Os Seres Vivos
Saudade que aperta, queima o peito,
Um sentir que nos faz vivos de um jeito,
Traz memórias que o tempo guardou,
De amores que a vida nos ensinou.
A saudade tem cheiro, tem cor, tem voz,
Ecoa no silêncio entre nós,
No sorriso que se perdeu no caminho,
E nos momentos que já foram carinho.
De noite, de tarde, pela manhã,
O coração chama o que se ama,
E no peito, o desejo floresce,
De trazer o passado que não se esquece.
Lutar para reviver o que se foi,
A busca incessante que nos reconstrói,
Porque a saudade é o fogo que aquece,
E o amor é o que sempre prevalece.
Amor: a doce dor que nos mantém vivos. Eternizado em fotografias, um refúgio onde corações nunca se partem e o tempo se curva à memória, desafiando a realidade que insiste em seguir em frente.
Quando?
Quando
o verde das matas e florestas
permanecerão vivos em oxigênio
que nos liberte da nossa
realidade claustrofóbica?
Ecos de uma guerra sem fim
Os mortos sabem o que os vivos insistem em negar: a guerra nunca termina. Ela se esconde nos becos e nas esquinas, na miséria que grita silenciosa e nos olhares vazios de quem perdeu tudo, menos o desespero. A farda que um dia vesti carregava o peso de um mundo que sangra, mesmo quando teima em se cobrir com um véu de paz ilusória. Cada dia de patrulha era uma batalha travada não apenas contra homens armados, mas contra as sombras que habitam o coração da sociedade.
Quem segura um fuzil aprende que a verdadeira guerra não está apenas nos disparos ou nas trincheiras; ela está nos ecos que esses sons deixam na alma. O som seco do gatilho não se cala. Ele reverbera nas noites de insônia, nos pesadelos que queimam a mente e nas lembranças que jamais se apagam. Deixar o front não é suficiente para calar esses ruídos. Uma década já se passou desde que me reformei, mas ainda carrego comigo os rostos dos que ficaram para trás e as histórias que nunca serão contadas.
Apenas os mortos encontram o fim da guerra, pois para os vivos, ela continua de formas diferentes. Cada dia longe do campo de batalha é uma nova luta contra os fantasmas que o dever deixou. Esses espectros habitam o silêncio, a solidão, a memória. A farda pode ter sido guardada, mas o espírito do guerreiro não descansa. Ele permanece, marcado pelas cicatrizes invisíveis de uma guerra que não se apaga, mas se transforma em um fardo que poucos conseguem compreender.
A paz, para quem já viveu a guerra, é um sonho distante, quase impossível. Ainda assim, é o que nos move, mesmo sabendo que ela talvez nunca se concretize. A ilusão de que a guerra tem fim é o que mantém muitos vivos. Mas eu sei, como sabem todos que enfrentaram o abismo, que a verdadeira batalha não se encerra no cessar-fogo. Ela continua, para sempre, nos corações daqueles que sobreviveram.
Os que estão vivos, viverão.
E os que estão mortos, permanecerão mortos. Então, pergunte a si mesmo: como vivo? Como um 'vivo' de fato ou como morto em vida?
“E por falar em saudade, dos mortos recordamos, enquanto os vivos entre nós, sequer um bom dia damos!!!”
@Sil.Saffhill✨
Todos fecham os olhos quando morrem,mas nem todos enxergam quando estão vivos.
Portanto enquanto vivos devemos ter a capacidade e sabedoria de enxergar cada detalhes Divino que a natureza nos oferece e poder desfrutar das coisas boas que Deus tem nos dado e aprender a partilhar com o nosso próximo, assim como Deus partilha o ar , a água, o sol e toda criação vegetal que ele criou de graça.
"É cedisso que as frustrações são privilégios dos vivos, também é notório que só os sábios podem transcendê-las!"
Sentimentos...
Sensações...Emoções...
Impressões...Só os Vivos tem!!
Sinta , curta, mergulhe, sonhe...VIVA!!
Deus não nos colocou como espectadores da sua glória; Ele nos fez seus templos vivos, para que o mundo conheça a luz através de nós.
Empresas são como organismos vivos: evoluem, enfrentam obstáculos e buscam se adaptar a um mundo em constante mudança. Os desafios, longe de serem barreiras, são oportunidades disfarçadas que testam a criatividade, a resiliência e a capacidade de inovar. Cada desafio superado fortalece a estrutura organizacional e aproxima a empresa de seu verdadeiro potencial. A chave está em encarar as dificuldades não como impedimentos, mas como etapas necessárias para o crescimento e para a construção de um legado duradouro.
