Olhando

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Gosto de gente


Gosto de gente
que não vive se olhando
no espelho do passado...
que ri do passo dado errado...
que não sofre com o leite derramado...
Gosto de gente que tenta novamente,
e novamente,
e novamente...
Gosto de gente que sabe que o sentido da vida...
... é pra frente ;)

Olhando em direção ao céu, senti uma leve brisa me tocar. Nesse instante, elevei meus pensamentos a Deus e o agradeci pela dádiva da vida e por me conceder sentir seu sussurrar.

Olhando em volta, sem ver nada que possa interessar nem ouvir, exceto as cores das flores e a conversa dos pássaros, tá ótimo!

O valor de um homem é medido pelo que ele faz quando ninguém está olhando, guiado apenas pelos seus princípios.

⁠Olhando o entardecer e o céu escurecer, vejo estrela aparecer, a lua surgindo numa noite de luar, milhões de estrelas a brilhar, mas tem uma que penso ser você, porque ela brilha mais quando me vê.

14 de novembro de 2022


Eu sonhei também, semana passada, que estava o olhando céu á tardinha e passava um grande objeto voador no céu, com duas turbinas ao lado, e grandes faróis, carregando uma grande faixa com o nome Jesus, em seu comprimento e atrás várias cartas de baralho, em torno de 7 ou 8, que voavam e de repente parou todas de frente para mim, e eu fiquei tentando mostrar às pessoas ao meu redor, e uma única delas, não conseguiu ver, eu chamava no sonho de ovni, eu virei as costas e quando retornei de frente, apareceu um manto gigante, muito reluzente na minha frente e todos correram com medo, só eu fiquei.
Ele ficou na distância de uns 30 centímetros de mim, entendi que era para que eu tocasse, então, toquei e nesse momento uma energia muito forte, preencheu todo o meu corpo, e eu chorei como nunca havia chorado, um choro de alegria, como se tivesse sido purificada, de todos os meus pecados.
O meu esposo, estava ao lado e eu pedi para que ele tocasse também, e ele tocou e automaticamente, também chorou.
Esse sonho foi incrível!


Eu não consigo entender meus sonhos, mas a maior parte deles, acontece com detalhes na vida real.
Por isso, tenho medo, quando são ruins.
Muito bizarro, mesmo!"

Estávamos eu e alguns amigos olhando para cima, mas o céu não era só céu, era um outro mundo, um lugar que parecia uma ilha flutuante no espaço. E eu percebia que lá havia habitantes, mas não como nós. Eles estavam de cabeça para baixo, vivendo como se a gravidade tivesse esquecido deles. Era bizarro e ao mesmo tempo encantador, porque a beleza do que eu via parecia desafiar tudo que eu já tinha aprendido sobre o universo.


Dois deles conversavam com uma menina que estava conosco, mas não por gestos ou sinais complicados, e sim por um computador antigo, daqueles que a gente imagina em filmes de décadas passadas. E enquanto eles digitavam e se comunicavam, eu ficava ali, absorvendo cada detalhe, me perguntando como poderia existir vida em um lugar tão improvável, tão diferente, mas ainda assim tão coerente. A água se comportava de maneira invertida, como se estivesse sendo segurada de ponta cabeça, e eu queria entender se aquilo era real ou se era só a imaginação que tinha decidido brincar comigo.


E então veio a percepção mais forte: existe outra possibilidade de vida além da Terra, além daquilo que a gente consegue tocar e medir. Existe um lugar no espaço que é bonito, harmonioso, como uma ilha que respira, que tem regras próprias, que vive por si mesma. E eu ria de surpresa, porque a vida podia existir assim, em lugares que desafiavam a lógica humana, e mesmo assim era natural, e viva, e cheia de significado.


Eu me pegava pensando naquelas águas invertidas, nas pessoas de cabeça para baixo, na menina conversando com eles por aquele computador antigo, e não conseguia parar de admirar. Era como se tudo ao meu redor dissesse que a realidade é apenas uma das muitas possibilidades, que o universo é um grande laboratório de experiências, e que a beleza está justamente em perceber essas diferenças sem medo. A ilha flutuante parecia me convidar a aceitar a impossibilidade, a questionar a rotina da vida, a rir das regras que achamos imutáveis.


Fiquei algum tempo contemplando, e percebi que o sonho não era só uma viagem cósmica, era uma lição sutil sobre curiosidade e percepção. Que a vida pode existir em lugares inesperados, que tudo que achamos fixo pode ser moldado de outra forma, e que o olhar atento, o questionamento e a imaginação são ferramentas para descobrir universos inteiros dentro de um instante. E mesmo quando acordei, fiquei com essa sensação de leveza, como se tivesse visitado uma ilha que só existe quando a gente ousa imaginar, uma ilha que me lembrava que a vida não se prende à gravidade, que existe para ser contemplada, para ser sentida, para ser invertida e ainda assim ser perfeita.


Um sonho do dia 25/03/2026

Eu sempre penso nisso como quem toma café no fim da tarde olhando o mundo acontecer, meio silencioso, meio barulhento, aquele tipo de silêncio que conversa com a gente por dentro. Eu amo a Deus de um jeito que não cabe muito em prédio, em regra rígida, em etiqueta de quem pode ou não pode sentir. Não é rebeldia, é mais como quem percebeu que a fé não mora num endereço fixo, ela mora no peito da gente, respirando junto com a gente. E quando eu digo que Deus vive em mim, não é frase bonita para postar, é quase uma constatação prática da vida, dessas que a gente aprende apanhando um pouco do mundo e ainda assim levantando com uma certa teimosia elegante.


Eu olho para a história de Jesus e encontro ali um tipo de coragem que não depende de plateia. Ele me inspira a continuar existindo quando o caos parece aquele vento que bagunça tudo na mesa, derruba até a xícara de café imaginária que eu estava segurando agora pouco. Porque existir às vezes é isso, um ato meio filosófico e meio cotidiano, tipo escolher respirar fundo e seguir, mesmo quando o roteiro não ficou como eu esperava. E tem dias em que eu percebo que amar viver é quase um protesto silencioso contra a desesperança. Uma forma de dizer para o universo que eu ainda estou aqui, ainda acredito que algo dentro de mim conversa com algo maior.


Não dependo de religião para sentir isso, e ao mesmo tempo respeito quem precisa dela para organizar a fé, porque cada pessoa encontra Deus por um caminho diferente. O meu é mais interno, mais parecido com aquela sensação de descobrir uma janela aberta dentro de mim quando eu achava que só havia parede. Às vezes eu rio sozinha pensando que o divino talvez goste desse jeito espontâneo de amar, meio humano demais, meio imperfeito, cheio de perguntas e ainda assim cheio de gratidão.


E no meio do caos do mundo, das histórias complicadas, das memórias que a vida deixa na gente como marcas de chuva na estrada de terra, eu continuo caminhando com essa certeza tranquila. Deus não está distante de mim, Ele pulsa aqui dentro, e Jesus é como aquela lembrança constante de que a vida vale a tentativa. Eu amo viver porque, no fundo, cada dia é uma conversa nova com o mistério de existir. E eu sigo, com fé, com humor, com aquela coragem discreta de quem aprendeu que acreditar também é um jeito bonito de permanecer.

Eu já pensei nisso num dia comum, desses que a gente tá lavando uma louça meio torta, olhando pra própria vida como quem olha pro fundo de uma panela e pensa, era tão bom se isso aqui nunca acabasse. Viver é bom, sim. É gostoso demais, chega a ser até meio suspeito. Um cafezinho quente, uma risada fora de hora, um abraço que demora um pouquinho mais do que o normal. Aí vem a realidade, com aquela cara de quem não pediu licença, e lembra: calma, minha filha, isso aqui tem prazo.

E não é um prazo negociável, não tem como parcelar, nem pedir mais um tempinho igual quando a gente esquece de pagar boleto. A vida é tipo aquelas promoções relâmpago, quando você vê já acabou e ainda ficou com a sensação de que devia ter aproveitado melhor. E o mais curioso é que, no meio de bilhões de pessoas, a nossa existência é quase um sussurro. A gente se sente protagonista, claro, porque é o nosso filme, mas pro resto do mundo... é só mais um episódio que passa e ninguém nem percebe que mudou o canal.

Somos animais também, né. Essa parte é engraçada e meio humilhante ao mesmo tempo. A gente se acha cheio de filosofia, de profundidade, mas no fim tá todo mundo comendo, dormindo, sentindo medo e tentando sobreviver emocionalmente num mundo que não para nem pra tomar um copo d’água. A diferença é que a gente pensa sobre isso, complica, escreve texto, sofre duas vezes.

E aí entra a parte mais crua, que ninguém gosta de encarar por muito tempo: quando a gente for embora, o mundo não vai dar pausa dramática. O sol nasce, o trânsito continua, alguém vai rir de uma piada ruim, e pronto. É quase ofensivo, mas ao mesmo tempo é libertador. Porque se nada disso para, então talvez a gente também não precise viver como se estivesse sendo avaliada o tempo todo.

Importa pra quem ama a gente, e isso já é gigante. Já é tudo. Ser importante no coração de alguém não é pouca coisa, não. É ali que a gente realmente existe. O resto é cenário, é barulho de fundo. O mundo pode até seguir igual, mas dentro de algumas pessoas, a nossa ausência faz um silêncio que ecoa.

Então, já que é isso... já que não tem como ser pra sempre... que seja bom enquanto é. Do nosso jeito mesmo, meio bagunçado, meio improvisado, meio rindo de nervoso às vezes. Porque no fim, a vida não é um grande plano mirabolante. É um monte de momentos pequenos que, quando a gente junta, dá essa coisa intensa que a gente chama de viver.

Experiências e aprendizados. Nada mais. E, sinceramente, nada menos também.

Tem um desejo meu que nunca te contei. Eu queria que a gente ficasse um minutinho só olhando um para o outro. Não porque está faltando amor, mas porque eu acho esse tipo de conexão muito bonito.

Ficávamos olhando aquele vasto mar por anos
Em cima daquele cais
Criando vários planos.
Nunca nos imaginaríamos um par de casais.

Como um casal de golfinhos
Que nós avistamos ao olhar para o Horizonte.
Para dentro daquele mar azulzinho
O sol logo se misturou com ele
Formando mais um casal

Logo nos despedimos com tristeza
Nunca mais nos víamos depois.
Com aquela injusta certeza, se iríamos nos ver novamente.
Com clareza pensei - vamos nos encontrar de novo, tenho certeza -
Aguardei ansiosamente, mas não aconteceu.
Infelizmente acabamos adormecendo muito.

Uma coisa boa aconteceu depois,
Nos se encontramos no mesmo cais.
Em paz depois de tanto tempo.

— Eu sempre virei — ele prometeu, a voz
baixa e profunda, olhando nos olhos dela
com uma intensidade que a fez perder o
fôlego. — Não importa onde eu esteja no
império, se você chamar, eu quebrarei
minhas ordens para vir até você.

Cultura organizacional é o que sobra quando ninguém está olhando, não o que está no mural.

⁠Cura

Olhando para mim, percebi um curativo que já estava à muitos dias ali.
Com minha mente atrolada, não controlei o estado em que aquela ferida se encontrava.
Retirei-o bem devagarinho
Então eu vi
Ali estava aquilo que me faz tão mal.
A ferida estava enorme e eu não conseguia ver o início.
Era muito fundo.
Então começou a doer e doer muito.
Meus olhos se enchem de lágrimas e não consigo parar de chorar, afinal eu só tapei um buraco e não cuidei da ferida.
Ela só estava escondida .
Irei começar o processo de cura
Todos os dias irei cuidar
Sei que não é algo rápido
O processo é lento
Ainda dói e dói muito

Não seja despretensioso, mostre seu potencial. Vai ficar olhando champanhe alheio sem estourar o seu?!

A verdade fala olhando nos olhos,
A mentira cochicha aos ouvidos.

te olhando , da pra ver que você é o tipo de mulher que faz os espelhos acreditarem que foram feitos para uma única pessoa. O resto de nós apenas os usamos por engano

Antes e depois





Antes de você o meu coração era uma densa neblina e olhando mais a fundo era escuridão,

tudo era difícil de lidar, as tentativas e erros eram medidas baseadas em manipulação, falsos julgamentos e culpa,

com você o meu coração achou o pote de ouro, a pintura da tela ficou vibrante, ficou colorida,

da tua água eu bebi, a tua compreensão eu senti, dos teus afagos me enchi, e agora, como bom "João de barro construtor" faço do meu coração uma lar para você morar.

Acordei de terno




O sol acaba de nascer, olhando para o céu tomando meu café tive um breve momento que na verdade parecia uma eternidade,


Entre uma nuvem e outra várias fases, vários dias, pessoas e lugares memoráveis,


Mais uma dose de café com pão de queijo me acompanham nestes momentos de recordações me ajudando a recarregar as energias,


O clima de alegria contagia, não consigo conter os sorrisos no rosto de tanta satisfação,


Me despeço das saudades com o orgulho de quem ganhou uma corrida e comemora na linha de chegada sabendo que é um vencedor.

Ester


Se era amor eu não sei Ester,


Mas, eu vivo perdido nas madrugadas olhando as estrelas e imaginando você,


É difícil admitir que nunca esqueci o sabor dos teus beijos, é duro dizer que os teus olhares se espalharam pelo meu corpo, coração e mente como um vírus sem cura, não consigo esquecer o som da tua voz, ela mora na minha cabeça,


Sofro por não saber aonde você está e ao mesmo tempo fico feliz por saber da tua existência.