Ordem
A ordem natural da vida é o mal ficar bem e o bem melhor ainda, onde o atraso é proposital e a prosperação é automática
Você perturba a ordem do equilíbrio natural do mundo, uma estrela reluzente que seu brilho cega, e não se consegue enxergar nada. A mente voltada apenas na luz, cabeça direcionada apenas a você. nada mais importante de ser notado e ser completamente dominado pela energia que transcende do seu olhar e do seu sorriso, o corpo sendo consumido por essa energia, que transcende de sua alma.
Acima colocamos nossa capacidade de sermos melhores na perfeita ordem de nossa existência para baixo somente o passado,nada além do pensamento e dos desgostos que juntamos no decorrer da caminhada, vivendo desgostos e gostos, nada será aceito!. nada tornou-se real.
Ao meio fica a certeza, e o equilíbrio dos pensamentos positivos e negativos;
esquecendo o passado, reencontrando o presente e moldando o futuro.
Suportamos as porradas e os tombos, tudo foi uma ilusão do nada; nada será eterno,será apenas uma parcela da vida. O tempo castigou meu corpo, fortaleceu minha mente, me fez mais forte.
Não acredito na paixão, nem no desejo, apenas vivo a reencontrar o amor próprio; nenhum olhar perceberá o quão sou perfeito.
A perfeição está no presente momento do futuro próximo. Até lá, escrevo ou dito as frases para cada fase do que irei me tornar.
O tempo se encarregará de escrever a história perfeita da minha vida
Ordem real,
Não respira,
Fica imóvel,
Finge estátua.
Ou acham algum jeito,
de te mandarem um boleto
O CÂNTICO DO PÓ E DA ORDEM.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Virou pó.
assim começa a narrativa e assim ela jamais se encerra
pois tudo quanto é dito nasce já inclinado ao retorno
No princípio não houve clamor mas sedimentação
o pó repousava em silêncio anterior à forma
e desse silêncio ergueu-se o verbo não para criar o real
mas para ordená-lo segundo uma lei mais antiga que o tempo
Do pó surgiu o corpo
não como triunfo mas como concessão
cada osso cada nervura cada fôlego
foi apenas um intervalo entre dois silêncios
o anterior que chama
o posterior que recolhe
In totum in veritate
não há fuga possível dessa arquitetura
o homem ergue templos escreve tratados funda impérios
mas tudo é feito de pó organizado
e todo gesto que ignora essa origem carrega em si o germe da ruína
Os antigos sabiam
por isso falavam pouco
por isso escreviam com gravidade
o pó era mestre severo
ensinava sem palavras
que toda ascensão traz consigo a memória da queda
e toda queda preserva a dignidade do retorno
O verbo então aprende sua função
abandona o excesso
despoja-se da vaidade e antecede aos momes
torna-se servo da verdade
não para explicá-la mas para alinhá-la
pois falar corretamente é um ato moral
e ordenar as palavras é reconhecer os limites do ser
Vrou pó
não como lamento mas como sentença cósmica
o pó não destrói
o pó reconduz
nele o orgulho dissolve-se
nele o medo aquieta-se
nele a alma compreende que nada se perde
apenas se recoloca na economia eterna
Assim o corpo retorna à terra
como quem devolve um empréstimo
e o espírito liberta-se da densidade
não em fuga
mas em fidelidade à ordem que sempre foi
In verbis tantum
nas palavras apenas
quando purificadas do supérfluo
permanece o testemunho
de que toda verdade se sustenta não pelo brilho
mas pela gravidade
E quando tudo parecer noite
quando a forma ceder
quando o nome se calar
o pó continuará a falar em silêncio
lembrando ao universo que a ordem não morre
apenas espera que o verbo volte a pronunciá-la com reverência.
Minha ansiedade afoga meus pensamentos, já não consigo mais pensar numa certa ordem, mas também não sei se existe ordem quando a gente pensa em alguém com tanto carinho, com tanto amor, com tanto desejo de saudade.
A ordem cavalheiresca, NÃO pode apenas ser lembrado pela "brutalidade" com que os mesmos cavalheiros empunhavam sua espada.
Até mesmo porque, o que em jogo estava, é o que estava por detrás; digo, a intenção com que as cruzadas foram feitas.
A princípio, esta ordem fora para extirpar as heresias que se multiplicavam, os Cátaros ou albigenses. ( somente aqui, teríamos oras a fio para discursarmos).
Mas por exemplo, "são" Domingos, pregara anos a fio para os cátaros, tentando fazê-los parar de pregarem e se proliferarem.
Eles se denominavam os PUROS; viviam em extrema pobreza e eram inimigos da "igreja" católica.
Esta "igreja" NUNCA fora fundada sob pobreza; daí para tentar convencê-los de seu "erro", são Domingos os "imitou" andando pobre também e pregando a pobreza - sem nenhum resultado.
Então, irado, disse que levantaria nações contra eles e que eles pagariam por isso.
Daí vieram as cruzadas que, com o passar do tempo, não foram somente para acabar com as heresias mas sim, com fins gananciosos e financeiros.
Daí, para combater estes movimentos: albigenses, valdenses e etc. certo imperador decretou a ordem dos mendicantes.
Note aí, que a DESGRAÇA dessa MALDITA "igreja", prepotente, ordinária e nefasta, apenas disfarçou sua piedade mas, dizimara MILHÕES de pessoas nas cruzadas e inquisições que tiveram o mesmo fim, quando de sua fundação - acabar com as heresias.
Vieram então as ordens Franciscana, beneditina, Dominicanas
( de são Domingos" e etc).
Apenas para "combater" os "hereges", sob pretexto de falsa piedade, os irmãos cátaros e valdenses, já que se multiplicavam e com isso tornavam-se uma ameaça mortal para a dita cuja "igreja".
Porém os cavalheiros templários, eram até mesmo exaltados por Nietzsche , em suas obras.
Eram protetores dos viajantes, eram guerreiros que destemiam a morte, acreditando que aquela causa, era digna de seu sangue.
Eram os guerreiros educados.
19 de março de 2012 h
O tempo, com sua intrínseca evolução que carrega consigo, arrastando tudo para uma única ORDEM, será o maior Professor de Teologia do Ateísmo.
🦉💎 🦉
