado esse tripé sagrado.
Será que o meu anseio é uma utopia inalcançável? Desejar interagir, com qualquer pessoa assim, dessa maneira digna, com muita honradez, tão benéfica para saúde física, mental, e prazeroso deleite espiritual.
Vamos fazer um pacto. Repita comigo. É nosso juramento sagrado. Sempre ajudar uma à outra. Ajudar uma à outra a cada passo do caminho
Cactos
Dobro os joelhos
Faço um pacto
Ouço os apelos
Sigo o caminho
Colho os cactos
Suporto os espinhos
Em meio as dores
Vem a esperança
Cacto também dá flores
Espero a bonança
A Deus dou louvores
A fé me alcança
Em cada canto
Me vejo assim
Derramo o pranto
Que existe em mim
Murcharam as flores
Do meu jardim.
A traição doí por que um pacto e quebrado, uma promessa e quebrada e vasos quebrados não se conserta com cola.
Todo contrato escrito subentende que as partes não conseguem manter um pacto de confiança natural, ético e intelectualmente honesto.
"Ignorar o outro lado é um pacto com a ignorância, uma decisão de permanecer na sombra da própria verdade."
"E Enoque, meu filho, tu, tu farás cair o juízo sobre todos os que violaram o pacto, e sobre os que praticaram a iniquidade, e sobre os filhos dos anjos que se corromperam, sobre os homens de grande poder." – Enoque 10:4-5
"Ao contrário do que escrevera Emil Cioran, a amizade não é um pacto em que duas pessoas se comprometem tacitamente a não dizer o que uma pensa da outra. A verdadeira amizade é uma libérrima comunhão de amor em que os amigos estão abertos a se conhecerem e se perdoarem mutuamente".
Há um pacto ancestral nas veias ocultas do mundo, onde nada se perde, mas tudo muda. A essência, velha viajante, veste novas peles ao longo de sua jornada, movendo-se entre o murmúrio e o clamor. Onde o ritmo se acelera, algo cede, como quem entrega o próprio espaço para que o fluxo siga seu curso. Em gargantas estreitas, o impulso cresce, desafiando os limites do contido, enquanto o equilíbrio nunca é alcançado, apenas sugerido, como uma promessa sussurrada ao vento.
Nas curvas indomáveis, no entrelace do visível com o inominável, o que se oferece também se recolhe, e o que se comprime desabrocha, num ciclo que escapa aos olhos, mas toca a alma. O movimento não é imposição, mas acordo: o vazio o guia, a queda o chama, e a resistência o molda. Nada é fixo, mas tudo pulsa em harmonia secreta, como se o universo, cúmplice e silencioso, afinasse cordas invisíveis, criando uma melodia que poucos ouvem.
Na fluidez, o caos beija a ordem, e o eterno se revela efêmero. As forças brincam, trocando máscaras, negociando territórios, enquanto a energia, imutável em sua essência, dança entre formas que nascem e morrem, lembrando que tudo é troca, e nada se desfaz. O segredo não está naquilo que vemos, mas no que sentimos nas dobras do invisível. Assim, o mundo respira, e nós, meros observadores, seguimos seu ritmo, sem nunca compreender plenamente a música que o rege.
Pacto de renovação
Disse Lucius: - é importante a um andejo da Luz, de quando em vez, re-energizar-se com novas energias cósmicas. Como quando se troca constantemente de roupas, após um banho!!!
Velhos trapos espirituais, devem ser abandonados, esquecidos, perdoados!
A proteção invisível que cobre um buscador, semelhante à vestimenta, também é desgastada. Embotada. Envelhecida. Desusada. Carregar trapos cósmicos é danoso à saúde da Alma. É preciso sempre se revestir de novas roupagens astrais, deixando sempre os velhos trapos carregados de imundícies vibracionais, para trás.
Às 11h23 in 31.01.2024
