Olhando

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Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa dizer: "Tá bem? Claro, amor da tia...", mas só...


Parei, voltei à realidade. Senti a brisa no pescoço, que mostrava-me vivo, vivo da carne que cortava, que doía, mas que mal sentia; dos gestos que não sentia, pois a rotina acabara. Lembrei que o todo se transformou em empatia, em só ajudar, pois não era nada para mim. Concluía que transformara no significado que dará à vida, que mudará a depender do tempo, mas que sempre era veloz, nada nítida, mas linda nos maiores, mais belos e horríveis dias.


Não aprendera a ver o mal. Tentara imitá-lo na tristeza, mas queria rir dela. Será que aprendi a verdade, ou aprendi a desaprender? Choro, rio, grito e me descasco em sangue. Será que fui eu quem mudou, ou foste tu que nunca exististe como lembro?

Como saber se todos os seres humanos tem cérebro? A única maneira será abrindo e olhando a cabeça de todos e nada impede que alguém seja um robô, ou tenha a cabeça oca!

Você dirige olhando pelo retrovisor — olhe para a frente. Passado não serve como desculpa da incompetência.

Quem vive olhando
a vida alheia,
nunca terá tempo
de viver a sua.

Que horas eu te pego?


Fico ensaiando o momento
como quem espera o pôr do sol,
olhando o relógio mais
do que deveria,
como se cada segundo sem você
fosse um pequeno atraso no meu próprio coração.


Te imaginar chegando
já muda o meu dia,
teu sorriso abrindo caminhos
Em mim, e eu aqui,
perdido nesse querer simples,
de só estar ao teu lado sem
pressa de acabar.


Não é sobre a hora exata,
nem o lugar marcado,
é sobre o jeito que você
faz tudo ter sentido,
como se o mundo se
organizasse em silêncio
só pra caber no espaço
entre nós dois.


Então me diz…
que horas eu te pego?
Porque qualquer minuto
contigo vira eternidade,
e eu só preciso de um instante teu
pra transformar o resto da minha vida em nós.

Olhando o amarelo do sol se despedindo nesta tarde, passando pelo tom alaranjado vermelho e diminuindo, ficando pequeno, cabendo na ponta do meu dedão aqui estendido⋆☀︎. , com um olho aberto e outro fechado.
Esquisito!
Retorno à minha infância com meus irmãos.
Éramos tão grandes quando pequenos e hoje somos tão pequenos.
A vida adulta é um adubo que o tempo não temperou, apenas passou.
E a grandeza de ser deixou -se apenas de ser....
Se é que o tempo me deixa entender.
O que não tem explicação.
𓂃☼ ོ⋆☀︎
⛱⋆⋆☀︎.

Estava olhando para ceus,imaginava lua de Europa seus mares congelado e abaixo as correntes de mares profundo emitindo sons pois cada camada mais profunda emite uma nota que perceptível no telescópio ondas de rádio são emetidas iguais aqui na terra manto de magma emiti sinais de radio.
Minha imaginação vejo criaturas que mudam de forma pois pressão esmagadora é simplicidade um desafio para natures em ponto vulcanização polvos alienígenas comem micros organismos plantons vegetais meio silício meio vegetais dão oxigênio a água de forma gradual se mistura com gases vulcânicos peixes iluminado parecem tubarões com asas para fluituar pelas ondas termais.
Enguias como da terra são vermes gigantes. Os tardigrados do tamanho de golfinhos se alimentam de peixes.
Os animais muito parecido com sereias mais não são desta constelação.
Um acidente em Júpiter pois meteoro igual momoamoa colidiu com a nave de transdimencional alguns foram para terra outros ficaram em Europa outros desceram em marte mais ouve uma guerra com terrenos cinzas.
A razão racional se torno obsuleta e obtusa pois outros idiomas foram criada sua antiga civilização foi esquecida pela evolução.

Olhando para laranja.


É irrelevante.
Apenas o propósito exposto de 3 problemas no arco do ápice ate mera conclusão.
Vemos aglomerados de pensamentos fragmentos fragis da existência.
Porém a sempre haverá uma opção um pássaro que voa em outra direção buscando um caminho com determinação e resiliência.
Pois o somos diante do somos.

Olhando para seus olhos vejo corpo se alimentando de sonhos caminhando para infinito.
Tantas contradições diante corvo faminto.
Tais julgo afoga se no fulgaz instante voo se torna solitário diante a lápides.
Buscando novos horizontes diante a chuva que cai.
Gritos no silêncio de teus lábios flamejantes rasgam os ceus.
A emoções devastam a terra o tornam os ceus cinzas em azuis.

Chega de Margens

A chaleira começou a gritar antes de mim.

Fiquei olhando para ela no fogão, esperando que alguém tomasse alguma providência. Ninguém tomou. A casa continuou quieta. O gato estava sentado no corredor, olhando para mim com aquela expressão de quem já descobriu que os humanos fazem muito barulho para resolver coisas simples.

Desliguei o fogo.

Passei café.

Era uma manhã comum. Dessas que não prometem nada e, por isso mesmo, costumam ser mais honestas.

Sentei à mesa.

O gato veio até a porta da cozinha, parou e ficou me olhando. Não pediu comida. Não pediu carinho. Apenas ficou ali. Talvez estivesse esperando alguma coisa. Talvez não. Gatos têm a vantagem de não precisarem explicar a própria presença.

Eu devia ter aprendido isso antes.

Olhei para minhas mãos.

A idade estava ali.

Não como número. Número é coisa de formulário. A idade aparece nas pequenas coisas. Na maneira como o corpo levanta da cadeira. Na demora para encontrar uma posição confortável. No joelho que reclama sem ter sido consultado. No espelho, principalmente.

O corpo começa a diminuir.

É uma espécie de ironia.

Passamos metade da vida tentando ocupar espaço e a outra metade descobrindo que o corpo já não pretende colaborar.

Mas alguma coisa acontece nesse mesmo período.

A cabeça começa a fazer o movimento contrário.

Ela aumenta.

Não sei se isso acontece com todo mundo. Talvez não. Algumas pessoas envelhecem apenas. Continuam obedecendo às mesmas regras, repetindo as mesmas opiniões e chamando isso de experiência.

Eu também fiz isso durante muito tempo.

Aprendi a ser aceitável.

É uma habilidade bastante valorizada.

Você aprende a medir as palavras. A esconder certas vontades. A escolher o que dizer e, principalmente, o que não dizer. Aprende a ser fácil de carregar. Fácil de entender. Fácil de amar.

É cansativo.

E ninguém entrega um certificado quando você termina.

Apenas esperam que continue.

O mundo gosta de gente previsível.

Hoje existe uma palavra nova para isso. Várias, na verdade. Há sempre alguém na internet explicando como devemos viver, envelhecer, pensar, comer, vestir, desejar e até fracassar. Os antigos chamavam isso de conselho. Agora tem nome em inglês, câmera frontal e milhares de seguidores.

Talvez eu esteja velho demais para isso.

Ou finalmente velho o suficiente.

O gato atravessou a cozinha.

Passou por mim sem qualquer cerimônia e subiu na cadeira ao lado.

Ficou olhando para a mesa.

Não parecia preocupado com a opinião de ninguém.

Pensei que talvez houvesse alguma coisa a aprender com aquele animal.

Não era a independência.

Era a ausência de necessidade de justificá-la.

Foi aí que comecei a entender uma coisa que demorei décadas para entender.

Eu passei muito tempo vivendo nas margens da minha própria vida.

Não completamente fora dela.

Isso seria fácil de perceber.

Eu estava dentro.

Trabalhava, fazia planos, cumpria obrigações, amava algumas pessoas, suportava outras. Ri quando era conveniente. Fiquei calado quando era necessário. Fiz o que precisava ser feito.

Mas havia sempre uma parte de mim sentada um pouco mais distante.

Observando.

Esperando.

Pedindo licença.

Talvez esse tenha sido o meu maior erro.

Pedir licença para existir.

Não estou falando de fazer tudo o que dá na cabeça. Isso é apenas outra forma de imaturidade.

Estou falando de não precisar transformar cada escolha em uma defesa.

De não precisar explicar por que quero determinada vida.

De não precisar reduzir minhas opiniões para que alguém não se sinta ameaçado.

De não precisar esconder minhas contradições para parecer uma pessoa coerente.

Aos 62, 63, começa a ficar estranho continuar fazendo isso.

Há uma certa falta de sentido em passar tantos anos aprendendo quem você é e, depois, gastar o resto da vida tentando convencer os outros de que não é bem assim.

O espaço nunca foi o problema.

O problema era que eu insistia em caber.

E talvez o espaço fosse pequeno demais.

Essa conclusão demorou.

Porque admitir isso também significa olhar para trás.

E olhar para trás não é sempre bonito.

Há versões minhas que eu não gostaria de encontrar novamente.

Não porque fossem ruins.

Algumas eram apenas assustadas.

Outras queriam ser aceitas.

Algumas confundiam amizade com aprovação. Amor com concessão. Educação com silêncio.

Eu fui me ajustando.

Pouco a pouco.

Até quase esquecer que ajuste demais também deforma.

O curioso é que eu não quero voltar no tempo.

Não tenho esse interesse.

A juventude tem sido superestimada desde que inventaram os espelhos.

Não quero o corpo de antes.

Não quero repetir os erros com mais energia.

Quero outra coisa.

Quero a liberdade que existia antes de eu aprender a me diminuir.

Talvez seja por isso que envelhecer possa ser um retorno.

Não uma partida.

Um retorno.

Há uma criança escondida em algum lugar desse homem que passou décadas tentando parecer adulto. Não é uma criança inocente. Essa parte já morreu algumas vezes.

É apenas aquela que ainda não sabia que precisava caber.

O gato pulou da cadeira.

Foi até a janela.

Ficou ali, olhando a rua.

Pensei que talvez ele também estivesse cansado de mim.

Seria compreensível.

Terminei o café.

A casa continuava a mesma.

A mesa.

A chaleira.

A janela.

O gato.

Nada havia mudado.

Mas alguma coisa tinha mudado.

Não era uma revelação grandiosa. Não houve música. Nenhuma luz atravessou a cozinha no momento certo. A vida não costuma ter esse tipo de educação estética.

Foi apenas uma compreensão silenciosa.

Eu podia ocupar espaço.

Sem tirar nada de ninguém.

Podia querer mais.

Sem precisar chamar isso de ambição.

Podia não querer certas coisas.

Sem precisar inventar desculpas.

Podia envelhecer sem transformar a idade em pedido de desculpas.

O corpo talvez encolhesse.

A consciência não precisava acompanhar.

Talvez fosse esse o acordo possível com o tempo.

Ele leva algumas coisas.

Eu paro de entregar outras.

Olhei novamente para o gato.

Ele continuava na janela.

Não parecia impressionado.

Ainda bem.

Talvez fosse melhor assim.

Aos 62, 63, não estou me tornando alguém novo.

Estou apenas deixando de me afastar de quem sempre fui.

Isso muda muita coisa.

Porque crescer, nessa idade, já não significa subir.

Às vezes significa ocupar.

Ocupar a própria cadeira.

A própria casa.

A própria cabeça.

A própria vida.

Sem pedir licença.

Sem pedir desculpas.

Sem precisar ser compreendido por quem passou a vida inteira confortável dentro da mesma moldura.

Talvez seja isso que ainda estou aprendendo.

Que posso viver uma vida que me caiba.

E que, se ela finalmente ficar grande demais para algumas pessoas, talvez o problema não esteja mais em mim.

Talvez seja apenas a velha margem chegando ao fim.

A chaleira estava fria.

O café também.

O gato continuava olhando pela janela.

E eu fiquei ali.

Sem pressa.

Pela primeira vez em muito tempo, não senti necessidade de diminuir nada.

Nem a voz.

Nem a vontade.

Nem o espaço.

Nem eu.

​"A previsão dos homens tenta adivinhar o amanhã olhando as nuvens; o sábio olha para o céu e confia em Deus, pois sabe que nenhuma tempestade na terra pode anular o propósito de quem é guiado pelo Criador."

*NINGUÉM ESTAVA OLHANDO*
Naquela tarde eu estava na varanda tentando lembrar por que tinha ido até ali.


Isso acontece mais do que eu gostaria.


Às vezes saio da cozinha com alguma coisa na cabeça e, quando chego à varanda, a coisa desaparece. Fico parado com o copo na mão, olhando o jardim, como se a resposta pudesse ter ficado para trás no corredor.


O jardim vai até o passeio público. Não há muro. Nunca coloquei.


A árvore cresceu torta para um lado e ocupa quase toda a sombra da varanda. O gato gosta de ficar ali embaixo. Naquele dia estava deitado sobre a terra, com as patas recolhidas e os olhos fechados.


Eu tinha um cigarro aceso.


Não lembrava por que tinha ido fumar.


Isso me pareceu mais importante do que deveria.


Sentei.


Na mesa havia uma caixa de fósforos vazia. Peguei, virei entre os dedos e tentei lembrar quando tinha sido usada pela última vez.


Não consegui.


Deixei de volta.


O gato abriu um olho.


— Também não sabe?


Ele fechou o olho novamente.


Talvez estivesse dormindo.


Talvez apenas não tivesse interesse na conversa.


Eu respeitei.


Passei muito tempo acreditando que precisava entender algumas coisas antes que fosse tarde. Não sei exatamente quando comecei com isso. Talvez depois dos quarenta. Talvez antes. A memória tem esse defeito conveniente de reorganizar os fatos para que pareçam ter acontecido quando a gente estava pronto para entendê-los.


Eu não estava.


Ainda não estou.


Lembrei de uma frase que escrevi muitos anos atrás. Não sei onde está o papel. Talvez tenha jogado fora. Talvez esteja dentro de algum livro. Eu costumava guardar essas coisas.


Escrevi que era um rascunho de um plano que o tempo havia esquecido de executar.


Na época, achei que tinha descoberto alguma coisa sobre mim.


Hoje penso que talvez estivesse apenas cansado.


Mas a frase ficou.


Algumas frases fazem isso.


A gente escreve para se livrar delas e acaba passando anos carregando-as.


Levantei para buscar mais uísque.


Na cozinha, fiquei alguns segundos diante do armário sem saber o que estava fazendo ali.


Voltei para a varanda com a garrafa.


O gato tinha mudado de posição.


Só isso.


Eu tinha envelhecido alguns anos desde aquela frase e o gato continuava mudando de posição.


Talvez fosse esse o problema.


Eu sempre quis que o tempo produzisse alguma conclusão.


Ele não produziu.


Produziu contas, fotografias, algumas cicatrizes, nomes que já não significam muita coisa e uma coleção de decisões que, vistas de longe, parecem ter sido tomadas por homens diferentes.


Talvez tenham sido.


Ou talvez eu só goste de pensar assim porque é mais fácil atribuir meus erros a versões anteriores de mim mesmo.


Um homem de vinte anos.


Um homem de trinta.


Outro aos quarenta.


Todos com o mesmo nome.


Nenhum deles me pediu autorização.


Uma mulher passou pelo passeio empurrando uma bicicleta. Olhou para o jardim.


Eu tive a impressão de que olhou para mim.


Ela continuou.


Durante alguns segundos fiquei esperando que voltasse o rosto.


Não voltou.


Foi quando percebi uma coisa que deveria ter percebido muito antes: quase ninguém está olhando.


Passei anos me comportando como se houvesse uma plateia.


Como se cada escolha minha estivesse sendo registrada.


Como se fosse necessário chegar a algum lugar com uma história coerente para apresentar no fim.


Mas não havia plateia.


Havia apenas o passeio, a árvore, a rua e uma mulher que provavelmente já tinha esquecido a varanda antes de chegar à esquina.


O gato levantou.


Caminhou até a borda do jardim.


Parou.


Olhou para o outro lado da rua.


Eu fiquei esperando que ele fizesse alguma coisa.


Ele não fez.


Depois entrou em casa.


Fiquei sozinho.


Pensei novamente naquela frase antiga.


Rascunho.


Plano.


Tempo.


Eu tinha passado tantos anos tentando descobrir qual era a versão definitiva de mim que talvez não tivesse percebido o óbvio: eu continuava escrevendo rascunhos porque não queria assinar a versão final.


Não sei se isso é covardia.


Talvez seja.


Também pode ser apenas hábito.


Acendi outro cigarro.


Fiquei olhando a fumaça desaparecer antes de chegar à árvore.


Pensei nas coisas que deixei pela metade.


Algumas por falta de coragem.


Outras porque perderam o sentido.


Outras simplesmente porque eu era jovem demais para perceber que certas portas fecham sem fazer barulho.


Ainda havia uma parte de mim que insistia em voltar a essas portas.


Não para entrar.


Só para verificar se continuavam fechadas.


Achei isso ridículo.


Depois pensei que talvez fosse apenas humano.


O céu começou a escurecer.


A luz da varanda acendeu sozinha.


A caixa de fósforos continuava sobre a mesa.


Peguei-a novamente.


Dessa vez não tentei lembrar de onde vinha.


Coloquei no bolso.


O cigarro terminou.


Fiquei segurando o filtro entre os dedos por alguns segundos, como se esperasse alguma instrução.


Não veio.


Joguei no cinzeiro.


Eu poderia ter ido para dentro.


Não fui.


Talvez ainda esperasse alguma coisa.


Não sei o quê.


Uma resposta.


Uma lembrança.


Uma vontade antiga.


Uma prova de que todo aquele tempo tinha servido para alguma coisa.


Nada aconteceu.


E talvez tenha sido justamente isso que me fez ficar ali.


Sem resolver.


Sem concluir.


Sem transformar a tarde em uma explicação.


A rua continuou.


A árvore continuou.


Dentro da casa, ouvi o gato derrubar alguma coisa.


Fui ver.


Era apenas um copo vazio no chão.


Peguei o copo.


O gato já estava no corredor, indo embora.


Fiquei olhando.


Depois apaguei a luz da varanda.


A casa ficou escura por alguns segundos antes que meus olhos se acostumassem.


E eu percebi que ainda havia coisas em mim que não tinham terminado.


Mas, pela primeira vez, não tive pressa de terminá-las.

Olhando para trás com saudade, olhando para frente com medo, desviando o olhar, sem enxergar a realidade, mas queremos ver o que é real, às vezes só queremos ver o que imaginamos, só queremos ver nossas fantasias, só queremos ver o que realmente importa para nós. Sigo em frente, sem olhar para trás, sigo em frente com confiança, acreditando que tudo dará certo, que tudo será lindo, e um dia, bem distante, olharei para trás e pensarei: tudo deu certo, porque eu tinha tanto medo de olhar para frente?

Olhando para trás, percebo que o meu silêncio nunca foi falta de interesse, mas sim uma forma de me proteger. Eu tive medo. Medo de me entregar por inteiro e acabar sofrendo ainda mais. Às vezes, a gente se fecha não por falta de amor, mas pelo receio de se machucar novamente.Eu tentei seguir em frente. Tentei convencer a mim mesmo de que você era uma página virada, mas existem pessoas que nunca saem da nossa vida. Você virou uma lembrança constante nos pequenos detalhes do meu dia e aquela saudade que aperta o peito antes de eu dormir.Uma parte de mim ainda acredita que fomos a história certa no momento errado. Quem sabe no futuro, com as feridas curadas e o coração mais corajoso, a gente consiga cuidar daquilo que não soubemos proteger no passado.Por enquanto, fico com o que restou: o respeito por tudo o que vivemos e a coragem de finalmente dizer tudo isso a você.

Meu bem
eu tava indo embora
Agora estou olhando a lua com voce do meu lado
Me sinto realizada de ter voce comigo
As vezes nao me dou tao bem assim com as palavras
É por que realmente
Nao da pra explicar a sensação de te olhar
Pois vejo outras constelações
É como se saisse por alguns minutos ou segundos
Do meu próprio corpo
E fosse teletransportada para outra dimensão
Ao te beijar
Desejo nunca mais sair do momento
E quando me abraca
Me sinto tão única
Que sinto a necessidade de de novo te falar o quao apaixonada sou por voce
Pelo seu jeito iluminado
Pela sua fe
Sua fe move montanhas
Moveu a minha
Voce e LUZ
amo quando deixa eu te cuidar
E te acarinhar
Me sinto rica.
Te quero todos os dias
Te quero em paz
Me quero em paz
Quero a gente em paz
Voce apagou na massagem
Amo essa sensação.
Que estou fazendo parte do seu descanso
E contribuindo para que ele aconteça
Meu bem
Te amo tanto
E te quero tanto
Estou com voce para o que der e vier.
Sou sua fortaleza
Sua âncora
Sua gata
Sua paixão eterna
Sua
Só sua
E de mais ninguém.
2026

Olhando para nós dois, entendi que o amor não é apenas um sentimento que a gente guarda, mas algo que construímos e protegemos todos os dias. Hoje, quero reafirmar o que sinto e o que prometo ser na sua vida.Serei a sua rocha: a base firme onde você pode construir os seus sonhos sem medo de cair.Serei o seu muro: a proteção contra o vento, a chuva e qualquer dor que tente atrapalhar o nosso caminho.Serei o seu fogo: o calor para aquecer as suas noites e a luz para iluminar os dias incertos.Prometo estar ao seu lado não apenas nos momentos bons, mas principalmente quando o tempo passar, a velhice chegar e você precisar de uma mão firme para segurar. Para mim, não existe mais uma vida separados. Eu escolhi viver com você, fazendo do seu bem-estar a minha prioridade e da nossa união a minha maior força.Você é o meu bem mais precioso. Tudo o que eu quero é segurar a sua mão para sempre. Cuido do nosso futuro com todo o carinho do mundo, sabendo que, enquanto estivermos juntos, nada poderá nos separar.Eu te amo hoje e em todos os amanhãs que virão.

⁠O bispo pode ser derrotado em jogo, se ficar olhando a dama dos outros.

Pague o mal com o bem, olhando mais o coração do que para alguém.

Como um girassol em busca da fonte solar assim é o casamento que firma sua existência, olhando para Deus.

Um dia, vc acorda e fica parado olhando para o nada e percebe que realmente acordou...
É quando vc percebe que esta com a alma vazia, de tanto sacrificio feito para outras pessoas...
Toda vez que vc nao queria fazer, mas acabava fazendo para ser aceito ou ser o cara bom, mas que só com essa atitude descobrimos que com passar dos anos, estavamos suicidando nossa propria alma e no final nenhum reconhecimento....
Assim perdemos o valor , o respeito e no final ficamos parado olhando para o nada sem sentido da vida