Origem
Assim como um relâmpago no céu e um punhado de sal disperso sem medida na terra... Observe a origem da luz, o som silencioso desencadeia sua ressonância…
Enquanto escreve, há um artista e um pintor alinhando a mesma mensagem.
Se a música é um tempero fora de ordem, a harmonia ainda persiste.
Dance em sincronia sem permitir que a intensidade o controle, a energia deve fluir, porém, lembre-se de que não se pode simplesmente colocar qualquer coisa em um recipiente, manter o fogo baixo se aplica a todas as panelas.
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Serpentes sem máscaras trocam de pele.
A origem de um pássaro revive nas cinzas.
Felinas não ingerem leite, conservam as garras e os dentes.
À medida que o sol nasce lentamente, gota a gota, cada minério e pedra dará origem a joias preciosas.
Não há necessidade da ânsia para descobrir o que há por trás de cada porta.
Enquanto o sol brilhar, a Terra💚 será sempre um lugar sagrado.
Alguns tesouros escondidos são como presentes para que a HUMANIDADE possa encontrar, e um deles será desvendado regando a sua casa 🌱todos os dias.
A origem da palavra cidadania vem do latim “civitas”, que quer dizer cidade. A palavra cidadania foi usada na Roma antiga para indicar a situação política de uma pessoa e os direitos que essa pessoa tinha ou podia exercer. Segundo Dalmo Dallari:
“A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social”.
(DALLARI, Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna, 1998. p.14)
O amor fortalece o corpo e enaltece a alma, rejuvenesce a vida dando origem a tudo, porque Deus é amor e eu um aprendiz dele.
Teus olhos são a origem do tempo
Juvenil Gonçalves
Teus olhos são luas gêmeas em órbitas de vigília,
cicatrizes de um cosmos que não dorme.
Ao decifrá-las, desaprendo a física:
são elas que inventam o mar, a carne, o relógio.
Não há mundo além de seu eclipse.
O oceano que neles navega não é líquido,
mas fronteira entre o ser e o véu —
ondas quebrando em espelhos onde o real
se desfaz e recompõe, eterno ensaio.
A lua que ali dança não é astro,
é a primeira metáfora, o desejo
que antecede até o verbo desejar.
Constelações cravadas em tua pupila
são alfabetos de um caos primordial:
cada estrela, uma sílaba do nome
que jamais pronunciaremos.
Elas cartografam o vazio entre dois corpos,
a distância entre o "eu" e o "outro"
— abismo que chamamos amor,
mas que, no fundo, é só o eco
de um sol que se apagou há eras.
Há em teu olhar a vertigem do infinito:
cada piscar é um universo nascendo
de um suspiro, ou um buraco negro
engolindo todas as perguntas.
Não é angústia, é a lei secreta —
tudo que existe carrega em si
o germe da própria extinção.
Até o amor. Especialmente o amor.
Amar-te é habitar um paradoxo:
é morder a sombra de um fruto proibido
cuja polpa é feita de ausência.
É saber que a luz que me guia
já foi apagada há milênios,
e ainda assim jurar que é nova,
que é minha, que é eterna.
Porque teus olhos, veja bem,
são relógios sem ponteiros:
neles, o instante é tudo.
E tudo é só um reflexo
de algo que perdemos
antes mesmo de nascer.
“Laços de sangue não significam amor; significam apenas origem. O verdadeiro vínculo é feito de respeito, empatia e presença — não de parentesco.”
Negar a própria origem é como tentar apagar o sol com as mãos — impossível e inútil, porque a luz sempre volta a brilhar.
“O Ser habita a Incomensurabilidade, morando no hiato entre a origem do sonho e o limite da expressão. O sonho é a revelação do Possível Absoluto, a vastidão não dita da vontade que nasce no vazio; o rabisco que transborda é o testemunho da fragilidade da forma, o ponto em que a consciência hesita diante da torrente do não manifestado. Toda criação, assim, é apenas o vestígio fugaz daquela Totalidade indizível que se recusa a caber no mundo.”
Quando você aprende a analisar o processo da causa, a origem das consequências, o resultado dos fatos!?
Você não precisa mais do
Por quê!?
Cada fêmea conhece suas crias e a origem delas. Isso é instintivo nos seres humanos pensantes.
Nenhuma se engana!
A diferença entre carros e motos em auto-estrada está no fato de que os carros têm origem, também destino. Surgem sempre de algum lugar e aqueles que os dirigem sabem para onde vão. Já as motos, não. Não existe um ponto de onde saem. Elas são aparições repentinas em qualquer estrada. Motos, pra dizer a verdade, são fantasmas. Surgem do nada, em alta velocidade, vão para o nada, e dispostas a tudo. Inclusive a nos transportar também para o nada, na companhia de seus pilotos que parecem não ter nada a perder...
O mundo, desde sua origem, carrega um vazio acompanhado de dúvidas, mistério, assombro e incredulidade. Uma força voraz explode no ser incrédulo, ainda que nascido de Deus. O Criador, em sua bondade, oferece o necessário: equilibra a chuva e o sol, sustenta a vida.
Mas o ser humano insiste em ir além do que lhe é permitido. A dúvida, disfarçada de curiosidade, deseja ocupar o lugar do próprio Criador, rebelando-se contra sua própria ignorância. Assim, continuará cercado por enigmas e mistérios, por não conhecer o verdadeiro caminho — pois se esqueceu de caminhar com Deus.
As organizações inteligentes e estratégicas contratam jovens com origem rural, justamente, porque carregam consigo competências humanas fundamentais para o sucesso como a garra, vontade, dedicação, esforço, resiliência e persistência.
Se a cor do cabelo, o tom da pele ou a origem não definem o que há dentro do coração — por que permitir que essas coisas dividam nos, se no fim todos caminham para o mesmo destino e somos feitos da mesma poesia humana?
Por amor:
Se mata.
Se morre.
Se afasta.
Se isolamos
Se sofre.
Se enlouquece.
Qual a origem e a função dessa gosma chamada amor?
