Olhando
O para-brisa é maior que o retrovisor porque a vida foi feita para ser vivida olhando para frente. O passado ensina, mas é o presente que pede atitude, fé e foco. Faça acontecer!
14 de novembro de 2022
Eu sonhei também, semana passada, que estava o olhando céu á tardinha e passava um grande objeto voador no céu, com duas turbinas ao lado, e grandes faróis, carregando uma grande faixa com o nome Jesus, em seu comprimento e atrás várias cartas de baralho, em torno de 7 ou 8, que voavam e de repente parou todas de frente para mim, e eu fiquei tentando mostrar às pessoas ao meu redor, e uma única delas, não conseguiu ver, eu chamava no sonho de ovni, eu virei as costas e quando retornei de frente, apareceu um manto gigante, muito reluzente na minha frente e todos correram com medo, só eu fiquei.
Ele ficou na distância de uns 30 centímetros de mim, entendi que era para que eu tocasse, então, toquei e nesse momento uma energia muito forte, preencheu todo o meu corpo, e eu chorei como nunca havia chorado, um choro de alegria, como se tivesse sido purificada, de todos os meus pecados.
O meu esposo, estava ao lado e eu pedi para que ele tocasse também, e ele tocou e automaticamente, também chorou.
Esse sonho foi incrível!
Eu não consigo entender meus sonhos, mas a maior parte deles, acontece com detalhes na vida real.
Por isso, tenho medo, quando são ruins.
Muito bizarro, mesmo!"
A qualidade da sua vida é decidida nos momentos em que ninguém está olhando. O compromisso que exige plateia para ser mantido não é caráter, é espetáculo. A verdadeira força nasce do pacto secreto que você faz com a sua própria alma: a promessa de ser excelente mesmo que o mundo jamais saiba o esforço que isso custou.
Estávamos eu e alguns amigos olhando para cima, mas o céu não era só céu, era um outro mundo, um lugar que parecia uma ilha flutuante no espaço. E eu percebia que lá havia habitantes, mas não como nós. Eles estavam de cabeça para baixo, vivendo como se a gravidade tivesse esquecido deles. Era bizarro e ao mesmo tempo encantador, porque a beleza do que eu via parecia desafiar tudo que eu já tinha aprendido sobre o universo.
Dois deles conversavam com uma menina que estava conosco, mas não por gestos ou sinais complicados, e sim por um computador antigo, daqueles que a gente imagina em filmes de décadas passadas. E enquanto eles digitavam e se comunicavam, eu ficava ali, absorvendo cada detalhe, me perguntando como poderia existir vida em um lugar tão improvável, tão diferente, mas ainda assim tão coerente. A água se comportava de maneira invertida, como se estivesse sendo segurada de ponta cabeça, e eu queria entender se aquilo era real ou se era só a imaginação que tinha decidido brincar comigo.
E então veio a percepção mais forte: existe outra possibilidade de vida além da Terra, além daquilo que a gente consegue tocar e medir. Existe um lugar no espaço que é bonito, harmonioso, como uma ilha que respira, que tem regras próprias, que vive por si mesma. E eu ria de surpresa, porque a vida podia existir assim, em lugares que desafiavam a lógica humana, e mesmo assim era natural, e viva, e cheia de significado.
Eu me pegava pensando naquelas águas invertidas, nas pessoas de cabeça para baixo, na menina conversando com eles por aquele computador antigo, e não conseguia parar de admirar. Era como se tudo ao meu redor dissesse que a realidade é apenas uma das muitas possibilidades, que o universo é um grande laboratório de experiências, e que a beleza está justamente em perceber essas diferenças sem medo. A ilha flutuante parecia me convidar a aceitar a impossibilidade, a questionar a rotina da vida, a rir das regras que achamos imutáveis.
Fiquei algum tempo contemplando, e percebi que o sonho não era só uma viagem cósmica, era uma lição sutil sobre curiosidade e percepção. Que a vida pode existir em lugares inesperados, que tudo que achamos fixo pode ser moldado de outra forma, e que o olhar atento, o questionamento e a imaginação são ferramentas para descobrir universos inteiros dentro de um instante. E mesmo quando acordei, fiquei com essa sensação de leveza, como se tivesse visitado uma ilha que só existe quando a gente ousa imaginar, uma ilha que me lembrava que a vida não se prende à gravidade, que existe para ser contemplada, para ser sentida, para ser invertida e ainda assim ser perfeita.
Um sonho do dia 25/03/2026
Eu sempre penso nisso como quem toma café no fim da tarde olhando o mundo acontecer, meio silencioso, meio barulhento, aquele tipo de silêncio que conversa com a gente por dentro. Eu amo a Deus de um jeito que não cabe muito em prédio, em regra rígida, em etiqueta de quem pode ou não pode sentir. Não é rebeldia, é mais como quem percebeu que a fé não mora num endereço fixo, ela mora no peito da gente, respirando junto com a gente. E quando eu digo que Deus vive em mim, não é frase bonita para postar, é quase uma constatação prática da vida, dessas que a gente aprende apanhando um pouco do mundo e ainda assim levantando com uma certa teimosia elegante.
Eu olho para a história de Jesus e encontro ali um tipo de coragem que não depende de plateia. Ele me inspira a continuar existindo quando o caos parece aquele vento que bagunça tudo na mesa, derruba até a xícara de café imaginária que eu estava segurando agora pouco. Porque existir às vezes é isso, um ato meio filosófico e meio cotidiano, tipo escolher respirar fundo e seguir, mesmo quando o roteiro não ficou como eu esperava. E tem dias em que eu percebo que amar viver é quase um protesto silencioso contra a desesperança. Uma forma de dizer para o universo que eu ainda estou aqui, ainda acredito que algo dentro de mim conversa com algo maior.
Não dependo de religião para sentir isso, e ao mesmo tempo respeito quem precisa dela para organizar a fé, porque cada pessoa encontra Deus por um caminho diferente. O meu é mais interno, mais parecido com aquela sensação de descobrir uma janela aberta dentro de mim quando eu achava que só havia parede. Às vezes eu rio sozinha pensando que o divino talvez goste desse jeito espontâneo de amar, meio humano demais, meio imperfeito, cheio de perguntas e ainda assim cheio de gratidão.
E no meio do caos do mundo, das histórias complicadas, das memórias que a vida deixa na gente como marcas de chuva na estrada de terra, eu continuo caminhando com essa certeza tranquila. Deus não está distante de mim, Ele pulsa aqui dentro, e Jesus é como aquela lembrança constante de que a vida vale a tentativa. Eu amo viver porque, no fundo, cada dia é uma conversa nova com o mistério de existir. E eu sigo, com fé, com humor, com aquela coragem discreta de quem aprendeu que acreditar também é um jeito bonito de permanecer.
"Olhando a minha frente vejo uma imensidão de claridade, tão claro quanto a luz dos olhos teus... Olho para o meu lado e sinto tua presença junto a minha nessa tarde ensolarada de primavera;
Balbucio os lábios querendo dizer-te o quanto lhe quero, mas noto que seria em vão, pois as palavras não conseguiriam transcender o meu olhar diante de ti;
Fecho os meus olhos e percebo que nem o meu olhar e nem os meus lábios conseguiriam dizer-te o quanto és bela e o quando agrada aos olhos meus."
Assim como não podemos sentir o sabor de uma laranja olhando apenas pela sua aparência, não podemos também conhecer á intenção do coração do homem ouvindo apenas suas palavras.
Quem vive olhando para o retrovisor da vida perde a beleza do caminho que Deus ainda vai revelar.
Janice F. Rocha
Que horas eu te pego?
Fico ensaiando o momento
como quem espera o pôr do sol,
olhando o relógio mais
do que deveria,
como se cada segundo sem você
fosse um pequeno atraso no meu próprio coração.
Te imaginar chegando
já muda o meu dia,
teu sorriso abrindo caminhos
Em mim, e eu aqui,
perdido nesse querer simples,
de só estar ao teu lado sem
pressa de acabar.
Não é sobre a hora exata,
nem o lugar marcado,
é sobre o jeito que você
faz tudo ter sentido,
como se o mundo se
organizasse em silêncio
só pra caber no espaço
entre nós dois.
Então me diz…
que horas eu te pego?
Porque qualquer minuto
contigo vira eternidade,
e eu só preciso de um instante teu
pra transformar o resto da minha vida em nós.
Não me limite aos seus conceitos.
Pra que iria ficar olhando meu umbigo, se posso contemplar as estrelas.
(Nepom Ridna)
O Caráter se revela não no que você faz quando todos estão olhando, mas no que você faz quando ninguém vê.
Sobre a vida: Dizem que a resposta está na luz no fim do túnel. E eu aqui, olhando para o nada, fingindo entender tudo.
Olhando as estrelas ontem, eu lembrei da minha mãe, da minha infância, de que tudo se torna verdade se a gente acreditar, inclusive que algumas coisas na vida são passageiras, e que isso nos proporciona uma visão amplificada da imensidão desse Universo.
