Os Inocentes de uma Guerra
Não me vale de nada essa guerra por poder, pois alimenta a burguesia hipócrita e condena a simplicidade dos humildes;
Nasci para superar as minhas dificuldades e a guerra, mas prefiro estagnar na derrota e conhecer a paz;
Para ser um guerreiro (a)
Não basta lutar
A sua guerra contra
O seu mundo exterior
Mas, sim o seu mundo
interior;
A vida por si só é uma guerra não declarada
No entanto somos guerreiros reprimidos
Lutando do que se considera nada;
Faça-me cavaleiro e seu fiel escudeiro, para que na linha de frente a uma guerra eu possa te representar com honra e dignidade;
Dê-me a força necessária para que eu a defenda, protegendo vossa majestade e ao teu trono para que em logo prazo possa governar;
Lutarei com o coração com toda minha coragem no qual não te faças arrependeres de dar-me a tua confiança...
Pronta para a guerra, pronta para vencer... Ah pronta para enfrentar esse amor, mas ainda sim não quero me perder na sua partida sem costume...
Nem me sentirei a vontade de dizer adeus, para conhecer a saudade mais bonita para ter um perdão que faça jus o bom de mim...
Não fuja de mim... Eu te quero meu amor volte para as primícias sem quebrar esse pobre coração;
Nós estamos em cidades em correntes esperando a paz e não a guerra que nos faça almoçar inimigos;
Contudo o mundo ainda não está tão perdido creio que há corações que valham à pena viver;
A vida é uma luta sem empatia!
Uma guerra de um homem só, avenida Brasil de uma única via;
Uma arma sem violência, autoridade sem decência... Esperança inalcançável, sem verdades e sem reticências;
A vida me apaga sob à luz de lamparina, as oportunidades pintam palavras de pura adrenalina;
Minha guerra é inventada, vivo promessas de mentira;
A coragem é um artifício que a virtude influência;
Então… soa a última trombeta!
Não é som de guerra, é de redenção.
É o toque do fim e o início da glória,
o chamado final de uma eterna história.
É dada aos que lutam sem se corromper,
que vencem o mal sem se envaidecer.
É o prêmio da guerra invisível travada,
na alma provada, mas nunca quebrada.
