Olhando
Carla,
Às vezes eu fico aqui te olhando e só consigo pensar na sorte que eu tenho. Não precisa de data especial, nem de textão planejado, só queria te dizer que valorizo demais cada detalhe nosso, o café que a gente toma junto, nossas conversas do dia a dia e o jeito que você me apoia, mesmo quando as coisas ficam meio bagunçadas.
Obrigado por ser minha parceira de verdade e por deixar tudo mais leve. Você é o meu lugar seguro.
DeBrunoParaCarla
Às vezes eu fico te olhando enquanto você tá distraída, fazendo qualquer coisa comum mexendo no celular ou reclamando de alguma merda que eu fiz... E eu fico pensando...caramba, como é que essa pessoa virou tudo pra mim?. É que o amor não tá nos filmes, né? Ele tá no jeito que você lembra de me perguntar se eu cheguei bem, ou na forma como você sabe exatamente quando eu não tô legal, mesmo quando eu digo que tá tudo bem. É na simplicidade que você me ganha todo santo dia.
DeBrunoParaCarla
Eu fico olhando para a nossa rotina e percebo que o amor de verdade não está nas grandes promessas, mas nos detalhes mais bobos. Está no café que a gente toma junto de manhã, no jeito que você me olha quando está distração ou no abraço apertado no fim de um dia cansado. Amar você é ter a certeza de que eu não preciso mais carregar o peso do mundo sozinho. A vida ficou bem mais bonita e leve desde que você topou caminhar de mãos dadas comigo. Sou grato por cada segundo ao seu lado.
" Podíamos construir uma casa na árvore
e ficarmos toda tarde olhando o por do sol,
até enjoarmos, até dar vontade de descer,
até o nosso mundo de sonhos acabar...
Às vezes eu olho para a beira da minha cama e imagino que ali está sentada olhando para mim a figura da morte.
Durante o dia ela me acompanha em tudo que eu faço como uma sombra.
Eu entro na piscina e a água gelada e o céu azul acima de mim me lembram como é bom estar viva, mas lá no horizonte onde o sol lentamente se deita eu vejo a figura dela... Sorrindo sem pressa de me buscar.
Tento manter a minha consciência o mais desperta possível. Não quero ser surpreendida pela morte, pelo contrário, quando ela chegar eu estarei pronta, vestida e limpa de corpo e alma, sem medo nenhum, porque eu trabalhei o meu eu e a minha consciência para me unir ao Todo.
Deixar esse mundo não significará uma coisa dolorosa para mim. Será a oportunidade de rever todos os meus gatos e isso é o que me conforta e alegra.
Foi olhando para o meu cachorro que entendi uma coisa: quem ama não espera o outro implorar por carinho. O amor aparece nos gestos que nascem por vontade, não por obrigação.
Cansei de viver olhando pelo retrovisor, carregando lembranças que só traziam dor. Hoje eu sigo em frente, sem medo de mudar, porque quem acredita em si aprende a recomeçar.
O tempo me ensinou o que ninguém ensinou, que a maior vitória é reconhecer o próprio valor. Não importa quantas vezes a vida disse não, eu continuo de pé, seguindo minha missão.
Verso 4
Agora meus projetos ocupam meu pensar, tenho metas e caminhos que eu quero alcançar. Cada passo que eu dou fortalece a direção, alimentando os sonhos com determinação.
Não espero milagres nem sorte acontecer, eu trabalho todo dia para me desenvolver. Porque a confiança que hoje mora em mim, foi construída na luta, até chegar aqui.
Helaine Machado
Não viverei momentos que não são meus olhando a vida por uma janela perdendo da minha vida;
Eu nunca esqueço das minhas lembranças que ainda não vivi, portanto sem me precipitar busco que a vida possa me levar;
Meus sentimentos estão trancados e presos de algo que nem sei o que é;
Passo a sentir cada dia diferente da banalidade que mesmo entre exagero não me faço sossegado, mas nunca deixando de amar;
Quem me dera se despir de mim, despir do que não me convém ou despir-se do fim
Olhando para a minha intimidade e percebendo as minhas responsabilidades
Observando a minha nudez que no fundo despertava a própria timidez
A minha alma só queria ouvir o meu coração
O silêncio da minha vergonha gritava a minha frustração e sensibilizava toda a minha importância
Determinando a minha direção!
Adoro nossos momentos, nossas brincadeiras, nossas conversas e quando pego você me olhando escondida...
Adoro sua visão das coisas, suas tiradas inteligentes e a forma como, às vezes, você me faz enxergar situações por outro ângulo.
Seu cheiro... ahhh, seu cheiro! Como é bom olhar nos seus olhos, te dar um cheiro do jeito que eu gosto, beijar sua boca e te abraçar forte até você ficar sem ar... É uma sensação que não consigo expressar.
Mais um ano juntos, do nosso jeito.
E espero que, no próximo Dia dos Namorados, eu acorde, olhe para o lado e veja você, o amor da minha vida, deitado do meu lado esperando o "nosso abraço!! Aquele que só eu e vc sabemos como é"
Feliz Dia dos Namorados, meu amor. ❤️
O sentido da vida é único! Seguir em frente! Olhando para trás de vez em quando e para os lados ocasionalmente!
Viver talvez seja aprender a permanecer em movimento, mesmo quando parte de nós continua olhando para trás.
Eu me pergunto se a Rita está olhando para a mesma lua neste mesmo momento. Eu gosto disso, conectados pela luz
Ninguém tá olhando...
então se despe da pressa...
deixa a noite entrar devagar...
sem nome, sem regra, sem promessa...
Teu corpo responde antes da palavra
minha boca aprende teu silêncio
e quando o sax chora no fundo
o mundo inteiro perde endereço
Eu fico olhando as árvores.
Elas perdem as folhas como quem perde dinheiro no bolso furado — sem drama, sem explicação. O vento leva, o chão recebe, e mesmo assim elas continuam de pé. Não imploram. Não negociam. Não fazem discurso sobre “resiliência” em rede social.
Elas sabem.
Sabem que não é perda. É troca.
A gente é que esquece disso e chama tudo de fim.
O homem se agarra no que já morreu dentro dele. Relacionamentos, ideias, versões antigas do próprio nome. Segura com força, como se a mão fechada pudesse impedir o mundo de girar.
Mas a árvore não.
Ela deixa ir.
E talvez seja isso a coisa mais próxima de liberdade que existe: não confundir queda com morte. Não confundir mudança com derrota.
As folhas caem e ninguém pede desculpa.
O tronco continua.
E de algum jeito que ninguém explica direito, isso ainda é vida.
catching lightning
Eles não avisam quando vem.
Você pode passar uma vida inteira olhando para o céu e nunca estar no lugar certo, na hora certa, com os olhos voltados para cima. Pode ouvir trovões de longe, assistir tempestades pela janela, ver o céu se partir em luz durante alguns segundos e ainda assim nunca tocar naquilo. Porque ser atingido por um raio não é apenas difícil. É quase absurdo.
E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tempestades.
Elas chegam sem pedir licença, iluminam alguma coisa dentro da gente que estava há muito tempo no escuro e, quando a gente percebe, já não sabe mais se estava procurando por elas ou se apenas teve a sorte improvável de estar olhando para o céu no instante certo.
Foi assim que algumas histórias começaram.
Não com grandes promessas. Não com a certeza de que durariam para sempre. Às vezes começaram apenas com dois desconhecidos em uma festa aleatória, numa química absurda descobrindo que conseguiam conversar por horas, rir das mesmas coisas, encontrar abrigo um no outro e, sem perceber, transformar dias comuns em lembranças que o tempo teria dificuldade de apagar.
E então veio a parte que ninguém conta nas histórias de amor.
O futuro.
Porque amar alguém enquanto tudo está dando certo é quase fácil. Difícil é continuar acreditando quando a vida começa a colocar quilômetros, silêncio, mudanças e versões diferentes de vocês mesmos no caminho.
É aí que a dança começa.
Não aquela dança perfeita dos filmes, em que ninguém erra o passo e os dois sabem exatamente para onde ir.
A verdadeira.
Aquela em que um avança enquanto o outro hesita.
Em que às vezes alguém pisa no pé.
Em que uma mão se solta por alguns segundos e, ainda assim, existe alguma coisa dentro dos dois procurando o caminho de volta.
Então te pergunto
“Can I have this dance?”
Nunca foi apenas sobre uma dança.
É quase como perguntar
Você ainda segura minha mão mesmo sem saber onde isso termina?
Você ainda confia em mim quando a música muda?
Se eu tropeçar, você fica?
E talvez a resposta mais bonita não seja uma promessa de eternidade.
Talvez seja simplesmente:
eu não sei.
Mas ainda quero dançar.
Porque ninguém sabe.
Ninguém que ama de verdade recebe um mapa mostrando onde aquela história vai terminar. Não existe garantia de que duas pessoas permanecerão iguais enquanto a vida acontece ao redor delas. Não existe contrato contra a distância, contra o tempo, contra os erros ou contra aquilo que cada um ainda precisa aprender sozinho.
Existe apenas a escolha de continuar dando um passo.
Depois outro.
E outro.
Até perceber que, de alguma maneira, os dois já atravessaram uma parte enorme da música.
Talvez por isso encontrar alguém seja tão raro.
Não raro como encontrar alguém bonito.
Não raro como encontrar alguém que goste das mesmas músicas, tenha os mesmos planos ou consiga preencher perfeitamente os espaços vazios.
Raro como um raio.
Porque existem bilhões de pessoas.
Milhares de encontros possíveis.
Centenas de histórias que poderiam ter acontecido.
E, entre todas essas possibilidades, duas pessoas específicas precisam nascer na mesmo época(4 ANOS NÃO É NADA), cruzar os mesmos caminhos, dizer certas palavras, estar disponíveis naquele instante, olhar uma para a outra de determinada maneira e reconhecer alguma coisa que talvez nem saibam explicar.
A probabilidade de ser atingido por um raio é pequena.
Mas menor ainda talvez seja a chance de encontrar alguém que, depois de tudo, ainda consiga fazer você olhar para trás e pensar
“Como é que, entre tanta gente no mundo, foi justamente você?”
E é aí que a história deixa de parecer coincidência.
Não porque o destino tenha garantido um final.
Mas porque algumas pessoas são importantes demais para serem explicadas apenas pela estatística.
Talvez algumas apareçam para ficar.
Talvez outras apareçam para ensinar.
Talvez algumas precisem ir embora para que a gente compreenda o tamanho do espaço que ocupavam.
E talvez existam aquelas histórias que não cabem em nenhuma dessas categorias.
Histórias que terminam sem realmente parecer terminadas.
Que continuam existindo em pequenas coisas: uma música, uma lembrança, uma frase, uma cidade distante, uma noite qualquer em que o passado bate a porta sem avisar, você sabe que eu não mordo, né?
E então a gente entende que o tempo não apaga tudo.
Às vezes ele apenas muda a maneira como carregamos.
Eu não sei onde essa música termina.
Talvez ninguém saiba.
Mas existe alguma beleza em admitir isso.
Porque talvez amar alguém nunca tenha sido sobre saber se chegaremos ao último acorde.
Talvez tenha sido sobre olhar para a pessoa ao lado, estender a mão e perguntar novamente, mesmo depois de tudo:
“Can I have this dance?”
E se ela aceitar, não importa quantos passos já foram errados.
Não importa quantas vezes a música tenha parado.
Não importa quantos quilômetros existam entre um lugar e outro.
A gente começa de novo.
Devagar.
Sem prometer que nunca vamos cair.
Apenas lembrando que, quando duas pessoas realmente querem continuar dançando, elas não precisam conhecer o próximo passo.
Precisam apenas confiar que, quando ele chegar, haverá uma mão esperando pela outra.
E talvez seja isso que torna algumas histórias tão improváveis.
Não o fato de terem acontecido.
Mas o fato de, entre todos os raios que poderiam nunca ter caído, um ter escolhido exatamente aquele pedaço do céu.
E mais uma vez eu aqui ao seu lado respirando o teu cheiro, olhando para seu rosto firme e encantador. Desço os olhos e seu tórax me dá a sensação prazerosa, completando com sua barriga. Eu mais uma vez aqui!
Dia lindo!!!
Que dia lindo se abre em horizonte.
Fico aqui sentado no sofá, olhando para a janela aberta e imaginar.
Onde o céu e o oceano se abraçam.
O azul reluz do mar até o monte.
E as suaves brisas pelo ar passeiam.
Nas ondas do mar, a dança infinita.
Espelho perfeito da cor do céu.
A luz do sol em tudo gravita.
Tecendo na terra um dourado véu.
O sol a brilhar com tanta calidez.
Aquece o dia e a vida desperta.
Bronzeia nossa pele de uma só vez. Le.
E torna a alma num mar de festa. Ator desconhecido
