Os Inocentes de uma Guerra
Quando há intolerância por parte daqueles que os governam, levam uma nação à guerra, o discurso da PAZ nunca terá precedência sobre o reconhecimento da igualdade, e temos a ignorância de um povo que assassina sua própria espécie humana.
A guerra é o ápice da loucura que se manifesta em um líder
político apoiado pelos seus seguidores: é loucura coletiva.
O amor se faz!
Nem mesmo a brutalidade da guerra, da discórdia e do orgulho, nem mesmo a arrogante e injusta desumanização do homem, puderam extinguir a luz do Natal e a esperança do coração.
O menino Deus expulsou os orgulhosos, aboliu a ganância, valorizou os humildes,
realizou grandes feitos e proclamou a chegada do reino de Deus.
Ele é a luz, o caminho, a verdade e a vida.
O Messias de Deus tornou-se homem, pregou a paz, para que o mundo aprendesse a conviver como irmãos
Feliz Natal
Não tenha vergonha de expressar o amor!
Pois o mundo vive em guerra por falta dele...
(Saul Belezza - Patife)
Saul Freitas
23 de maio de 2014 às 15:01 ·
"Existe mais coragem nos homens dispostos a terminar uma guerra, que naqueles dispostos à iniciá-la..."
"O jogo da indiferença , é uma guerra em que se perde ambos os lados.
Mas é melhor ser destruído, do que vencer, sendo humilhado.
Prefiro ter o seu sincero ódio, do que ser um falso amado.
Meu orgulho já foi pisoteado.
Abro mão dele, por qualquer minuto, ao seu lado.
Não têm adiantado.
Você, mulher, é um estranho mel, que quando quer, és me de um todo doce, mas também, tem um gosto amargo.
Cansei de rogar a Deus, talvez, por um beijo seu, eu barganhe a minha alma com o diabo.
Abro mão do paraíso divino, pra morar em um único segundo, do paraíso de seus lábios.
Eu sou um poeta de alma, um leitor de entrelinhas, um curador de lágrimas, o Famigerado.
Dizer-me-iam: '- És um louco, insano, desvairado!'.
Um trouxa, um tolo, um parvo.
Mas não sou; meu coração sim, a este falta ofensas, em nosso vocabulário.
Ele se resume a um lacaio.
As palavras vêm, me perco nessa insanidade, não sei mais onde essa insanidade, ou tolo poema, deveria ter parado.
Eu devia era nunca ter lhe desejado.
Ter lhe admirado.
O que faz um homem tolo, não são as palavras desprovidas de sabedoria, mas sim, os sonhos infundados.
Existe um jogo, o qual, eu sou viciado.
É o jogo da indiferença, que também é uma guerra, em que se perde ambos os lados..."
Uma guerra é um ato incivilizado/bárbaro, incompatível com a moral e com os princípios da humanidade. A civilidade é o princípio da paz.
Eu, como mulher, não queria ter parido um homem que provocasse uma guerra desnecessária. Atacando um país inteiro. Como se ele fosse o dono do mundo. Sem se preocupar com o sofrimento alheio. De certa forma, eu me sentiria culpada. Eu o repudiaria.
Certa vez, Einstein disse que não sabia como seria a Terceira Guerra Mundial, caso acontecesse, mas que a Quarta seria com paus e pedras. Acho que nisso ele se enganou, pois, pelo rumo que as coisas estão tomando, imagino que não restará nem paus nem pedras, talvez nem mais nada.
Neste estágio da evolução humana, a guerra não é a solução para os problemas; ela sempre foi o maior problema, ou pelo menos a origem deles. A guerra é um desrespeito ao planeta e a todos os reinos da vida: do mineral ao vegetal, do animal ao humano e ao sobre-humano. A guerra é o sinal mais evidente de incivilidade, selvageria, desumanidade e desamor. A guerra é um ato imperdoável, eternamente imperdoável.
Otimistas x pessimistas.
Já parou pra pensar que estamos numa guerra existencial em que intitulamos sempre o bem contra mal? Mas na realidade na maioria das vezes é ser otimista ou pessimista. Claro que na vida real enxergamos quando as coisas estão pendendo para um desastre, porém precisamos nestes momentos arregaçar as mangas do otimismo e buscar encontrar o algo bom dessa coisa ruim e também criar ou recriar oportunidades. Cuidado com a negatividade pq ela cega e podemos não perceber o que está por trás de cada ação.
Seja luz, seja mais grato e tente enxergar com os olhos do otimismo, pq sabemos que a luz pode até atrair insetos, mas eles não sobrevivem por muito tempo perto dela. E é exatamente isso que almejamos: ter luz própria, coisas boas e todos os males afastados.
Claudia Homem
Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
Às horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.
Pôs-me as mãos sobre os ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.
