Os Inocentes de uma Guerra
Na guerra de rapina dos capitalistas, os trabalhadores e oprimidos pagam a conta com seu sangue e suas vidas. Errados estão todos os poderosos, que dividem o mundo, para lucrar com a morte e o sofrimento de outros.
Tem guerra por terra,
guerra por tesouros,
Tem guerra fria,
guerra por louros,
Tem guerra mista
e guerra dividida,
Só não tem guerra pela vida.
Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
Às horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.
Pôs-me as mãos sobre os ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.
Então… soa a última trombeta!
Não é som de guerra, é de redenção.
É o toque do fim e o início da glória,
o chamado final de uma eterna história.
É dada aos que lutam sem se corromper,
que vencem o mal sem se envaidecer.
É o prêmio da guerra invisível travada,
na alma provada, mas nunca quebrada.
É canto de guerra, é canto de paz,
é a voz da vitória que nunca se desfaz.
É louvor que venceu o pecado e a dor,
é um som consagrado ao eterno Senhor.
O Espírito do Senhor me consola todos os dias, é assim que eu venço mais um dia até a guerra acabar.
Como soldados levantam bandeiras em tempos de guerra, o justo levanta sua fé diante das lutas da alma.
A conquista do amor é uma espécie de guerra, os ânimos somente se acalmam quando um dos dois se rende
