Observando
Faça o melhor que puder e edifique a muitos, pois sempre têm pessoas importantes observando como você age e faz para contar com seu zelo e desempenho.
Algumas pessoas aprendem lendo, observando; outras já aprendem sofrendo, apanhando.
Não é sobre destino, é sobre opção.
O salto que você não dá é a perda que você aceita✨
Desde 2019 venho estudando, observando e refletindo sobre consciência, comportamento humano e os padrões que sustentam nossa realidade. De lá para cá, construí minhas próprias perspectivas e passei a compartilhá-las. Curiosamente, quase todos os dias surge um vídeo novo, um conteúdo que parece dialogar diretamente com o que estou vivendo e investigando.
No início, eu assistia e entendia pouco. As informações pareciam confusas, distantes ou difíceis de organizar. Com o tempo, percebi que não se tratava de acumular respostas, mas de desenvolver presença e leitura. Hoje, consigo aprofundar a análise e, principalmente, simplificar. Tornar acessível aquilo que antes parecia abstrato. Esse se tornou meu objetivo.
O vídeo que acabei de assistir não trouxe uma explicação pronta, mas provocou reflexão e gerou entendimento. Ele reforça algo que venho observando há anos: nossa experiência humana não é linear. Somos feitos de sentimentos, emoções, dualidades e estados de consciência que não cabem em rótulos rígidos ou explicações rápidas. Quando tentamos enquadrar o que é vivo em sistemas fechados, criamos desconexão.
A verdadeira compreensão surge quando permitimos sentir antes de explicar. Quando a mensagem atravessa o racional e encontra o corpo, algo se reorganiza. Nesse ponto, o entendimento deixa de ser apenas mental e passa a ser integrativo. É aí que acontece a expansão da consciência. A cura.
A interpretação sem conexão com o coração não gera sentimento de mudança é para conseguir acessar o coração é preciso aceitar, compreender e perdoar a si , em toda magnitude. Alinhamento, corpo, mente e espírito.
O vídeo mostra que não somos apenas matéria isolada, um conteúdo antigo, mas profundamente atual e sim campos em interação constante. Fazemos parte de uma consciência coletiva, onde energia se comunica com energia. Aquilo que emitimos ressoa com frequências semelhantes, criando aproximações ou distanciamentos naturais. Não é algo pessoal, mas vibracional.
Nossas emoções e sentimentos definem essa vibração interna, que inevitavelmente se reflete no externo. Antes da forma, existe o estado interno. Antes do resultado, existe o padrão que sustentamos. As polaridades não geram conflito por acaso; elas revelam compatibilidades ou incompatibilidades de frequência.
Nesse contexto, o chamado o “salto quântico”acontece no aqui e agora, quando sentimentos, pensamentos e ações entram em coerência. Não se trata de um evento externo ou distante, mas de uma mudança de estado interno. Quando essa coerência se estabelece, a realidade responde de forma natural.
Curar, dentro dessa perspectiva, não é consertar algo quebrado. É retornar à COERÊNCIA. É integrar partes que estavam fragmentadas. Quando essa integração acontece, o sistema inteiro responde: mente, corpo e vida entram em outro ritmo.
Talvez agora faça sentido para poucos, mas sigo com a clareza de que, no tempo certo, essas reflexões terão seu lugar. Consciência não se apressa, ela amadurece.
O treinamento nunca acaba.❤️🔥🙏🚀
Gratidão universo✨
"Não nascemos com a experiência, mas ela vem com o tempo, alguns aprendem observando, outros vivendo..."
“Responsabilidade não é um conceito abstrato que se aprende observando a vida à distância; ela se constrói no peso das escolhas e no risco real de caminhar com as próprias pernas. Crescer exige enfrentar as próprias limitações, sustentar o próprio caminho e assumir as consequências do que se decide — inclusive o caos que isso provoca. Quem nunca atravessou esse território costuma enxergar o erro alheio com facilidade, não por lucidez, mas porque jamais se permitiu a vulnerabilidade de tentar por si mesmo. É simples parecer centrado quando não se administra a instabilidade da independência. Difícil, e raro, é sustentar a própria vida sem terceirizar decisões e ainda assim seguir adiante com consciência.”
Sabe, estive observando, e testando, isso aqui (o Facebook), e cheguei à conclusão de que não é o conteúdo dos posts que motiva a grande maioria dos internautas brasileiros a curtir uma postagem no Facebook, mas sim a própria curtida. O interesse maior é pela curtida, e não pelo conteúdo dos posts. Funciona como uma espécie de retribuição, "se você 'me curte', eu também 'te curtirei'", e desse jeito a postagem é menos importante que a retribuição ao favor prestado em likes. Ou seja, "curtida = curtida", e "quanto mais você curte, mais será 'curtido'". No entanto, se você parar de dar os likes, automaticamente para de recebê-los também. Se ainda não percebeu isso é só começar a observar. :D
Meu Monstro Interior vive adormecido
Mudo, calado, quase sempre entorpecido
Observando e absorvendo as lutas diárias
Não querendo alimentar-se de raiva, ódio e carne em muitas navalhas.
Lutar é sempre preciso... e eu sei não há abrigo... no peito do meu inimigo.
Saído do conto de um livro de terror não posso libertar meu Monstro Interior...
Eu fico observando essa ideia de que o universo é uma espécie de banco seletivo, desses que liberam crédito só pra quem já tem dinheiro. Ele escolhe meia dúzia, despeja fama, beleza, contratos, milhões, seguidores, e a gente aqui, olhando, pensando que talvez exista um plano maior, quase uma missão secreta digna de filme. Aí eu piscando, esperando o plot twist… e nada acontece. Porque, na prática, quem recebe tudo, muitas vezes não consegue nem administrar o próprio silêncio.
E não é sobre inveja, é sobre estranheza mesmo. Porque a lógica não fecha. Se a vida fosse uma professora justa, ela distribuiria poder pra quem tem vocação de cuidar. Mas parece que ela gosta de testar o caos. Coloca tudo na mão de quem ainda nem se encontrou, como dar um avião pra quem mal aprendeu a andar de bicicleta. E aí a gente vê casos como Virginia Fonseca, que chegou num lugar onde muita gente acredita que mora a felicidade… mas que, olhando de fora, parece mais um palco do que um lar.
E eu penso, no auge de uma tarde quente, com um café meio morno na mão, que talvez o problema não seja ter muito. É não saber o que fazer com esse muito. Porque dinheiro compra conforto, mas não compra direção. Compra aplauso, mas não compra sentido. E quando a vida vira vitrine, a alma vira estoque encalhado.
A gente romantiza demais o topo, como se lá em cima tivesse uma resposta secreta, um manual da felicidade, uma paz premium desbloqueada. Mas às vezes o topo é só mais alto mesmo… e o vazio ecoa mais forte lá de cima. É como gritar num prédio vazio e ouvir a própria voz voltando, só que mais triste.
E sobre “não ajuda ninguém”… eu fico aqui pensando que talvez a maior carência não seja de dinheiro sendo distribuído, mas de consciência sendo acordada. Porque ajudar não é só dar, é perceber. E muita gente rica vive num estado curioso de distração permanente, como se estivesse sempre ocupada demais pra enxergar o mundo fora da própria bolha.
No fim das contas, eu concluo, meio rindo de nervoso, meio séria, que o universo não escolhe salvadores. Ele só distribui ferramentas. E cada um faz o que dá, ou o que quer, ou o que consegue com elas. Alguns constroem pontes. Outros, vitrines. E tem gente que nem percebe que poderia ter feito algo além de acumular.
Enquanto isso, eu sigo aqui, tentando não precisar de milhões pra ser alguém que faz diferença, nem que seja na vida de uma pessoa só. Porque talvez salvar o mundo seja isso mesmo, uma coisa pequena, repetida, quase invisível. E não um espetáculo com patrocinador.
Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.
Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.
E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.
É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.
E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.
O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.
Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.
Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.
E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.
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A mente tenta compreender a realidade como se estivesse fora dela, observando de um ponto seguro. Mas essa posição nunca existiu de fato. Aquilo que percebe e aquilo que é percebido são movimentos inseparáveis da mesma totalidade. Ver isso diretamente encerra a busca por um lugar de onde olhar, porque não há fora.
Mãe,
Declaro observando os olhos seus,
você representa muito bem o Nosso DEUS.
ELE te colocou aqui,
para nos amar, nos educar e nos fazer feliz!
Venho observando um aumento de "influenciadores" , "YouTubers", "TikTokers"
e outros "criadores de conteúdos" de redes sociais várias , que devido a "popularidade" tornaram-se politicos com cargos de uma certa importância e relevância.
O resultado catastrófico dessa "ascensão profissional " é verificável nas atuações dos mesmos em seus cargos políticos.
Há de se ter clareza e cognição na escolha
dos candidatos aos vários cargos politicos.
Vejo e prevejo um número consistente de candidaturas desse especifico naipe para as próximas eleições.
Foi demonstrado que:
1° Popularidade não é competência administrativa.
2° Carisma não é projeto de Estado.
3° Engajamento não é governabilidade.
✍©️@MiriamDaCosta
1626
"Durante bom tempo observando as críticas e o odio (de Mulheres, nas Redes Sociais) contra a Primeira Dama, ficou nítida a razão: porque a odiada, além de Primeira Dama, ela também tem marido. Isso mesmo. Ficou muito claro!"
0379 "Observando por aí, concluí: Uma das grandes diferenças entre homens e mulheres está na Barriguinha que desenvolvem: Barriguinhas, nos homens, geralmente são durinhas. Não são?"
♧
E Deus!
Observando toda a beleza do universo,
viu-se tentado a escrever um poema.
Porém, logo lembrou-se
que em seis dias
materializara a poesia!
A poesia é a uma forma de desmaterializar a criação transformando-a em versos.
Seria o poeta, um quase deus?
