Os mais Belos poemas
Tão belos eram os olhos, tão belo era o sorriso, tão belos eram os sonhos, os sentimentos escondidos.
Hoje sei que beleza não é riqueza, riqueza é aquilo que encanta, mas nunca te faz perde o sentido.
Riqueza e conseguir esquecer o belo que fez mal e encontrar beleza no calmo e pacífico olhos que me fizeram esboçar o mais belo sorriso.
Teus belos olhos refletem a imensidão do teu ser:
O esplendor da sua beleza interior
Que ofusca o que há em terra dito como mais belo
Ser de luz, sempre em evolução...
Vinho não é só para dias belos e frios
Vinho é para aquecer em dias sombrios
Trazer leveza à vida quando precisar de suavidade e seco quando as lágrimas molharem demais.
Eu quero te amar sem medida.
Escrever os mais belos poemas, por você.
Te ouvir falando sobre os assuntos mais aleatórios.
Desejo ser aquele com quem se sinta segura para ser quem realmente é.
E mesmo quando tudo estiver caótico, quero ser seu porto seguro, para onde sempre pode voltar.
Porque te amar é uma escolha que faço todos os dias.
Sou da Alta Mogiana
da Florada soberana,
dos grãos especiais e
dos mais belos cafezais.
Sou da rota do Café
do fruto doce e relevante,
para os dias muita Fé e
uma bebida marcante.
#caféarábica
TEMPO DE ENCANTOS
Mostram-se belos versos com exaltação
Cá no soneto de afeto e aura dourada
Cheio de canção e de perfumada toada
Que compassa o agrado e a sensação
A prosa se veste de esplendor e paixão
E em derradeira sedução, fica gravada
No sentimento, no tempo, pela estrada
Bailando na alma em graciosa emoção
Inesquecíveis poéticas, tão atraentes
Divinamente, às lembranças vertentes
Prozando excessivas distintas alegrias
Enquanto o ardor dorme sua realeza
Tempo de encantos, cordial singeleza
Ornando com amor a desejada poesia.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
24 fevereiro, 2024, 09’58” – Araguari, MG
"CACHOS"
Dou um sorriso toda vez que vejo aqueles belos cachos, cachos que me deixam louca, lembro do sol refletir em seus olhos castanhos amadeirados e o pôr do sol que incendiou seus cachos com aquele tom de vermelho, e se misturou tão facilmente que foram as chamas de verão mais lindas que já vi, aquele pôr do sol que me fez delirar ao refletir em sua pele da cor do pecado, aquele sorriso meigo que me faz sentir aquela brisa de mar mesmo sendo em um lugar completamente isolado do mar,
aquele pôr do sol que deixou tão único o nosso momento, me lembro como se fosse ontem daquele lindo sorriso que me fez apaixonar loucamente por você
COMO É BOM ESTAR AMADO
Eu vi uns belos versos que causaram
suspiros, de um coração apaixonado
e que, discursava emoção e cuidado
aonde os beijos de amor extasiaram
Eu vi que olhares nas trovas falaram
renderam a alma e deram o recado
e que, meu sentimento ficou lotado
e, assim, as rimas a paixão velaram
Eu vejo no verso encanto e sedução
que cresce na poética o que sente
e sente o doce cheiro perfumando
Eu vejo no poema a meiga sensação
fazendo a este trovar tão diferente
e, ao ledor, como é bom estar amado.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14/10/2024, 18’26” – cerrado goiano
VALOR MAIOR QUE ZERO
Confiante que a inspiração enfim me venha
pra que de belos versos seja a minha poesia
em uma poética para ti, com oferta e alegria
com amor, assim sendo, uma terna resenha
Eu não saberia lhe dar prosa com desdenha
Compondo a ilusão com transtornada porfia
com que o sofrer no poetar fosse meu guia
quero é cantar-te com paixão que sustenha
Ó coração, ó desejo, ó emoção, ó vacilação
justo na imprecisão se torne o meu pecado
e falta de sentimentalismo dos versos meus
Só tu és certo. E que bate forte na sensação
não rime o poema com este tom desafinado
se o que cadencia é ritmar-me nos tons teus.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 novembro, 2024, 16’10” – Araguari, MG
*chove no cerrado mineiro
Os Filhos da Repressão
Nos vales de Minas, tão verdes, tão belos,
Onde o rio murmura segredos singelos,
Lá corre o vento nas montanhas sagradas,
Mas sombras espreitam nas curvas caladas.
Viajante que sonha com a festa e a dança,
Se encontra na estrada a pistola da ganância.
No verde se escondem, famintos chacais,
Fazendo do pobre um réu sem sinais.
O ferro que um dia foi luz de cuidado,
Agora é espada do mal disfarçado.
Uma fábrica imunda de multas sangrentas,
Que arranca do pobre as vísceras lentas.
Instrumento de lei? Não passa de um jogo,
Feito por larápios de almas sem fogo.
Filhotes da ditadura, herdeiros do açoite,
Saqueadores do povo à sombra da noite.
Capachos de reis corrompidos, corruptos,
Espremem tributos de cofres injustos.
Hipócritas frios de espinha vazia,
Bebem do sangue que a estrada servia.
Oh, Minas Gerais, tuas curvas guardaram
Encantos e rios, mas hoje sangraram.
Teus filhos, vencidos por mãos sanguinárias,
Gemem nas ruas, nas praças, nas várias.
E enquanto a festa se veste de cor,
A estrada se pinta com manchas de dor.
Nos montes, no céu, na bela estação,
Ainda ecoa a repressão.
Viena
Talvez... Talvez sim.
Talvez isso passe, olhe, veja,
que belos campos verdes,
Paciente é o tempo.
Paciência de um fim de tarde.
Paciência de um ponteiro que bate.
Paciência de um casal em um parque.
Paciência de brisa que assopra a árvore.
Talvez... Talvez sim,
talvez com paciência, isso passe.
SOU
Sou uma estrela brilhante dançando
Uma valsa nos belos raios do sol
Como cigarras vou cantando
Entre os canteiros de girassol
Sou borboleta a voar no universo
Sou mel, sou rima, poesia sou verso*
Neste meu paraíso escondido
Baila no ar minha imaginação
Dentro de mim um amor contido
Guardado em meu coração *
Sou lágrimas e sou sorriso
No meu paraíso escondido
Sou abelha, sou beija-flor
Sou paixão, sou rima de amor *
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
De você, eu só quero uma rodada de belos sorrisos
Uma porção extra de muito carinho
Uma dose de desejo pra me acompanhar
Olhares intensos
Esse atravessar de almas
Fascínio do olhar
Desenho mais belos do conectar
Esse pulsar incendeia
As sensações disparam flechas
E perfura como caos das sensações
Inquietude devasta estruturas
Deixando com amplitude voraz da paixão.
Seus Detalhes
Esses teus belos olhares,
Me fazem refletir
Como é bela a natureza do teu corpo,
Quando te vejo, fico louco
Ah, a beleza do amor está em ti,
Tua pele morena
Me faz te desejar
Cor suave e plena,
Doce, perfume doce de açucena,
Contigo vivo a sonhar
Teu sorriso, então,
É o que me fascina
Teu jeito de ser me alucina,
Perdido de amor, estou,
Por uma indecente menina,
Cujo seus detalhes fazem,
Qualquer um atrever-se a amar!
(queria ter você)
Queria saber rimar,
Para belos poemas fazer,
Quando penso em você,
Para o seu amor, eu ter.
A vida e o mundo são tão belos.
Veremos o que temos de melhor primeiro.
Assim que extrairmos o melhor...
Analisaremos o que não é tão bom.
Tudo, por mais insignificante que pareça, tem um lado bom.
Você é quem escolhe o que olhar e priorizar, se é bom ou não tão bom.
Um amor repentino que terminou antes de começar
Esse é um dos mistérios mais dolorosos e belos da vida: um amor que chega como um raio, intenso e inesperado, mas que parte antes de se enraizar. Fica aquele gosto de promessa não cumprida, como se o tempo tivesse falhado, como se o universo tivesse mostrado algo precioso — só para, em seguida, tirar.
Às vezes, esse tipo de amor deixa mais perguntas do que respostas. Era real? Foi só um reflexo do que queríamos ver? Por que apareceu, se não era para durar? Mas a verdade é que, mesmo breve, ele transforma. Desperta algo em nós que talvez estivesse adormecido. E isso já é eterno, de certa forma.
"Os lobos são belos e selvagens
Te valorizam até você cair ao chão
E quando sem forças você estiver
Atacarão"
