Origem
Visualização de Objecto Abaixo dos Pés (VOAP) como técnica de Relaxamento: Conceito, origem, utilidade e Contraindicação
1. Conceito
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa que se baseia no sentido da visão e que consiste em fixar o sentido de visão num determinado objeto ou numa determinada imagem de objeto abaixo dos pés.
2. Origem
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento criada por Amâncio Maurício Xavier Rêgo e deriva do método de desenvolvimento da Autoconsciência designado método FADPAILFA que se encontra descrito no Artigo intitulado "A Alma Humana: Uma caracterização reflexiva e um modo de existência".
3. Utilidade
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa com efeito rápido contra Ansiedade, Insónia e Hipertensão Arterial resultante de estresse.
4. Contraindicação
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento que pode causar a Hipotensão Arterial, por isso, não pode ser recomendada para os que sofrem de Hipotensão Arterial!
Cada fêmea conhece suas crias e a origem delas. Isso é instintivo nos seres humanos pensantes.
Nenhuma se engana!
A paixão pela Pedagogia e pelo universo da Educação Infantil foi a semente que deu origem ao projeto Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece.... Mais do que uma coletânea de histórias, este livro é a celebração do meu fascínio pela forma como as crianças, diariamente, transformam o simples em extraordinário.
Cada um dos 14 contos aqui reunidos—desde a curiosidade de João em A Descoberta no Bosque até a superação de Roberta em seu Voo Mágico—surgiu da observação atenta do cotidiano na creche. Eles são a prova de que a empatia, o desenvolvimento emocional e a aprendizagem se constroem na intersecção entre a vida real e a fantasia.
Este volume, com lançamento previsto a partir de Março de 2026 pela Editora Frutificando “Projeto Professor”, é apenas o nascimento de uma jornada maior. A visão é que Gotinhas de Amor se torne uma Coleção de Contos Individuais dedicada a explorar a fundo a experiência de cada criança e a sabedoria de cada educador. Se tudo caminhar como o planejado, a Coleção dará continuidade à saga, introduzindo novos personagens e explorando as diversas facetas da primeira infância.
Na origem da vida, é o coração o primeiro órgão a funcionar, enquanto o cérebro chega depois. Talvez resida aí um recado da natureza: para pensar e decidir com sabedoria, é preciso não esquecer qual deve ser a prioridade.
A diferença entre carros e motos em auto-estrada está no fato de que os carros têm origem, também destino. Surgem sempre de algum lugar e aqueles que os dirigem sabem para onde vão. Já as motos, não. Não existe um ponto de onde saem. Elas são aparições repentinas em qualquer estrada. Motos, pra dizer a verdade, são fantasmas. Surgem do nada, em alta velocidade, vão para o nada, e dispostas a tudo. Inclusive a nos transportar também para o nada, na companhia de seus pilotos que parecem não ter nada a perder...
O mundo, desde sua origem, carrega um vazio acompanhado de dúvidas, mistério, assombro e incredulidade. Uma força voraz explode no ser incrédulo, ainda que nascido de Deus. O Criador, em sua bondade, oferece o necessário: equilibra a chuva e o sol, sustenta a vida.
Mas o ser humano insiste em ir além do que lhe é permitido. A dúvida, disfarçada de curiosidade, deseja ocupar o lugar do próprio Criador, rebelando-se contra sua própria ignorância. Assim, continuará cercado por enigmas e mistérios, por não conhecer o verdadeiro caminho — pois se esqueceu de caminhar com Deus.
As organizações inteligentes e estratégicas contratam jovens com origem rural, justamente, porque carregam consigo competências humanas fundamentais para o sucesso como a garra, vontade, dedicação, esforço, resiliência e persistência.
Se a cor do cabelo, o tom da pele ou a origem não definem o que há dentro do coração — por que permitir que essas coisas dividam nos, se no fim todos caminham para o mesmo destino e somos feitos da mesma poesia humana?
Coração de Cavaleiro
Todas as dores tem nome e origem!
Cada ferida um troféu!
E cantam na noite escura
a tua saudade
sempre!
Cada sonho é um motivo
para ter fé na vida...
Na certeza
de que
"é possível mudar as estrelas!"
E nós amigos mudamos juntos
os Rumos do Mundo!
Nosso Mapa Astral!
Nosso destino foi Curado...!
Igual num filme de cavaleiro
A força é apenas força. Não importa sua origem — se nasce do poder, do mando, do corpo ou da mente.
Quando usada sem consciência, a força apenas impõe, cega, dura e vazia.
Mas a verdadeira força não oprime: ela silencia, espera e abre caminhos.
Ser forte é também saber ceder, compreender o tempo das coisas e exercer a paciência como virtude.
O poder, as conquistas e tudo aquilo que se busca, vêm depois —como consequência, nunca como propósito.
Por amor:
Se mata.
Se morre.
Se afasta.
Se isolamos
Se sofre.
Se enlouquece.
Qual a origem e a função dessa gosma chamada amor?
No quilombo, pertencimento é origem.
A ancestralidade é fundamento de resistência e sustento da existência.
A salvação é toda de Deus em sua origem, provisão e poder: Ele planejou, enviou Cristo, realizou a obra na cruz e oferece a graça gratuitamente. Nada disso nasce do mérito humano. Contudo, Deus decidiu salvar por meio de um relacionamento, não por imposição, e por isso o homem é chamado a responder com arrependimento e fé. Aceitar a salvação não é acrescentar mérito à obra de Deus, mas não resistir à graça que Ele oferece. A fé não é a causa da salvação, é o meio pelo qual o ser humano recebe aquilo que Deus já fez. Assim, a salvação é inteiramente obra de Deus, enquanto a responsabilidade humana está na resposta a essa graça.
Quando ouvir por aí, tome cuidado com o amor!
Descuide, a origem dessa propagação sonora é o ego gritando seus interesses.
Com o amor só se pode amar,
Em plenitude não existirá distinção alguma.
A ORIGEM DA TUA PRÓPRIA LUZ
Quando o Coração Aprende a Amanhecer
Há caminhos que ninguém pode trilhar por você.
E não é castigo — é bênção.
Porque é nesses caminhos silenciosos que a alma aprende a conversar consigo mesma.
Quando a gente finalmente escuta o próprio coração, percebe que ele sempre tentou avisar:
“Eu também preciso de cuidado.”
O amor próprio não nasce de gritos nem de vitórias grandiosas.
Ele brota devagar, igual grama depois da chuva.
É um carinho que você dá pra si mesmo no dia em que ninguém deu.
É o jeito que você decide se olhar com respeito, mesmo quando o mundo disse que não valia tanto assim.
Quem aprende a se amar, aprende a se erguer.
Você não precisa ser perfeito pra ser digno.
Perfeição é fantasia cansativa.
O que transforma é honestidade interna.
Dizer pra si:
“Tá difícil… mas eu ainda tô aqui. E isso já é vitória.”
O amor próprio é fogo lento.
É o tipo de chama que não invade, não explode — mas ilumina.
Uma luz calma, profunda, que vai ocupando o peito até você perceber que sempre teve um lar dentro de si.
Quem se escolhe primeiro nunca fica por último.
Respeito próprio é o irmão mais velho do amor próprio.
Ele te puxa pelo braço quando você insiste em ficar onde não merece estar.
Ele diz:
“Vamos embora. Não precisa aceitar migalhas. Você é banquete.”
E quando esse respeito vira hábito, a vida começa a te tratar do jeito que você se trata.
A alma não quer aplausos.
A alma quer descanso.
Quer paz deitada no colo do próprio valor.
Quer silêncio que cura.
Quer espaço pra florescer sem pedir permissão.
Quando você aprende a se amar, até o espelho começa a te olhar com mais carinho.
Algumas dores não são inimigas — são professoras.
Elas mostram onde a gente precisa se abraçar mais.
Mostram onde ainda falta luz.
E mostram, principalmente,
que todo ser humano carrega um universo inteiro dentro do peito.
E quando esse universo desperta…
ninguém segura a tua luz.
Na alma tem-se a origem do amor,
do desejo e da sedução.
Na alma tem-se a origem do que é imortal.
- Flávia Abib
“Na origem, o corpo era apenas verdade, não motivo de culpa. Adão e Eva não sentiam vergonha porque ainda não havia separação entre quem eram e quem pareciam ser. A desobediência não criou o corpo nu, criou o olhar que julga. A vergonha nasceu quando a inocência foi perdida, não quando a pele foi revelada.”
As vezes precisamos virar a vida do avesso pra desembaralhar o cordão umbilical que deu origem ao começo.
Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.
