Ódio texto
Ócio
Cabeça vazia, inércia
Envolve-me um ódio tal, brutal
Não sei porque que, não sei por quem
Apenas um ódio, sem explicação sem motivos ou por todos eles
A cabeça gira, o coração palpita, a face se enruga, os olhos se apertam
Sensação horrível...onde foi o amor, onde esta a paz
Ser humano, ser desumano...ser sem ser.
Estrela azul, conta-me onde nasceu teu ódio,
por que não ser comum e amar, conta-me,
explica-me onde vais em teus dias errantes,
onde te escondes do teu ódio, em que buraco devo cavar?
diga-me como tirar os dentes da naja, como domar teus olhares,
para que eu possa beija-la, conta-me os segredos dos teus caminhos escuros,
conta-me com quem deitarás, eu te amo maldita estrela decadente,
quero muito te apanhar no colo, porque não ficas um pouco mais?
Todos aqueles heróis, pra onde correm quando frio?
Eles não choram por amor? Não temem a solidão?
Minha pequena estrela azul turquesa, eles não te amaram?
Pobre é teu coração zangado, magoado deixa um rastro de ódio no céu;
leva-me contigo, eu tenho ódio pra oferecer também,
deixe que eu te mostre como te amo, permita-me te castigar também,
e assim, só assim terás de volta o que me deu: dor!
Ódio
Minha vida é te odiar
por tudo que você me fez passar
sofri por um amor
que acreditava dar certo
mas agora vo fazer de sua vida um inferno
pode ter certeza
que você tambem vai chorar
sofrer, se arrepender
pois o amor que eu te dei
você não vai mais receber
ninguem pode te amar
como te amei
me entreguei de corpo e alma
e você não aproveito
agora desculpe meu amor
você danço
meu amor por você acabo.
Eu senti o ódio crescer em mim...
Ajoelhado e limpando as pedras de folhas...
Eu estava acima de onde voce não podia ver...
Por dentro do casco, eu espero e sangro...
Tchau!
Eu limpo isso no chão, a luz é mais brilhante agora
Tudo é uma blasfemia 3d
Meus olhos são vermelhos e dourados, o cabelo é reto e arrepiado
Isto não está do jeito que eu planejei pra mim
Eu não controlo minha agitação
como é que eu cheguei aqui?
Alguma coisa sobre isso, está muito errada...
Eu tenho que rir em voz alta, eu desejo não gostar disso
Isso é um sonho ou uma lembrança?
Saia da minha cabeça porque eu não preciso disso
Por quê eu não consigo ver isso?
Eu sou uma vítima - candidato manchuriano
Eu só tive que pecar para
Manter minha mente em você e jogando seu fôlego para fora
Tchau!
Você não aprendeu nada
Eu não mudei nada
A carne estava no meu esqueleto
A dor sempre era grátis
E isso espera por você!
ÓDIO
Se o ódio sufocasse meu corpo
como sufoca minha alma
certamente a milhares de ano estaria no inferno,
o sangue ferve e a mente não mais comanda
o que um ser humano faz com outro humano,
tenho vontade de sufocá-lo
para que o clarão cegue seus olhos
e veje de perto a morte e quando voltar a enchergar
deixe de ser um lixo de pessoa,
eu não suporto gente assim
é por isso que sinto tanto ódio,
é por gente assim que pecamos
ainda que seje no interior
de um ser humano.
Então, quando eu acreditava ter curado a vida,
o ódio irracional voltou pra me devolver o chicote,
eu sou culpado, e ninguém responderá o contrario,
ninguém lutará em minha guerra perdida, nem eu,
eu sou meu amigo, meu deus e amor, este é um
juramento para o erro, meus olhos se voltam pra dentro
e o caos toma conta do jardim azul, eu pus fogo no
meu santuário e rasguei meus desenhos com as garras
e o tigre me deu, então só assim pude ver as flores morrerem,
vermelho celeste no azul-jardim e tudo morre, cinzas escandecentes
tomam o ar dos meus pulmões, eu matei a mim mesmo,
eu matei você leãozinho, eu preciso chorar, mas tenho trabalho a fazer.
Sabe por quê doi?
Porque a gente se importa e ama, apesar do ódio e de fingir que não é nada.
Um pequeno gesto ou a falta dele, nos mata por dentro e faz com que nos sintamos péssimos... É, algumas pessoas tem esse poder sobre nós. E o que fazer? Engolir o choro, erguer a cabeça e seguir em frente.
Raiva, Frustração, Impaciente, Resmungos, Negação, Ódio, Dúvida, Decepção, Tristeza, Dor Emocional e Arrependimento. Diferenças éticas, religiosas e comportamentais. Talvez ele me amasse, naquele momento, no auge das emoções.
Seria um amor definitivo? E o amor que eu sentia seria definitivo?
Teríamos sido os dois realmente feitos um para o outro?
Ou tudo aquilo não seria apenas uma paixão que desapareceria com o tempo?
Já está mais do que na hora da gente entender que nem tudo acontece do jeito e na hora que queremos que aconteça. Nem todo mundo, nem a vida, devem se curvar e se matar para fazer as nossas vontades, a nossa revelia. Mas muitas vezes falta esforço, falta vontade, falta persistência, faltam motivos.
Nós sabemos muito bem que é fácil acusar e destruir, mas é praticamente impossível a gente se reconstruir depois de tantos sentimentos turbulentos, mesmo que eu me julgue andando no caminho certo.
O que era mais comum, o amor, a bondade, o companheirismo ou um clima de intensa rivalidade? Sentia-me querida, amada, amparada? Ou me sentia como se não houvesse ninguém que pudesse ficar ao meu lado. Ficava feliz ao voltar pra casa, reunida em volta da família? Ou era um fardo, a sensação, a nítida sensação era que ambos apenas preocupavam-se apenas com o seu lado, percebendo a conotação egoísta ou individualizada de cada um. Alguém iniciou este ciclo e o outro não quis se doar sozinho, formaram-se a equipe do "meu ego". E tudo se desfez.
Benção Celta
"Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz..."
observava não só pessoas, mas olhares. questionava não só sorrisos, mas lágrimas.
via ódio nas ruas, pobreza nas praças, violência nas esquinas,desespero nos olhares impiedosos e desrespeito contra os idosos.
A guerra brigava pela paz, as crianças imploravam por amor, com dor.
O caos personativo ganhava força, ganhava aumento, só não ganhava um fim.
à esperava todos estavam, mas, quem não faz nada não pode ter certeza do que se quer
apenas aceitar o que vier…
Do ódio fez-se o amor.
Do amor fez-se a paixão.
Da paixão fez-se a vida.
Da vida fez-se a razão.
Dos olhos deu-se a visão.
Dos braços deu-se os abraços.
Das pernas deu-se o andar.
Andar por caminhos tortuosos.
Tortos só no andar.
Andando, andando, andando sempre a andar, oh Deus meu!
Quando irei parar?!
Deus, oh Deus!
Sempre irei andar, mesmo que seja por caminhos tortuosos.
Eu não pararei de andar.
Nos caminhos da vida estarei a passar.
Passando por pessoas e casas e carros e casas e ruas e casas e mais casas.
Quantas casas!
Para que tantas casas?!
Meus olhos fitam no olhar, meu coração indaga a minha alma.
Estou sozinho a caminhar.
Quem sabe um dia eu chegue lá.
A dor se faz válida quando os objetivos são grandes.
Do amor se faz a flor do ódio
E de suas pétalas o perfume da solidão
Fragrância da tristeza reprimida.
E Mesmo que eu ainda esteja no vale entre o real e do ideal
Não posso permitir obstáculos em meu caminho.
Pois nos resquícios de um coração, ainda batem sentimentos.
Duvide do mundo!
Duvide do universo!
Duvide de tudo!
Duvide de todos!
Duvide do odio, do amor!
Duvide da razão, duvide da loucura!
Duvide da emoção, dos sentimentos.
Duvide de seu coração, e de sua cabeça!
Mas jamais em sua vida, duvide que existe um
Deus, pois Deus é a unica certeza que compreende
suas duvidas....
ANSEIOS
Que haja brisa onde antes era tempestade;
Que se dissipe o ódio no coração da humanidade;
Que flua o amor por toda parte;
Que a bondade nao seja uma exceção;
Que a caridade se propague entre os irmãos;
Que as pessoas pensem mais com o coração;
Que a inocência das crianças se espalhe para todos;
Que a sabedoria se sobressaia aos tolos;
Que possamos ter um futuro doce num mundo novo.
AMÉM
"Tudo passa....
Passou o ódio,
Passou as dores,
Passou a paixão.
E o Amor...? O amor está adormecendo junto com o silêncio e este certamente também passará.
... E isso é bom! Quero que este sentimento que paira sobre meu ser perpetue-se. Sinto-me leve como se minha alma passeasse entre os lírios do campo.
Consegui me libertar dos seus fantasmas nem da sua voz me lembro mais.
Não há mais algemas, apenas lírios e D'lírios.
Não tenho mais nada a pedir.
Somente desejos.
Desejo que a felicidade que me acompanha jamais solte minhas mãos.
Que Deus esteja Conosco...
Sou feita de tudo que me rodeia.
Sou feita de um amor puro, feita de ódio, feita de mágoas e cicatrizes.
Sou feita do passado e do presente de alguém, feita de saudade, de liberdade dos sentidos e dos sentimentos.
Sou feita de impulso e de pulso, feita de coragem e medo. Sou feita de ferro, mas sangro e dói.
Às vezes sou feita de álcool, cigarro e outras drogas. E quem não é? E mesmo feita disso tudo, mesmo sabendo para onde vou ainda sinto que me falta ser feita de mais alguma coisa.
E durante todo o tempo que vivi, não descobri quem foi mais destruidor. O ódio ou a mentira.
O ódio gerador de guerras em busca de paz.
A mentira geradora de perdas, definitivas.
A guerra cessa se o ódio se cansa, o ódio não sobrevive mais que cinco minutos. Se muitos homens há guerra que dura anos, mas quando passam-se todos os cinco minutos ela esfria. O amor renasce e floresce a paz.
Porém a mentira, magoa, torna tudo caos se descoberta. A mentira por menos maldosa que seja, faz nascer uma desconfiança eterna. Sara, mas não cicatriza nunca mais.
Ódio II
ÓDIO II
Amo alimentar o meu ódio
Quero beber deste ódio eternamente.
É ele que nutre a minha existência
Sem essa lâmina não consigo enxergar a indiferença.
Na indiferença dos outros
Encontro a minha sensatez
A minha filosofia do amor que pensa
Na ciência que investiga
No estudo que analisa.
Ao me alimentar do ódio
Estudo a paixão que desequilibra
O orgulho que enlouquece as pessoas
O sensualismo que envenena.
Necessito do ódio para saber
Lidar com a indiferença.
Pode vir de terno, vir com olhos, boca, coração e cérebro
Nada, nada mesmo dará conta dessa presença
Muito menos da ausência.
Por isso preciso de beber mais ódio
Pois é neste ódio que preciso de um coração
De uma frieza, de um raciocínio
Mesmo que doente.
Preciso aprender, e o ódio é a matéria-prima dessa ânsia que alimento.
Este alimento está no objeto do ódio
Alimenta o meu rancor, a minha ira
O meu pouco humor e
A minha pouca sabedoria para entender
E aturar.
Quero o ódio para mim, dessa forma
Nunca serei indiferente.
O relacionamento acabou mas existe amor?
O ódio, a vingança se apresenta.
E o vazio? Que tormenta!
E chora-se e ri-se.
O corpo fica esquálido.
Os olhos não veem os campos, as ruas e as cidades.
Não se escuta os cumprimentos, são sussurros desnexos.
Quer-se a amizade?
Não, não existe possibilidade – É amor.
Sente-se a senhora de cetim negro, mais próxima.
Caminha junto a todos os passos.
Então o que é melhor?
Lembrar-se que a vida é uma peça de teatro,
E o vivido não foi mais que meio ato.
O que é o ódio para aqueles que não sentem remorso, rancor, medo ou não tem
senso de justiça algum? O que é o ódio para aqueles que o único prazer é ver o mundo queimar em suas mãos? Não há ódio quando se é o próprio ódio!Mas a Justiça! Ah, A Justiça! Sábio pavio do estopim da aurora que trás consigo o calor da Esperança, da Sabedoria, e executada tão piamente, traz a Paz e a Harmonia. Mas é uma pena que a Justiça é tão falha enquanto o ódio é tão correto.
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