Ódio texto
O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.
Nas Engrenagens da Polarização movida pela força do Ódio, nada ameaça mais o Lucro do que o
Nosso Silêncio.
Uns só lhe desejam cadeia porque ignoram que as facções mais proeminentes do país nasceram nela…
Outros, a morte, porque ignoram que ela o tornaria mártir e inviabilizaria a possibilidade de conversão dos asseclas apaixonados.
Mas o fato é que nada é mais valioso que o Ruído na Economia da Atenção.
Porque, nesse mercado voraz, pouco importa a natureza do acontecimento — se justiça, vingança ou acaso — desde que ele produza barulho suficiente para alimentar as trincheiras da paixão.
O ruído não precisa esclarecer; basta inflamar.
Não precisa resolver; basta ocupar o tempo e o espírito daqueles que já decidiram antes mesmo de pensar.
Assim, as grades viram argumentos, a morte vira símbolo e o escândalo, combustível.
Tudo é rapidamente capturado, embalado no vácuo do ódio e redistribuído como narrativa — não para compreender o país, mas para manter acesas as fogueiras da devoção cega.
E enquanto os mais fervorosos se ocupam em disputar quem deve ser punido, salvo ou venerado, a engrenagem que realmente se beneficia segue trabalhando silenciosamente: a que transforma indignação em audiência, e audiência em poder.
Talvez por isso os que mais lucram com o tumulto jamais estejam verdadeiramente interessados em encerrá-lo.
No fundo, sabem que a paz produz reflexão — e reflexão quase nunca é boa para quem vive do espetáculo permanente.
No fim das contas, o verdadeiro prêmio nunca foi a justiça, a punição ou a redenção.
Sempre foi a Economia da Atenção.
As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.
Porque não são preces, são disfarces.
Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.
São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.
Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.
Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.
O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.
Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.
Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.
Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.
Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.
O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.
E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.
Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.
Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.
E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!
Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.
Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.
É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.
O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.
Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.
Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.
Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.
Amém!
Me pego pensando...
Quantos relacionamentos e planos são destruídos pela inveja, ódio do ser humano, todos os dias.
Quantos momentos felizes são ofuscados por pessoas sem caráter, por puro prazer em ver a outra pessoa infeliz.
Quantos bons momentos que poderiam ser lembrados com um sorriso no rosto, mas se apagam da memória rapidamente por uma palavra ou uma frase dita mal pensada que fere uma pessoa internamente e deixa marcas profundas.
Não sei se isso os satisfazem interiormente, mas sei que o que fizeres de mal, receberá o dobro, a vida vai lhe cobrar. Por tanto saiba trilhar seu caminho, se esquive de quem não quer o seu bem. Saiba como tratar o seu semelhante, não inveje alguém por achar que ele é mais feliz do que você. Lembre-se que a sua felicidade só depende de você, você decide se vai sair da lama ou se afundar ainda mais...
O seu dia de vencer vai chegar, tenha calma que o que é teu ta guardado...
Fique feliz por ver o seu próximo feliz e não faça de tudo para destruí-lo e sim, faça de tudo para reconstruí-lo e vê-lo bem. O que fazes de bem lhe retornará dentro de pouco tempo, mas faça de coração, não almejando uma recompensa. A vida é assim, temos que aprender a conviver e compreender a felicidade do próximo.
Ser real
A atração da alma, dos corpos,
Ensandecidos pelo amor e pelo ódio,
A graça Divina da liberdade e do prazer
Aflorando perdidamente entre nossos dedos,
Nossos olhares,
Nossas roupas,
Nossos desejos.
A graça de poder sorrir, quando achar bom ou engraçado,
De chorar quando doer ou for triste,
A mesma graça que desta forma nos torna felizes, faz com que sejamos:
Oriundos,
Medíocres,
Egoístas,
Amados,
Amantes,
Amargurados.
O sorriso encantador das crianças,
O beijo delicado da namorada,
A atenção infinita da família,
A música boa,
A Guerra boa, a Guerra ruim.
Guerra sem sangue, sem vítimas a mais,
Guerra só, individual,
Guerra de vítima única:
Eu!
A mesma graça que desta forma nos torna felizes, faz com que sejamos:
Oriundos,
Medíocres,
Egoístas,
Amantes,
Amados,
Amargurados,
Felizes,
Sorridentes,
Falsos.
Ócio
Cabeça vazia, inércia
Envolve-me um ódio tal, brutal
Não sei porque que, não sei por quem
Apenas um ódio, sem explicação sem motivos ou por todos eles
A cabeça gira, o coração palpita, a face se enruga, os olhos se apertam
Sensação horrível...onde foi o amor, onde esta a paz
Ser humano, ser desumano...ser sem ser.
Estrela azul, conta-me onde nasceu teu ódio,
por que não ser comum e amar, conta-me,
explica-me onde vais em teus dias errantes,
onde te escondes do teu ódio, em que buraco devo cavar?
diga-me como tirar os dentes da naja, como domar teus olhares,
para que eu possa beija-la, conta-me os segredos dos teus caminhos escuros,
conta-me com quem deitarás, eu te amo maldita estrela decadente,
quero muito te apanhar no colo, porque não ficas um pouco mais?
Todos aqueles heróis, pra onde correm quando frio?
Eles não choram por amor? Não temem a solidão?
Minha pequena estrela azul turquesa, eles não te amaram?
Pobre é teu coração zangado, magoado deixa um rastro de ódio no céu;
leva-me contigo, eu tenho ódio pra oferecer também,
deixe que eu te mostre como te amo, permita-me te castigar também,
e assim, só assim terás de volta o que me deu: dor!
Ódio
Minha vida é te odiar
por tudo que você me fez passar
sofri por um amor
que acreditava dar certo
mas agora vo fazer de sua vida um inferno
pode ter certeza
que você tambem vai chorar
sofrer, se arrepender
pois o amor que eu te dei
você não vai mais receber
ninguem pode te amar
como te amei
me entreguei de corpo e alma
e você não aproveito
agora desculpe meu amor
você danço
meu amor por você acabo.
Eu senti o ódio crescer em mim...
Ajoelhado e limpando as pedras de folhas...
Eu estava acima de onde voce não podia ver...
Por dentro do casco, eu espero e sangro...
Tchau!
Eu limpo isso no chão, a luz é mais brilhante agora
Tudo é uma blasfemia 3d
Meus olhos são vermelhos e dourados, o cabelo é reto e arrepiado
Isto não está do jeito que eu planejei pra mim
Eu não controlo minha agitação
como é que eu cheguei aqui?
Alguma coisa sobre isso, está muito errada...
Eu tenho que rir em voz alta, eu desejo não gostar disso
Isso é um sonho ou uma lembrança?
Saia da minha cabeça porque eu não preciso disso
Por quê eu não consigo ver isso?
Eu sou uma vítima - candidato manchuriano
Eu só tive que pecar para
Manter minha mente em você e jogando seu fôlego para fora
Tchau!
Você não aprendeu nada
Eu não mudei nada
A carne estava no meu esqueleto
A dor sempre era grátis
E isso espera por você!
ÓDIO
Se o ódio sufocasse meu corpo
como sufoca minha alma
certamente a milhares de ano estaria no inferno,
o sangue ferve e a mente não mais comanda
o que um ser humano faz com outro humano,
tenho vontade de sufocá-lo
para que o clarão cegue seus olhos
e veje de perto a morte e quando voltar a enchergar
deixe de ser um lixo de pessoa,
eu não suporto gente assim
é por isso que sinto tanto ódio,
é por gente assim que pecamos
ainda que seje no interior
de um ser humano.
Então, quando eu acreditava ter curado a vida,
o ódio irracional voltou pra me devolver o chicote,
eu sou culpado, e ninguém responderá o contrario,
ninguém lutará em minha guerra perdida, nem eu,
eu sou meu amigo, meu deus e amor, este é um
juramento para o erro, meus olhos se voltam pra dentro
e o caos toma conta do jardim azul, eu pus fogo no
meu santuário e rasguei meus desenhos com as garras
e o tigre me deu, então só assim pude ver as flores morrerem,
vermelho celeste no azul-jardim e tudo morre, cinzas escandecentes
tomam o ar dos meus pulmões, eu matei a mim mesmo,
eu matei você leãozinho, eu preciso chorar, mas tenho trabalho a fazer.
Sabe por quê doi?
Porque a gente se importa e ama, apesar do ódio e de fingir que não é nada.
Um pequeno gesto ou a falta dele, nos mata por dentro e faz com que nos sintamos péssimos... É, algumas pessoas tem esse poder sobre nós. E o que fazer? Engolir o choro, erguer a cabeça e seguir em frente.
Raiva, Frustração, Impaciente, Resmungos, Negação, Ódio, Dúvida, Decepção, Tristeza, Dor Emocional e Arrependimento. Diferenças éticas, religiosas e comportamentais. Talvez ele me amasse, naquele momento, no auge das emoções.
Seria um amor definitivo? E o amor que eu sentia seria definitivo?
Teríamos sido os dois realmente feitos um para o outro?
Ou tudo aquilo não seria apenas uma paixão que desapareceria com o tempo?
Já está mais do que na hora da gente entender que nem tudo acontece do jeito e na hora que queremos que aconteça. Nem todo mundo, nem a vida, devem se curvar e se matar para fazer as nossas vontades, a nossa revelia. Mas muitas vezes falta esforço, falta vontade, falta persistência, faltam motivos.
Nós sabemos muito bem que é fácil acusar e destruir, mas é praticamente impossível a gente se reconstruir depois de tantos sentimentos turbulentos, mesmo que eu me julgue andando no caminho certo.
O que era mais comum, o amor, a bondade, o companheirismo ou um clima de intensa rivalidade? Sentia-me querida, amada, amparada? Ou me sentia como se não houvesse ninguém que pudesse ficar ao meu lado. Ficava feliz ao voltar pra casa, reunida em volta da família? Ou era um fardo, a sensação, a nítida sensação era que ambos apenas preocupavam-se apenas com o seu lado, percebendo a conotação egoísta ou individualizada de cada um. Alguém iniciou este ciclo e o outro não quis se doar sozinho, formaram-se a equipe do "meu ego". E tudo se desfez.
Benção Celta
"Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz..."
observava não só pessoas, mas olhares. questionava não só sorrisos, mas lágrimas.
via ódio nas ruas, pobreza nas praças, violência nas esquinas,desespero nos olhares impiedosos e desrespeito contra os idosos.
A guerra brigava pela paz, as crianças imploravam por amor, com dor.
O caos personativo ganhava força, ganhava aumento, só não ganhava um fim.
à esperava todos estavam, mas, quem não faz nada não pode ter certeza do que se quer
apenas aceitar o que vier…
Do ódio fez-se o amor.
Do amor fez-se a paixão.
Da paixão fez-se a vida.
Da vida fez-se a razão.
Dos olhos deu-se a visão.
Dos braços deu-se os abraços.
Das pernas deu-se o andar.
Andar por caminhos tortuosos.
Tortos só no andar.
Andando, andando, andando sempre a andar, oh Deus meu!
Quando irei parar?!
Deus, oh Deus!
Sempre irei andar, mesmo que seja por caminhos tortuosos.
Eu não pararei de andar.
Nos caminhos da vida estarei a passar.
Passando por pessoas e casas e carros e casas e ruas e casas e mais casas.
Quantas casas!
Para que tantas casas?!
Meus olhos fitam no olhar, meu coração indaga a minha alma.
Estou sozinho a caminhar.
Quem sabe um dia eu chegue lá.
A dor se faz válida quando os objetivos são grandes.
Do amor se faz a flor do ódio
E de suas pétalas o perfume da solidão
Fragrância da tristeza reprimida.
E Mesmo que eu ainda esteja no vale entre o real e do ideal
Não posso permitir obstáculos em meu caminho.
Pois nos resquícios de um coração, ainda batem sentimentos.
Duvide do mundo!
Duvide do universo!
Duvide de tudo!
Duvide de todos!
Duvide do odio, do amor!
Duvide da razão, duvide da loucura!
Duvide da emoção, dos sentimentos.
Duvide de seu coração, e de sua cabeça!
Mas jamais em sua vida, duvide que existe um
Deus, pois Deus é a unica certeza que compreende
suas duvidas....
ANSEIOS
Que haja brisa onde antes era tempestade;
Que se dissipe o ódio no coração da humanidade;
Que flua o amor por toda parte;
Que a bondade nao seja uma exceção;
Que a caridade se propague entre os irmãos;
Que as pessoas pensem mais com o coração;
Que a inocência das crianças se espalhe para todos;
Que a sabedoria se sobressaia aos tolos;
Que possamos ter um futuro doce num mundo novo.
AMÉM
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