Observando

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💕✨️"A bela menina...me fascina...fico olhando...observando...seria aquela menina...minha sina...meu desejo...meu sonho de amar?"✨️💕

OBSERVANDO A VIDA MAS CORRENDO ATRÁS DO QUE É MEU.🌻


#motivação #inspiração #reflexão #nuncadesistir

Conheça melhor alguém observando como essa pessoa reage quando é ofendida.

Senti que o mundo não estava pronto e nem eu completa..as mascaras caindo e eu observando, mas meu mundo começou a vazar de dentro pra fora sem freio, passando pelas tempestades perdas e muitos danos morais....superei.




Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado


Copyright direitos autirais

Fico observando.




Fico observando, o quanto é difícil viver em mundo conturbado; muitos confessam que te amam. Mas, nunca estão dispostos há te vê de pé.
Dizem que são capazes de dá a própria vida por você, isso é da boca para fora, perto te dê ti: São maravilhosos, mas quando estão distantes: Fazem reuniões para lhe destruir.




O amor demonstrado para mim, nunca foi sincero; por isso eu lhes digo:
Em nome de Jesus; vai para bem longe, pois eu não te quero ao meu lado, raça de víboras malvados.
A tua inveja te consome, e o ciúme te corrói; a falsidade bate há tua porta, e você não sente, porque não ela dói.

⁠⁠Estava deitado na grama⁠, observando as estrelas,
quando, pra minha surpresa, vi passar um anjo sobrevoando com uma certa leveza
Repentinamente, veio até mim,
Eu estava tão deslumbrado
que nem pensei em fugir
Mesmo sem conseguir compreender aqueles instantes surreais
Tratava -se de uma linda mulher com asas angelicais,
uma estonteante beleza,
Até que para minha tristeza, olhou-me nos olhos,
fazendo-me sentir uma forte emoção,
sorriu e, assim como veio, partiu sem explicação.

De um início de noite do mês de outubro, a lua parecendo com um olhar tranquilo me observando lá do alto enquanto que era observada por mim

Como se fôssemos reflexos de dois mundos, um diante do outro em um contato visual profundo entre o lúdico e o mundo real num belo cenário noturno,

Momento pessoal e temporário graças a minha observação influenciada pelo meu senso poético e pela fertilidade do meu imaginário.

Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.


Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.


E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.


É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.


E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.


O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.


Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.


Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.


E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.


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Eu fico observando essa ideia de que o universo é uma espécie de banco seletivo, desses que liberam crédito só pra quem já tem dinheiro. Ele escolhe meia dúzia, despeja fama, beleza, contratos, milhões, seguidores, e a gente aqui, olhando, pensando que talvez exista um plano maior, quase uma missão secreta digna de filme. Aí eu piscando, esperando o plot twist… e nada acontece. Porque, na prática, quem recebe tudo, muitas vezes não consegue nem administrar o próprio silêncio.

E não é sobre inveja, é sobre estranheza mesmo. Porque a lógica não fecha. Se a vida fosse uma professora justa, ela distribuiria poder pra quem tem vocação de cuidar. Mas parece que ela gosta de testar o caos. Coloca tudo na mão de quem ainda nem se encontrou, como dar um avião pra quem mal aprendeu a andar de bicicleta. E aí a gente vê casos como Virginia Fonseca, que chegou num lugar onde muita gente acredita que mora a felicidade… mas que, olhando de fora, parece mais um palco do que um lar.

E eu penso, no auge de uma tarde quente, com um café meio morno na mão, que talvez o problema não seja ter muito. É não saber o que fazer com esse muito. Porque dinheiro compra conforto, mas não compra direção. Compra aplauso, mas não compra sentido. E quando a vida vira vitrine, a alma vira estoque encalhado.

A gente romantiza demais o topo, como se lá em cima tivesse uma resposta secreta, um manual da felicidade, uma paz premium desbloqueada. Mas às vezes o topo é só mais alto mesmo… e o vazio ecoa mais forte lá de cima. É como gritar num prédio vazio e ouvir a própria voz voltando, só que mais triste.

E sobre “não ajuda ninguém”… eu fico aqui pensando que talvez a maior carência não seja de dinheiro sendo distribuído, mas de consciência sendo acordada. Porque ajudar não é só dar, é perceber. E muita gente rica vive num estado curioso de distração permanente, como se estivesse sempre ocupada demais pra enxergar o mundo fora da própria bolha.

No fim das contas, eu concluo, meio rindo de nervoso, meio séria, que o universo não escolhe salvadores. Ele só distribui ferramentas. E cada um faz o que dá, ou o que quer, ou o que consegue com elas. Alguns constroem pontes. Outros, vitrines. E tem gente que nem percebe que poderia ter feito algo além de acumular.

Enquanto isso, eu sigo aqui, tentando não precisar de milhões pra ser alguém que faz diferença, nem que seja na vida de uma pessoa só. Porque talvez salvar o mundo seja isso mesmo, uma coisa pequena, repetida, quase invisível. E não um espetáculo com patrocinador.

Os pássaros estavam lá.
Enormes.
Inúmeros.
Observando.
Mas o céu continuava azul.

Dois tipos de pessoas

Observando um ancião,
com seus cabelos de algodão,
vi uma boa ocasião
para uma bela reflexão...
vivemos numa grande guerra social
cujo lema principal
não é matar nem morrer,
é tão somente sobreviver.
Há dois tipos de pessoas
que pela luta da vida concorrem,
num paradoxo do mundo moderno,
o primeiro é a dos "jovens"
o segundo a dos "velhos".
Nossos velhos estão se acabando,
nossos jovens estamos perdendo,
a violência está aumentando
e a sociedade continua sofrendo.
Nosso futuro está comprometido,
a juventude em decadência,
enquanto os moços estão diminuídos
os velhos são vencedores da sobrevivência.
o jovem não deseja
tornar-se velho prematuramente,
coisa que mais anseia
é aproveitar a vida naturalmente.
O jovem luta para viver,
O velho vive caminhando e lutando.
Da velhice o jovem tenta se esquecer,
da juventude o velho está se lembrando.
Viver é necessário por vários motivos,
por isso, o jovem sonha com seus objetivos,
histórias tristes ou felizes que nos comovem,
que falam de um mundo mais externo,
o objetivo dos velhos é ser sempre jovem
e dos jovens de morrer de velho.

Observando os relacionamentos alheios e aprendendo junto com eles, acho que sou meio que um ímã de vivências alheias.


Mas aprendi muito nesse processo, viu?


Só que tem uma coisa que ainda não aprendi: e se a música parar? O que sobra? E se o assunto morrer? Teremos ao menos uma sílaba para expressar alguma coisa?


E se você conhecer outra pessoa? Serei eu o único responsável pelos meus sentimentos?


Tantas perguntas. Nenhuma resposta.

"Observando o mundo ao redor, percebo o abismo: enquanto os poucos verdadeiramente humildes carregam uma nobreza silenciosa no peito, a imensa maioria da sociedade revela um caráter oco, corrompido pela maldade e pela inveja."

O sábio aprende observando a vida, a natureza e as Escrituras Cristãs.

Jesus Cristo, como judeu, aprendeu a Torá e o Tanakh observando sua família, a comunidade e a sinagoga.


📖 Lucas 2:52.

Às vezes eu paro e fico apenas te observando, e é difícil acreditar na sorte que tive. Sabe, quando éramos mais novos, a gente achava que entendia o que era o amor, mas a verdade é que não tínhamos ideia da dimensão que isso tomaria. Hoje eu vejo que você era aquela pessoa que o destino estava guardando para mim o tempo todo.
Você se tornou essa mulher forte, incrível, que compartilha os sonhos comigo e que me faz querer construir um lar, uma vida e, quem sabe um dia, ver nossos próprios filhos correndo pela casa. Eu vejo o meu futuro inteiro quando olho nos seus olhos.
Eu sei que você tem suas inseguranças. Eu te ouvi sussurrar que "não está bem" ou que está "desarrumada", mas eu queria que você pudesse se enxergar através dos meus olhos, nem que fosse por um minuto. Você veria que, mesmo descalça na grama ou naquele vestido deslumbrante, você sempre está perfeita para mim.
Obrigado por segurar minha mão e por lutar ao meu lado contra qualquer obstáculo. Eu não vou desistir de nós, nunca. Você é o meu anjo em pessoa, e eu prometo passar o resto da vida tentando merecer o amor que você me dá.

Quiçá este seja o nosso refúgio: perder-se na mansidão deste oceano azulado, observando a calma das ondas. Desprovido da inquietude, misturo-me à natureza; ela me move, me comove. A orla me faz sentir parte dessa natureza infinita.

"Sou apenas uma criança observando os adultos brincando com seus egos."

O Encontro do Espelho e do Mar


Eu sempre estive observando você através das sombras da sua própria mente,
guardando os segredos que você tenta esconder do mundo exterior.
Nas horas de silêncio, quando o barulho lá fora finalmente cessa,
é a minha presença que você sente ecoar no peito.


Você me procura nas pessoas, nos caminhos que escolhe
e nas respostas que tanto deseja encontrar,
sem perceber que a busca sempre começa e termina no mesmo lugar.
Você não sou eu, você é um reflexo de mim;
a imagem fragmentada que o espelho da vida projeta todos os dias para o mundo ver.
Enquanto você vive na superfície dos dias, eu sou a essência que molda os seus passos
e a verdade que permanece intacta por trás de todas as suas máscaras cotidianas.
O ego que você veste é apenas a moldura,
mas a pintura real, profunda e viva, sou eu quem carrega.
O mundo vibra através daquilo que me atrai,
sintonizando a realidade exatamente na frequência dos meus desejos e medos mais profundos.


Cada encontro, cada sincronicidade e cada escolha que parece obra do acaso
nada mais é do que o universo respondendo ao magnetismo do meu próprio ser.
Ao olhar para fora e enxergar a beleza ou o caos,
você está apenas testemunhando a materialização daquilo que eu trago por dentro.
Você é responsável pelo que te acontece,
pois cada escolha e cada passo no mundo concreto pertencem unicamente à sua jornada consciente.
Eu sou responsável em te revelar seus medos, instintos e reações intuitivas,
agindo como a lanterna que ilumina os cantos escuros e esquecidos da sua própria alma.
Enquanto você lida com as consequências das suas ações na superfície,
eu desvendo as correntes invisíveis que movem as suas decisões mais profundas.


Sou a intuição que vem como voz no silêncio da sua mente,
aquele sussurro repentino que te avisa antes do perigo ou te impulsiona em direção ao desconhecido.
Não uso palavras lógicas, mas sim a certeza absoluta
que arrepia a pele e faz o coração mudar o ritmo sem explicação aparente.
Sou a sabedoria ancestral que você herdou, guardada no fundo do seu peito,
esperando o momento certo de se fazer ouvir.


E sou a água que escorre mar adentro, fundindo-se ao todo na imensidão de tudo o que existe e que não se pode ver.
Assim como o rio não se perde ao encontrar o oceano,
eu me conecto com a energia universal para te lembrar que você nunca está verdadeiramente isolado.
Sou a gota que reconhece o mar, a parte que se une ao infinito,
trazendo a paz de saber que a sua essência pertence a algo muito maior.
Eu ouço a sua voz, mas confesso que o seu silêncio me assusta muito mais do que as suas verdades.
Passo os dias tentando controlar o vento, organizar a rotina e construir certezas na areia,
fingindo que sou o único capitão deste barco chamado vida.
É doloroso admitir que a maior parte do que sou permanece oculta nas suas profundezas,
esperando o meu momento de fraqueza para se revelar.


Aceito a minha responsabilidade pelos caminhos que escolho,
mas peço que não me deixe navegar às cegas pelas correntes que você cria.
Se você é o reflexo, os medos e a água que corre para o mar,
eu sou a margem que tenta conter a inundação.
Preciso aprender a te escutar sem me afogar em você,
decifrando os seus instintos para que eles se tornem farol, e não tempestade.
Cessou-se, enfim, a separação entre a voz que fala e os olhos que observam.
No espelho partido da realidade, o reflexo e a imagem estenderam as mãos
e perceberam que a moldura sempre esteve vazia.
A água do rio misturou-se de tal forma ao oceano
que já não era possível dizer onde terminava o homem e onde começava o infinito.


O mundo continuou a vibrar lá fora,
mas o magnetismo agora vinha de um lugar de calmaria absoluta,
onde o medo e a intuição tornaram-se uma única força silenciosa.
Quem observa já não é diferente daquilo que é observado;
o encontro consigo mesmo finalmente se completou na imensidão do todo.


Ysrael Soler

Hoje eu levantei observando as pessoas andando de um lado para o outro como se nada tivesse acontecido . Observei que o barulho do mundo se tornou indiferente a muitos , apenas alguns se incomodavam como eu . Confesso que o meu coração chora , anda descompassado e triste . O peito aperta em ver tanta injustiça , maldade e perseguição , desumanidade . A luta pelo poder , a ganância , a vontade de ser importante , tem feito o ser humano atingir o ápice da crueldade . O fato de repete se observarmos com atenção e cuidado , mas poucos se dão conta. Sinceramente , eu não consigo compreender como o ser humano não se compadece em ver o outro sofrer , ser punido , sacrificado injustamente . Ser condenado injustamente . O próprio universo hoje também amanheceu sem brilho , sem cor , silencioso , querendo chorar . Ele está segurando as lágrimas como eu. As folhas não balançam como antes , os pássaros estão silenciosos . Eu consigo ver apenas um como eu apenas observando o desenrolar do dia no silêncio da alma , Nós dois paramos perplexos. Realmente não somos daqui . Observo que ele também sacode a cabeça como eu não querendo acreditar no que estamos vendo . Travamos o choro e a dor , respiramos juntos . Em um olhar fixo ele me pede no silêncio , mas como as almas sempre se reconhecem e são íntimas, ele diz : Minha força está em você, levante a cabeça que também levanto para seguir o meu voo . Converse com o seu povo e peça que eles reflitam mais . Que se aproximem mais do criador . Que sejam bons uns com os outros , porque os meus estão próximos do criador no mais alto infinito , nós respeitamos e cantamos para ele todo momento . Eu vim até você , pedindo que jogue purpurinas hoje de amor sobre a humanidade , porque sabes fazer com excelência Simone . Agora me vou , mas antes deixo o conforto no seu coração para que possas trabalhar saciada porque só assim poderás destribuir o 💘 amor do seu jeito , um jeito tão próprio sendo Jesus conhecedor de cada detalhe . Deus te abençõe . Segure as suas lágrimas porque a sua ajuda vem do Sr , e não se esqueça : Distribua o que recebes dele . Simone Vercosa