Observar

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⁠Hoje como ontem penso em tí, abraço o teu sorriso e observo o seu rosto como se absorvida eu fosse pelo teu amor, e descubro que te amo muito mais do que pensava. Então me eternizo em tua lembrança e busco nos teus lábios a vontade de viver.
Nada te peço além de que me Ames, então me calo e choro, como as rosas que nào falam mais choram.

Minha casa, meu jardim

Às vezes, fixo meu olhar no jardim da minha casa e observo, intrigada, os vasos de lírios e rosas que ali se encontram. Então me pergunto:
será que elas se sentem como pássaros trancados em gaiolas?

Fico triste, porque, de certa forma, sinto que é assim mesmo.
Somente eu as aprecio,
somente eu sinto o seu perfume,
somente eu as acaricio.
E somente elas sentem a minha presença e o meu carinho.

Essa estranha sensação me invade de repente.
E, mesmo sob o calor escaldante,
um leve frio esbarra em mim.

Eu escuto o que você diz, mas observo o que você faz. 👂≠ 👀

Paulo.dgt

"Às vezes, quando observo alguma pessoa, me pergunto: o que vem a ser felicidade? Infelizmente, acabo por concluir que é mentir para si mesma, conscientemente."

Eu não me guio pelo que me dizem,
eu observo o que me mostram.
Porque são os detalhes que revelam
o que palavras tentam esconder.
miriamleal

ECO DO SILÊNCIO
(Quando as almas se tocam sem precisar de voz)

Abro a porta do quarto e observo meu filho autista, que adormece no auge de sua juventude — de puro vigor, exuberância e beleza, tanto externa quanto na pureza de sua alma perdida, avulsa e flutuante. Digo em pensamento: "Obrigada, meu Deus, estou me esforçando..."
E aí, ele dá um suspiro profundo, como quem diz: "Eu sei, mãe!"
E seu corpo estremece...

Lu Lena / 2026

Observo como muda o meu humor, se ontem te amei, hoje sinto pouco e o pouco foi o demais que ouso. Acordo sonolenta e as palavras me dão ressaca se me desnudo na sala de minha casa calada. Pois que me desculpem os versos em vão, se tantas vezes caminho sem direção. Se digo que escrevo a você vislumbro o possível fim e muito mais escrevo a mim. Na pintura de minha face se derramam todas as minhas fases e como um camaleão mudo de cor e me misturo à paisagem. Eis que o sol raiou e é densa sua claridade, no azul do sábado que atravessa a cidade. E se eu amo tanto, também me esqueço verbalmente ao escrever um poema que não mente. O poema tira minhas vestes e encancara o peito que se faz mar celeste ou solo árido do agreste. Eis que é o mesmo sumo e me assusto ao ouvir minhas palavras e por um instante não sinto nada. Fecho as cortinas da sala, pois a ninguém interessa minha madrugada e o ímpeto de desmachá-la e já não sei quando minto ou falo a verdade, se tudo brota no caminho das ambiguidades. No sol ardente encaro a realidade, que muito mais se faz palpável se escrevo e me calo quando se escancara o sábado do passado que se busca na escuta alheia de algo que se assemelha. Busco através das palavras uma expressão que muda conforme minha face, que não ri, nem chora, pois que outrora tudo era mais intensidade, mas o dia concreto busca uma nova necessidade. O amor implacável enfraquece se no calor já mudou o meu humor. E me faça o favor de não acreditar em minhas frases, pois que contrasta o ser que sou e a pessoa que serei. Disso eu bem sei, se palavras passadas me deixam ruborizada e mais busco pássaros em revoada no céu que desconhece estrada. Hoje é dia de viver o hoje e me pergunto como pôde a noite escura se transformar em rima se hoje sigo nova trilha na paisagem que se descortina. Me visto com o meu rosto para evitar qualquer desgosto, se tanto me tenho exposto. Mais eis que são apenas palavras, que pouco dizem do meu ser, se sei fazer escurecer ou amanhecer. A roseira na janela nada espera se a maré se faz em cores amarelas e me pinto de aquarela em cada traço na tela. A poesia se faz como uma necessidade a conter minha intensidade, me abstenho da cidade e minha sala é um ecossistema que se retroalimenta. E minha doçura arde como pimenta na mão que acalenta e me faz e me sustenta. Sou mais que aparência. Eis minha essência.

Observo a robustez das raízes que sustentam as árvores milenares e busco uma âncora igualmente forte para a minha alma, encontrando-a somente na memória indelével da Redenção. Meu passado estava irremediavelmente manchado pela falha e pela ausência de propósito, mas a eficácia daquele Sangue, derramado no mais cruel dos palcos, não apenas limpou a culpa, mas reformulou a minha essência, inaugurando uma nova realidade de pertencimento e esperança inabalável. O Calvário, com sua crueza histórica, é o ponto de inflexão de toda a minha jornada, o lugar onde a Mão Eterna plantou a semente de uma fé que não será abalada pelas tempestades do mundo.

A vontade de desistir é um animal que aparece ferozmente. Eu o observo, ofereço água e digo seu nome. Nomeá-lo enfraquece o monstro e devolve-lhe forma humana. Com isso, a desistência perde parte de seu reino. E eu continuo, passo a passo, com pés que querem aprender.

Minha alma cansou de avisos ignorados, hoje falo menos e observo mais, a verdade aparece sozinha, para quem sabe ver, eu sei.

Quando há uma dúvida dentro de mim, afasto-me, observo e só volto quando a dúvida se tornar um caminho.

⁠"Por isso não observo a congruência quando me pedes para me lembre de você durante o dia, pois quando temos que nos lembrar é porque em algum momento já temos esquecido, e as pessoas especiais nós não esquecemos, elas permanecem sempre ativas perambulando em nossa mente".

Re Pinheiro

No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.

No silêncio do meu quarto observo paredes frias, meio sem jeito, faltando rebôco, ventilação pouca e muita solidão e me faço a perguntar ao espelho do canto se o reflexo que vejo sou eu ou me coloquei nesse lugar? O espelho me respondeu do fundo da alma que o mundo me espera, a esperança existe e me faço a levantar e concordando com o espelho logo vejo frestas de sol me mostrando o novo caminho de minha vida.

Inserida por alfredopaes

Minha falta Deus perdoa, desde que eu reconheça que sou pecador. E observo todos os dias, seus mandamentos e palavras em meu coração.

Inserida por AndersonCDO

Eu, que sou apenas um menino que avança para a maturidade, observo...
Ao agrupamento de demandas instituídas em todas as nossas eras,
De alegrias e tristezas, o homem tende à coleção,
O ser humano que busca no mundo o que derruba a própria geração.
Óh, seres viventes, vos lembreis! Não há de sentir-vos amargurados, pois o crescimento é por demais espiritual!

Inserida por DouglasSaldanha2012

De volta ao passado
Enquanto escrevo observo
O olhar de minha mãe
Antes brilhantes
E por vezes fulminantes
Mas sempre ternos
Acompanhando estrepolias
da sua filharada...
Agora ela apenas olha
Um programa na tv
Seu olhar parece cansado
Seu brilho de outrora
Transformou-se em cataratas
Ela já não enxerga quase nada
Apenas olha...e nem sempre vê
Em seus olhos anuviados
Uma história de bravura
Se esconde e adormece
Ela viaja em seu passado
E o olhar perdido
por instantes,
Reluz no seu verde esfuziante
Uma lágrima teimosa aparece
Ela a seca com seu lenço
Volta a olhar a tv ligada
Volta a olhar e a não ver...

Inserida por Nanevs

Fechar os olhos e se imaginar no jardim de Deus. Observo o verde vivo na mata presente tocando os meus pés, e então elevo meu olhar e vejo o azul presente. Parece que vem uma chuva por aí, mas eu sei que é só para que estas lugar paradisíaco continue dessa forma. Não vejo ninguém por aqui, só pássaros que parecem anunciar a chegada do Rei dos Reis. Ajoelhei-me e orei, seu brilho imenso não me permitiam ver Sua Face. Mas pude sentir algo melhor: Seu afeto bradava meu olhar e parecia poder sentir o cheiro do Seu amor.

Inserida por danistiny

Quanto mais observo o tráfego de Vila Velha mais tenho certeza que o capacete foi criado para proteger o antebraço e o cotovelo.

Inserida por ANAPAULAROCON

"Porque...A Lua brilha,o vento por mais leve e calmo movimenta as folhas..observo a natureza nos minimos detalhes..as estrelas que mesmo distantes brilham sob a imensa claridade da Lua,hora sozinha, hora rodeada por manchas brancas..assim como nós..hora cheios,hora vazios..mas façamos como as estrelas ou até mesmo como o vento..não deixe nem mesmo o Sol com toda sua grandeza ofuscar seus olhos e como o vento que por mais calmo que for,não deixe nada parado,com um simples e delicado movimento,retire qualquer erva-daninha que no seu caminho aparecer..mas cuide bem..a natureza não tem culpa."

Inserida por alexandredosreis